1. O que aconteceu
O meia Oscar, de 34 anos, vem sendo monitorado por alterações cardíacas há alguns meses.
Na manhã de terça-feira (11/11/2025), durante exames de rotina no CT do São Paulo, ele desmaiou enquanto fazia um teste de bicicleta ergométrica.
Foi encaminhado de ambulância para o Hospital Israelita Albert Einstein, onde permanece em observação na UTI, após submeter-se a cateterismo e ressonância para investigação do quadro.
O clube comunicou que “o atleta apresentou intercorrência com alterações cardiológicas” durante os exames e está clinicamente estável, aguardando novos laudos.
2. A possibilidade de aposentadoria
Fontes internas do clube revelam que a chance de Oscar encerrar a carreira na próxima semana chega a ser quase certa.
O contrato de Oscar com o São Paulo vai até o fim de 2027, mas uma rescisão amigável está sendo considerada como cenário mais provável se o jogador optar por se aposentar.
O meia já havia declarado, em caso de risco, estar disposto a pendurar as chuteiras “mesmo que mínima” fosse a chance de agravar a sua condição.
3. O histórico recente
Além da questão cardíaca, Oscar sofreu uma fratura em três vértebras (L1, L2 e L3) após disputa no clássico contra o Corinthians em julho, o que o afastou dos gramados.
Em agosto, em exames de recuperação dessa lesão, foi detectada uma alteração cardíaca, embora na ocasião tenha sido liberado a jogar pelos médicos.
Desde então, esteve em tratamento e monitoramento, mas a situação culminou no desmaio durante os testes deste mês.
4. O impacto para o São Paulo
Para o clube, a saída de Oscar representaria a perda de um atleta experiente, peça de liderança e com histórico internacional de sucesso (tanto no Chelsea FC quanto no futebol chinês).
O São Paulo já se prepara para a pré-temporada de 2026, e essa situação abre uma lacuna importante no meio-campo.
Internamente, a hipótese de rescisão amigável está sendo trabalhada para preservar tanto o patrimônio físico e de saúde do atleta quanto os interesses do clube.
5. Reflexão sobre saúde e carreira
Esta situação reforça o quanto a saúde dos atletas de alto rendimento deve ser acompanhada de perto — alterações cardíacas, ainda que assintomáticas, podem se manifestar em momentos críticos.
Para Oscar, a escolha agora é de priorizar o bem-estar e a vida fora de campo — a segurança e a longevidade pessoal podem valer mais que a glória de vestir ainda alguns anos a camisa do clube.
Para os torcedores, fica o sentimento de gratidão: um jogador que vestiu o manto tricolor com dedicação, agora coloca a vida como prioridade.
6. Conclusão
A aposentadoria da OSCAR (potencialmente aos 35 anos, ao término da temporada 2025) não será apenas o fim de uma fase — será uma decisão de proteção à vida.
Enquanto aguardamos os laudos finais e o posicionamento oficial do atleta e do clube, fica o agradecimento pelo empenho e o desejo de que ele possa seguir com saúde e tranquilidade nos próximos capítulos da sua vida.
Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.
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