Cercado de Trairas FC

Um blog de futebol pra quem não engole papo de dirigente nem discurso bonito de coletiva, aqui é bola, dinheiro e verdade sem filtro, sem firula e com opinião de arquibancada, escrito por Murilo Marcelli, um torcedor que fala o que o povo pensa e não tem medo de cutucar cartola, clube ou federação.

  • Copa Intercontinental da FIFA é a principal competição anual de clubes organizada pela FIFA, reunindo os campeões das seis confederações continentais, Europa, América do Sul, Ásia, África, Oceania e América do Norte/ Central/Caribe para decidir o clube campeão mundial de clubes.

    Desde a sua reformulação em 2024, o torneio substituiu o antigo formato de Mundial de Clubes e passou a ser disputado por equipes de todos os continentes, com confrontos eliminatórios culminando em uma grande final que decide o título global.

    final da Copa Intercontinental da FIFA de 2025 foi marcada para amanhã, 17 de dezembro de 2025, no Ahmad bin Ali Stadium, em Al Rayyan, Catar.

    Os finalistas

    • Paris Saint-Germain (PSG), campeão da UEFA Champions League 2024-25, representante europeu e um dos clubes mais fortes da atualidade.
    • Flamengo, campeão da Copa Libertadores 2025, representando a CONMEBOL após vencer a fase de play-offs conhecida como «FIFA Challenger Cup».

    Esses dois gigantes do futebol mundial se enfrentaram no jogo decisivo, em uma partida que promete emoção, técnica e a consagração de um verdadeiro campeão intercontinental.

    O significado da final

    A final da Copa Intercontinental da FIFA vai além de um simples jogo: é a culminação de um longo caminho de clubes campeões, cada um saindo vitorioso em sua respectiva competição continental trazendo para o palco mundial o melhor do futebol de clubes.

    Ser campeão intercontinental significa inscrever seu nome na história do futebol, reunindo forças de diferentes culturas futebolísticas e estilos de jogo em busca do título máximo do cenário global.

    Chegou a hora de quebrar a hegemonia europeia

    Desde 2012, o futebol mundial assiste a uma sequência incômoda e quase automática de títulos levantados por clubes europeus no Mundial.

    Bayern, Real Madrid, Liverpool, Chelsea, Manchester City… elencos milionários, estruturas gigantescas e um favoritismo que, jogo após jogo, virou regra.

    Mas futebol não é planilha de Excel, não se decide campeão apenas por orçamento, ranking ou previsões frias, decide-se em campo, no detalhe, na pressão, no peso da camisa e na capacidade de competir quando tudo parece desenhado para dar errado.

    Já passou da hora de quebrar essa escrita, de lembrar ao mundo que o futebol sul-americano não vive só de memória, mas de identidade, talento e alma competitiva, a final intercontinental não é apenas um jogo é o momento de confrontar narrativas, desafiar a lógica do “inevitável” e mostrar que hegemonia também se rompe.

    Toda sequência existe para ser interrompida, e toda final é o cenário perfeito para isso.

    Agora é bola rolando. O resto… é história sendo escrita.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • O Maracanã recebeu mais uma noite de clássico decisivo, estádio lotado e clima de tensão do início ao fim, o Fluminense venceu o Vasco no tempo normal, fez o que precisava para levar a semifinal para os pênaltis, mas parou aí, na hora que a Copa do Brasil realmente se decide, quem avançou foi o Vasco.

    Como destacou o GE, o Fluminense conseguiu controlar boa parte da partida, foi mais presente no campo ofensivo e empurrou o Vasco para trás em vários momentos, o resultado nos 90 minutos recolocou o confronto em aberto e aumentou a pressão, só que semifinal não se resume a desempenho: se resolve no detalhe e principalmente no psicológico.

    Na disputa por pênaltis, o roteiro mudou completamente, o Vasco mostrou frieza, organização e maturidade, cobrou melhor, contou com atuação decisiva do goleiro Leo Jardim e transformou a vantagem construída no confronto em vaga na final, o Fluminense, apesar da vitória no jogo, saiu eliminado no objetivo maior.

    O resumo da noite é simples e direto, como costuma ser em mata-mata:
    o Fluminense venceu o jogo mas o Vasco venceu a semifinal.

    Na Copa do Brasil, não existe justiça poética nem posse de bola que valha mais que a classificação.

