A renovação de contrato de Filipe Luís, ídolo recente e hoje peça importante dentro do Flamengo, virou um problema que o clube não precisava enfrentar, tudo por conta de uma decisão equivocada: a contratação de um agente, que agora exige 10% de comissão sobre o novo vínculo e quem deve pagar, não é quem contrata e sim, o clube.
O Flamengo, como instituição, não pode ser refém de treinador, atleta, empresário ou quem quer que seja, ainda mais quando se trata de um profissional que sempre se apresentou como alguém alinhado aos valores do clube. É um total “Absurdo” o Flamengo, nesse caso, pagar comissão a um agente, contratado pelo treinador. Pagar comissão em renovação de contrato, ainda mais nesses moldes, abre um precedente perigoso.
O clube já deixou claro ao longo da sua história recente que não aceita intermediários mandando mais do que a diretoria, e é exatamente por isso que chegou a hora de ser pragmático.
Se a renovação está travada por causa de comissão, aciona o plano B.
O Flamengo é maior que qualquer nome, foi assim com jogadores históricos, técnicos campeões e dirigentes. Ídolos passam, gerações mudam, e o clube permanece, não é desmerecer a trajetória do Filipe Luís, mas sim defender a instituição.
Se houver bom senso, a renovação sai sem ruído.
Se não houver, o Flamengo segue em frente como sempre fez.
Porque no Flamengo, ninguém é maior que o clube.
Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada
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