Cercado de Trairas FC

Um blog de futebol pra quem não engole papo de dirigente nem discurso bonito de coletiva, aqui é bola, dinheiro e verdade sem filtro, sem firula e com opinião de arquibancada, escrito por Murilo Marcelli, um torcedor que fala o que o povo pensa e não tem medo de cutucar cartola, clube ou federação.

O Vasco viveu uma tarde de pesadelo em São Januário. Pela 33ª rodada do Brasileirão, o time cruz-maltino foi derrotado por 3 a 1 pelo Juventude, que mostrou personalidade, eficiência e frieza para virar o jogo ainda no primeiro tempo e confirmar o resultado na etapa final.

O time carioca começou bem: Rayan abriu o placar, empolgando a torcida que lotou o estádio. Mas a alegria durou pouco. Em questão de minutos, o Juventude virou com Marcelo Hermes e Nenê, que não perdoou o ex-clube e comemorou discretamente, respeitando o Vasco, mas deixando clara sua importância na vitória jaconera.

No segundo tempo, o Vasco até tentou reagir, mas faltou criatividade e sobrou desorganização. A torcida perdeu a paciência com erros individuais e começou a vaiar. O castigo veio nos minutos finais, quando Ewerthon ampliou o placar e transformou a vitória em goleada moral: 3 a 1.

Com o resultado, o Juventude respira na luta contra o rebaixamento e mostra força fora de casa, enquanto o Vasco vê sua situação complicar mais uma vez, desperdiçando pontos importantes diante da própria torcida.

Nos bastidores, o clima é de cobrança. A torcida protestou ao final do jogo, gritando “olé” ironicamente a cada toque do adversário. A pressão sobre o técnico e os jogadores aumenta, e a reação precisa vir já na próxima rodada.

Em contrapartida, o Juventude celebra um triunfo histórico em São Januário — e dá mais um passo na tentativa de permanência na Série A.

Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

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