    O Vasco suportou a pressão, aceitou o sofrimento e decidiu quando a bola parou de rolar.

    O Maracanã viu tudo e no fim, viu o Fluminense deixar o campo vencedor no placar e derrotado na competição.

    O Vasco está na final da Copa do Brasil, o resto entra para a estatística.


    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Em uma tarde de festa para a Nação Rubro-Negra, o Flamengo conquistou uma vitória consistente por 2 a 0 sobre o Pyramids FC, do Egito, e garantiu sua vaga na grande final da Copa Intercontinental da FIFA 2025, que será disputada contra o poderoso Paris Saint-Germain (PSG), atual campeão da Liga dos Campeões da Europa. ge

    O jogo, realizado no Estádio Ahmad bin Ali, em Al Rayyan, no Catar, mostrou um Flamengo consciente de sua força e com uma estratégia bem executada, Léo Pereira abriu o placar de cabeça aos 23 minutos do primeiro tempo, após assistência precisa de Arrascaeta, e Danilo ampliou na segunda etapa, também em um lance aéreo aproveitando outra finalização de bola parada. CNN Brasil

    A classificação representa mais um marco na temporada histórica do clube, que já vinha embalado por títulos importantes incluindo a Copa Libertadores da América e agora terá a chance de disputar o título mundial intercontinental no próximo dia 17 de dezembro, novamente no estádio em Al Rayyan, às 17h (horário de Londres)ge+1

    A repercussão internacional também já começou, o jornal espanhol Marca destacou que “Filipe Luís e seu Flamengo enfrentarão o PSG na final da Copa Intercontinental”, enquanto outros veículos europeus alertaram o time francês sobre o talento e a organização da equipe brasileira um sinal de respeito além-mar para o Rubro-Negro. ge

    Para chegar a essa final, o Flamengo teve um caminho sólido: primeiro venceu o Cruz Azul (México) por 2×1, no chamado Dérbi das Américas, e depois superou o Pyramids na semifinal.

    Agora, o clube carioca se prepara para o duelo que pode coroar um ano espetacular e colocar novamente o futebol brasileiro no topo do cenário intercontinental. 

    O Flamengo está na final, mais uma vez, o Rubro-Negro atravessa o oceano, enfrenta contextos diferentes, rivais de estilos opostos e chega onde poucos chegam.

    Agora é PSG, é a Europa de novo no caminho, é mais uma chance de provar que o futebol brasileiro quando bem jogado segue vivo, forte e competitivo, a final está logo ali, e o Flamengo, como quase sempre, chegou onde precisava chegar.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Flamengo e Pyramids se enfrentam hoje pela semifinal da Copa Intercontinental, em Doha (Catar), na busca por uma vaga na grande final contra o PSG, campeão da Champions League. ge+1

    🔥 Flamengo, provável equipe titular

    O técnico Filipe Luís deve rodar a equipe para equilibrar recuperação física e competitividade em campo, a formação mais provável tem Rossi no gol, linha defensiva com Emerson Royal, Leo Ortiz, Léo Pereira e Ayrton Lucas, e um meio-campo de respeito com Pulgar, Jorginho e Arrascaeta, no ataque, nomes como Carrascal, Plata e Bruno Henrique podem aparecer de início, com possibilidade de entradas de De la Cruz e Cebolinha conforme o jogo se desenrola. ge+1

    🌍 Pyramids, adversário africano

    Pyramids FC, do Egito, vem com sua equipe titular descansada e entrosada, após um período maior de recuperação física, são perigosos em transições rápidas e com jogadores de qualidade técnica que podem surpreender em momentos de bola parada.

    📊 Possibilidades de final

    ➡️ Se o Flamengo vencer hoje, enfrenta o PSG na final da Copa Intercontinental, essa é a grande motivação da torcida rubro-negra: garantir um duelo mundial contra uma das potências europeias e coroar a temporada histórica.

    ➡️ Empate ou derrota levam a decisão para prorrogação e, se necessário, pênaltis, cenários de alta tensão em jogos de mata-mata.

    A equipe carioca entra como favorita pelo histórico e elenco superior, mas futebol é decidido em campo e o Pyramids já provou que pode incomodar, especialmente se o Flamengo não impor ritmo desde o início.

    No apito final, o Flamengo sabe exatamente o que está em jogo, não é apenas uma semifinal: é a chance de transformar uma grande campanha em final, de medir forças com a elite do futebol mundial e de reafirmar o peso internacional da camisa rubro-negra, em jogos assim, não existe amanhã sem entrega hoje, é concentração, é competitividade, é decisão.

    Agora, é dentro de campo.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • No Maracanã, em um clássico decidido nos detalhes e na coragem, venceu quem mereceu vencer. Vasco e Fluminense fizeram ontem um jogo intenso, nervoso e com cara de mata-mata, o Fluminense saiu na frente, mas o Vasco não se perdeu, buscou o empate e foi premiado com a virada no fim: 2 a 1, em uma noite que mostrou quem realmente quis o resultado.

    De acordo com o GE, o Fluminense abriu o placar e tentou administrar o jogo, apostando no controle da posse e na troca de passes, o Vasco, porém, não se entregou, mesmo em desvantagem, manteve a intensidade, subiu as linhas, passou a pressionar mais alto e foi empurrando o rival para trás com bola e com postura.

    O empate cruz-maltino mudou o jogo, deu confiança, trouxe o Vasco de vez para a partida e colocou o Fluminense sob pressão, a partir daí, o clássico ganhou ainda mais tensão, com o Vasco mostrando mais disposição para buscar a vitória e o Fluminense tentando resistir.

    Quando o empate parecia definido, o Vasco foi além, seguiu atacando, insistiu até o último lance e, nos minutos finais, conseguiu o gol da virada, explosão da torcida e retrato fiel do que foi o jogo: recompensa para quem não aceitou o resultado confortável.

    A vitória por 2 a 1 no Maracanã coloca o Vasco muito perto da final da Copa do Brasil, ainda há o jogo da volta, mas o recado foi dado, em clássicos decisivos, não basta jogar bonito, é preciso competir, acreditar e ir buscar.

    No Maracanã, venceu quem mereceu vencer.
    E o Vasco saiu de campo com um pé na final.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • O Flamengo entra em campo hoje carregando algo que poucas vezes vimos na história recente do clube: a serenidade de quem já conquistou tudo o que realmente importa.

    Porque antes de qualquer conversa sobre “Mundial”, antes de qualquer empolgação natural de final internacional, é preciso lembrar e repetir que 2025 já é um ano vencido pelo Flamengo.
    Os dois pilares de uma temporada perfeita já estão na Gávea:

    • Campeão Brasileiro,
    • Campeão da Libertadores.

    Esses são os troféus que definem grandeza, que contam história, que mudam clubes, que fazem temporada ser lembrada para sempre, e esses já estão no armário, o resto? O resto é consequência.

    O jogo de hoje vale, claro, todo torcedor quer ganhar, todo jogador quer fazer história, todo rubro-negro quer ver o escudo crescer ainda mais no cenário mundial, mas é importante manter o peso real das coisas: se vier, é bônus, é brinde, é a cereja do bolo em um ano que já foi absolutamente gigantesco.

    Não há pressão, não há obrigação, não há fantasma.
    O Flamengo joga leve e isso sempre foi perigoso para qualquer adversário.

    Que seja mais uma noite inesquecível, mas independentemente do resultado, 2025 já está marcado na pele: o ano em que o Flamengo dominou o Brasil e a América.

    🔎 Escalação para hoje

    Segundo as previsões divulgadas para o confronto de hoje contra Cruz Azul pela Copa Intercontinental da FIFA o Flamengo deve entrar com força quase máxima. Flamengo News+2ge+2

    A provável escalação é:
    Goleiro: Rossi
    Defesa: Varela; Danilo (no lugar de Léo Ortiz, que deve seguir no banco), Léo Pereira e Alex Sandro
    Meio-campo: Erick Pulgar; Jorginho e Arrascaeta
    Ataque: Carrascal; Bruno Henrique e Samuel Lino
    Técnico: Filipe Luís. Flamengo News+1

    Desfalques confirmados: o atacante Pedro — ainda em fase final de recuperação — não deve ser relacionado. 

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • O Vasco entrou no Brasileirão de 2025 prometendo competitividade, investimento e uma reconstrução definitiva dentro de campo mas, ao fim da campanha, o que se viu foi exatamente o oposto: 19 derrotas, um número que marcou a temporada como uma das mais difíceis da história recente do clube.

    Foram derrotas de todos os tipos algumas por méritos dos adversários, outras por falhas individuais gritantes, e várias por pura desconexão entre as ideias do treinador e o que o time conseguia executar, o torcedor vascaíno sofreu em jogos fora de casa, mas também em São Januário, onde a equipe deixou escapar pontos que mudariam completamente o rumo da tabela.

    O principal problema foi a inconsistência, em momentos raros o Vasco mostrou organização na maior parte da competição, porém, encontrou dificuldade até para criar jogadas simples, a defesa falhou repetidamente, o meio-campo não conseguia controlar o ritmo das partidas e o ataque viveu de lampejos individuais, o resultado? 19 reveses que machucaram o torcedor e acabaram colocando o clube na luta contra a parte de baixo da tabela durante praticamente todo o torneio.

    As derrotas também evidenciaram a necessidade de uma reformulação profunda elenco curto, escolhas equivocadas, e principalmente, a falta de um projeto contínuo.

    O Brasileirão de 2025 serviu de alerta máximo para que a diretoria repense prioridades e devolva ao torcedor aquilo que ele exige e merece, competitividade, respeito e um time que honre a tradição cruz-maltina.

    Agora, com a temporada virando a página, resta ao Vasco aprender com cada uma dessas 19 quedas. Porque um gigante pode até cair, mas não pode permanecer no chão.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • A Copa do Mundo de 2026 será histórica, pela primeira vez reunirá 48 seleções, essas equipes foram divididas em 12 grupos (de A a L), cada grupo com 4 seleções.
    Na fase de grupos, cada seleção joga três partidas uma contra cada adversário da chave.
    Avançam para a fase eliminatória os dois primeiros de cada grupo, além dos oito melhores terceiros colocados, totalizando 32 seleções na próxima fase.


    🗂️ Como ficaram alguns grupos destaques da fase de grupos

    Aqui vão algumas das chaves já definidas e o que elas prometem de interessante:

    • Grupo A: México, África do Sul, Coreia do Sul e o vencedor do playoff D (entre seleções europeias) um grupo equilibrado e com seleção-sede.
    • Grupo B: Canadá, Suíça, Catar e o vencedor do playoff A, outro grupo com desequilíbrios interessantes para times que buscam surpreender.
    • Grupo C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia, chave de grande visibilidade e com potencial de confrontos duríssimos.
    • Grupo D: Estados Unidos (sede), Paraguai, Austrália e o vencedor do playoff C, equilibrado, e com presença de seleções de diferentes continentes.
    • Grupo E: Alemanha, Equador, Costa do Marfim e Curaçao, um misto de tradição e desafios continentais.
    • Grupo L: Inglaterra, Croácia, Panamá e Gana, chave considerada forte e com histórico de surpresas.

    Esses exemplos mostram a diversidade de estilos e continentes, o que promete uma fase de grupos bastante imprevisível e competitiva.


    🔎 O que muda com o novo formato e por que vale atenção

    • Com 48 seleções, teremos seleções “menores” ganhando visibilidade, competições como a Copa costumavam reunir 32 times, então agora há mais espaço para surpresas.
    • A ampliação para 104 partidas no total do torneio torna o Mundial mais longo e intenso.
    • O caminho até a final exige oito jogos para quem chegar até lá, um a mais do que nas edições anteriores.
    • A presença dos 8 melhores terceiros colocados deixa o torneio mais aberto nem sempre será preciso terminar em 1º ou 2º do grupo para avançar, o que dá mais chances de “zebras”.

    📝 Conclusão: por que 2026 promete ser especial

    A Copa de 2026 chega com promessa de renovação, emoção e imprevisibilidade, com 48 seleções, grupos variados e o sistema de classificação ampliado, torcedores de todo o mundo têm chance de ver seleções fora do “top tradicional” brilharem, para grandes potências, o desafio está em lidar com chaves equilibradas e a pressão extra de ter que manter consistência em mais jogos.

    Seja você fã de seleções tradicionais ou de underdogs a expectativa para essa edição nunca foi tão alta, e o melhor, qualquer chave pode virar história.

    🌎 Grupo A

    México, Coreia do Sul, África do Sul e vencedor da repescagem europeia

    O México, dono da casa (ao lado dos EUA e Canadá), é favorito, mas Coreia e África do Sul têm potencial para incomodar, a repescagem ainda pode trazer um europeu competitivo para apimentar a disputa.


    🇨🇦 Grupo B

    Canadá, Suíça, Catar e vencedor da repescagem europeia

    Um grupo equilibrado, com um Canadá renovado, uma Suíça sempre competitiva e um Catar buscando evolução após sediar a Copa anterior, a repescagem pode mudar completamente o cenário.


    🇧🇷 Grupo C

    Brasil, Marrocos, Escócia e Haiti

    O Brasil chega com favoritismo, mas Marrocos vem de campanhas históricas, Escócia pode ser uma pedra no sapato, enquanto o Haiti é a zebra da chave, a tendência é de jogos duros e emocionantes.


    🇺🇸 Grupo D

    Estados Unidos, Paraguai, Austrália e vencedor da repescagem europeia

    Os EUA querem brilhar em casa, mas o Paraguai é tradicionalmente competitivo, a Austrália corre por fora, o europeu que entrar pode colocar tudo em risco.


    🇩🇪 Grupo E

    Alemanha, Equador, Costa do Marfim e Curaçao

    A Alemanha é ampla favorita, mas Equador e Costa do Marfim têm força física e técnica para buscar vaga, Curaçao chega como franco-atirador.


    🇳🇱 Grupo F

    Holanda, Japão, Tunísia e vencedor da repescagem europeia

    Holanda e Japão despontam como favoritos, a Tunísia pode surpreender em jogos fechados, enquanto o representante da repescagem pode equilibrar ainda mais a chave.


    🇧🇪 Grupo G

    Bélgica, Irã, Egito e Nova Zelândia

    Bélgica inicia como favorita, mas Egito e Irã têm elencos fortes e experientes, Nova Zelândia tenta aproveitar o novo formato para sonhar em avançar.


    🇪🇸 Grupo H

    Espanha, Uruguai, Arábia Saudita e Cabo Verde

    Uma das chaves mais interessantes: Espanha e Uruguai dividem favoritismo, mas Arábia Saudita já provou que pode fazer história, e Cabo Verde representa uma nova força africana emergente.


    🇫🇷 Grupo I

    França, Senegal, Noruega e vaga pendente

    Um grupo fortíssimo: França e Senegal brigam lá em cima; Noruega, com Haaland, tenta surpreender, a quarta vaga ainda pode reconfigurar completamente a disputa.


    🇦🇷 Grupo J

    Argentina, Áustria, Argélia e vaga pendente

    Argentina favorita, mas Áustria é sólida e Argélia tem tradição, a vaga restante pode trazer um adversário perigoso.


    🇵🇹 Grupo K

    Portugal, Colômbia, Uzbequistão e vencedor da repescagem intercontinental

    Portugal e Colômbia devem dominar, mas o Uzbequistão vem crescendo no futebol asiático, o time da repescagem pode complicar a vida de qualquer um.


    🏴 Grupo L

    Inglaterra, Croácia, Panamá e Gana

    Inglaterra e Croácia são potenciais líderes, mas Gana costuma crescer em grandes competições, o Panamá busca repetir a participação histórica.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Quando o assunto é dinheiro no futebol, a disputa não acontece apenas dentro de campo, fora dele, as camisas contam histórias, movimentam milhões e revelam quem realmente manda no mercado global, em 2025, o ranking das camisas mais valiosas do mundo mostra um cenário claro: a Europa domina, mas alguns gigantes sul-americanos começam a aparecer na conversa especialmente o Flamengo.

    🏆 Top 5 – As camisas mais valiosas do planeta (2025)

    (somando patrocínio máster, mangas, costas e contrato de fornecimento de material esportivo)

    1. Real Madrid – € 260 milhões/ano
      A camisa mais lucrativa do mundo, patrocínio máster milionário, acordo astronômico com a Adidas e vendas gigantescas, é o padrão ouro do mercado.
    2. Manchester United – £ 170 milhões/ano
      Apesar de oscilações esportivas, o United segue sendo uma marca global absurda, seu contrato de uniforme é um dos maiores já assinados por um clube de futebol.
    3. Manchester City – £ 150 milhões/ano
      A parceria com a Puma alcançou níveis históricos, o clube domina dentro e fora de campo, e isso se reflete no valor da camisa.
    4. Liverpool – £ 137 milhões/ano
      Mesmo com críticas sobre “subvalorização” recente, o Liverpool segue entre os gigantes do marketing esportivo.
    5. Arsenal – £ 125 milhões/ano
      O renascimento esportivo trouxe ganhos comerciais, a camisa dos Gunners está entre as mais rentáveis do mundo.

    🔥 E o Brasil? Onde entra nessa história?

    Essa é a parte surpreendente.

    Entre todos os clubes fora da Europa, apenas um aparece na disputa com números de impacto global:

    ⭐ Flamengo – R$ 400 milhões/ano (≈ £ 56,5 milhões/ano)

    O rubro-negro não compete financeiramente com a elite europeia, mas entra no top 10 das camisetas mais vendidas do planeta e possui um dos maiores faturamentos em patrocínios das Américas.

    Se o Flamengo jogasse a Premier League, estaria em 8º lugar no ranking de patrocínios, à frente de clubes como Aston Villa, Everton, West Ham e Brighton.


    🌎 Comparação Europa x América do Sul

    🇪🇺 Europa – o império do marketing

    Os clubes europeus têm três vantagens enormes:

    1. Alcance global permanente
      Eles vendem camisas na Ásia, África, EUA e Oriente Médio.
    2. Contratos com gigantes esportivas
      Adidas, Nike e Puma pagam fortunas para estar nas camisas dos principais clubes.
    3. Economias fortes e moedas valorizadas, isso multiplica o poder de negociação
    4. Um contrato de £ 100 milhões vale muito mais em real, peso ou euro.

    Por isso, Real Madrid, Manchester United, City, Liverpool e Bayern possuem camisas que valem mais do que todos os clubes da América do Sul somados.


    🇧🇷🇦🇷 América do Sul – paixão enorme, dinheiro limitado

    Mesmo com torcidas gigantes e estádios cheios, os clubes sul-americanos enfrentam:

    • Mercados menores
    • Moedas fracas
    • Vendas internacionais baixas
    • Limitações estruturais e comerciais

    Ainda assim, alguns clubes começam a ganhar destaque mundial:

    • Flamengo vende mais de 1,6 milhão de camisas por ano, nível que apenas 8 clubes do planeta atingem.
    • Boca Juniors supera 1,9 milhão em vendas e é o clube mais forte comercialmente na América Latina.
    • Palmeiras, Corinthians e São Paulo vendem entre 400 mil e 900 mil camisas/ano, números que os colocariam no meio da tabela se estivessem na Premier League.

    📌 Conclusão

    A camisa mais valiosa do mundo pertence ao Real Madrid, disparado.
    A Europa reina soberana no mercado global de patrocínios e camisas.

    Mas a América do Sul, impulsionada por gigantes como Flamengo e Boca Juniors, mostra que paixão, torcida e identidade também geram força comercial.

    A diferença é grande, muito grande, mas a distância está diminuindo.

    E, se continuar nesse ritmo, não será surpresa ver em poucos anos um clube sul-americano brigando pelo top 5 mundial de faturamento de camisa.


    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • 🔎 Contexto e projeções para 2025

    • Em 2024, o Flamengo já havia batido a marca de aproximadamente R$ 1,3 bilhão em receitas totais o maior faturamento individual do país naquele ano. ge+2Wikipedia+2
    • Para 2025, a diretoria inicialmente projetava algo em torno de R$ 1,5 bilhão
    • Conforme o ano avançou e com novas conquistas e receitas extras, essa estimativa foi revisada para R$ 1,85 bilhão.
    • Com a recente conquista da Copa Libertadores da América em 2025 que rendeu ao clube premiações que, somadas às demais fontes de renda, podem ultrapassar a marca de R$ 2 bilhões o clube se aproxima de concretizar essa meta histórica. 

    🧮 De onde vêm essas receitas

    O montante de receita do Flamengo em 2025 deriva de diferentes fontes combinadas:

    • Premiações por títulos e competições internacionais a Libertadores rendeu uma bolada importante, aumentando substancialmente a receita.
    • Direitos de transmissão, patrocínios e contratos comerciais por ser o clube com a maior torcida do Brasil e de grande visibilidade, consegue bons acordos de patrocínio, licenciamento e mídia.
    • Venda de atletas movimentações no mercado de transferências também geram receita.
    • Bilheteria, sócios, merchandising e outras receitas operacionais o volume de jogos, torcida e engajamento comercial ajudam a compor o resultado. 

    📊 O que significa “R$ 2 bilhões” no contexto do futebol brasileiro

    • Se de fato o Flamengo atingir ou ultrapassar os R$ 2 bilhões em 2025, será a primeira vez que um clube brasileiro alcança esse patamar em receita anualTerra+2IstoÉ Dinheiro+2
    • Esse marco reforça o status do Flamengo como a principal potência econômica do futebol nacional algo que se traduz não só em resultados esportivos, mas em estrutura, marketing, gestão e capacidade de investimento.
    • Atingir R$ 2 bi sinaliza um “novo teto” para o futebol brasileiro: se um clube consegue esse volume com modelo doméstico + internacional + marketing + vendas, outros clubes podem buscar estratégias semelhantes para se aproximar desse patamar.

    ⚠️ Limites e desafios

    Mas alcançar esse número não significa que o clube está “sem problemas”:

    • Mesmo com alto faturamento, os clubes têm custos altíssimos contratações, salários, manutenção, dívidas, no balanço de 2024, apesar do faturamento de R$ 1,3 bilhão, o clube fechou com déficit e viu sua dívida crescer substancialmente.
    • A sustentabilidade desse sucesso depende de manter resultados esportivos, mas também de boa gestão: patrocínios, balanços, renovações não dá para depender só de uma temporada extraordinária.
    • A concorrência e as oscilações (transferências, desistências de patrocínios, desempenho em campo) podem tornar volátil esse tipo de receita ano a ano.

    ✅ Por que 2025 pode ser um ponto de virada

    2025 representa um momento simbólico para o futebol brasileiro e para o Flamengo por algumas razões:

    • Combinação de alto desempenho esportivo + gestão comercial + visibilidade internacional, algo que nem sempre se alinha tão bem.
    • Demonstração de que clubes podem buscar receita de forma diversificada não só bilheteria ou sócios, mas também mercados de mídia, transferências, marketing global.
    • Cria uma referência histórica: alcançar R$ 2 bilhões mostra que o teto de faturamento de clubes brasileiros pode e deve ser repensado.
    • Reforça o poder de mercado do Flamengo o que impacta rivalidades, mercado de jogadores, patrocínios e estrutura de clubes no Brasil.
    • Em 2013, o Flamengo arrecadava R$ 273 milhões.
    • Em 2025, deve fechar perto de R$ 1,85 bilhão.
    • Isso representa um crescimento de +578% em 12 anos.
    • Os maiores saltos aconteceram em:
      • 2016 → 2017 (reestruturação + vendas)
      • 2018 → 2019 (ano mágico das taças)
      • 2024 → 2025 (impacto de títulos + marketing + premiações internacionais)

    📈 O que explica esse crescimento?

    2013–2015: o alicerce

    O clube iniciou um processo de reestruturação pesada, pagando dívidas, renegociando contratos e organizando a casa.

    2016–2017: início da expansão

    Com as finanças estabilizadas, o Flamengo passou a ter poder de investimento e atrair patrocinadores mais fortes.

    2018–2019: a virada esportiva

    Em 2019, o clube viveu um de seus melhores anos em campo no século, com grandes títulos e uma explosão de receitas principalmente bilheteria, premiações e direitos de transmissão.

    2020–2022: resistência em meio à pandemia

    Mesmo com queda natural em 2020, o Flamengo manteve altos níveis de arrecadação, sustentado por sócio-torcedor, TV e vendas de jogadores.

    2023–2025: consolidação como potência sul-americana

    Com campanhas fortes, elenco caro e grande presença internacional, o Flamengo chega ao patamar de clube bilionário de forma consistente. Flamengo deixou de ser apenas um gigante de torcida para se tornar um gigante econômico.
    O clube hoje opera em padrões internacionais e o faturamento de 2025 deixa isso inquestionável.

    Se dentro de campo o Flamengo se acostumou a brigar por todos os títulos, fora dele o clube também se tornou referência de gestão, receita e capacidade de investimento.

    A caminhada rumo aos R$ 2 bilhões não é apenas um número:
    é a prova de que o Flamengo mudou de patamar e dificilmente voltará atrás.


    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.