Cercado de Trairas FC

Um blog de futebol pra quem não engole papo de dirigente nem discurso bonito de coletiva, aqui é bola, dinheiro e verdade sem filtro, sem firula e com opinião de arquibancada, escrito por Murilo Marcelli, um torcedor que fala o que o povo pensa e não tem medo de cutucar cartola, clube ou federação.

  • A 37ª rodada trouxe desdobramentos importantes para a luta pelo acesso à Campeonato Brasileiro Série A e para o temido descenso à Campeonato Brasileiro Série C. Entre os destaques: a confirmação de um time para a elite, mudanças nas chances dos concorrentes e novos cenários para os que tentam escapar da queda.

    Segundo levantamento do veículo Lance!, após os resultados da 37ª rodada:

    • Coritiba alcançou 100% de chance de acesso.
    • Athletico‑PR apresenta cerca de 84,5% de chance de subir.
    • Criciúma aparece com 57,8%, Chapecoense com 56,2%, Goiás com 43,6%.
    • Em termos de risco de queda: Volta Redonda, Paysandu e Amazonas com 100% de risco segundo o relatório.

    Ou seja: o cenário começa a se cristalizar, mas ainda há muitas incertezas entre as vagas restantes de subida e os elos finais da degola.


    Acesso à Série A: quem está garantido, quem respira e quem ainda sonha

    Garantido

    • O Coritiba fez o que precisava: com o empate por 0×0 contra o Athletic Club, confirmou o acesso à Série A para 2026.
      Para a torcida e para o clube, é motivo de alívio e celebração — a meta está cumprida.

    Quase lá

    • Athletico-PR está bastante confortável com 84,5% de chance de acesso. Ainda não subiu matematicamente, mas está bem posicionado.
      Faltam poucos ajustes — vencer ou empatar um dos próximos jogos já colocaria o Furacão em zona praticamente segura.

    Disputa viva

    • Criciúma e Chapecoense estão em situação delicada: ambas com pouco mais de 50% de possibilidade de acesso.
    • Goiás, com 43,6%, precisa reagir com urgência se quiser manter o sonho vivo.
    • Outros times ainda dependem de combinações de resultados e tropeços dos adversários para terem chance de subir.

    O que falta

    • A pontuação tende a subir para garantir o acesso — com poucos jogos restando, cada ponto será precioso.
    • Cruzeiro ou desgastes físicos, suspensões, lesões — tudo pode influenciar.
    • A rodada de ontem deixou claro que a subida já não será tranquila para os times de fora do topo.

    Queda para a Série C: quem já despencou, quem balança e quem ainda se salva

    Já confirmados

    • Volta Redonda, Paysandu e Amazonas já estão praticamente condenados com 100% de chance de queda segundo os relatórios após a rodada.
      Esses clubes já têm o rebaixamento praticamente consumado — a luta agora é apenas o regulamento e a dignidade em campo.

    Em risco grave

    • Ferroviária aparece com ~55% de risco de queda segundo análise anterior à rodada. VEJA
    • Athletic Club aparece com ~29,8% de risco. ge+1
      Ou seja: esses clubes ainda têm chances de escapar, mas precisam reagir rápido.

    Já salvos

    • Equipes que não têm mais chances de acesso nem risco de queda já estão praticamente “cumprindo tabela”. ge

    O que resta

    • Para os clubes que ainda lutam: somar pontos, vencer confrontos diretos, evitar tropeços.
    • O psicológico pesa muito nessa fase: saber que está próximo da degola pode minar a confiança.
    • A rodada de ontem deixou alguns times com trajetória quase plotada — para outros, a pressão agora será enorme nas duas últimas rodadas.

    O impacto da rodada de ontem

    • O acesso do Coritiba muda o “tom” da disputa — agora são três vagas restantes para a Série A.
    • Isso abre uma maior disputa entre Athletico-PR, Criciúma, Chapecoense, Goiás e outros.
    • No fim da tabela, com três times já praticamente rebaixados, a “briga pelo 16.º ou 17.º lugar” ganha contornos de tragédia ou redenção.
    • A 37ª rodada deixou claro que os últimos jogos serão de puro sufoco, com cenário de “guerra” para muitos clubes.

    Conclusão

    A 37ª rodada da Série B 2025 teve o momento decisivo: o Coritiba garantiu o acesso, o que reconfigura a disputa. A luta agora se concentra nas últimas três vagas para a elite — e também na fuga desesperada da queda. Os próximos dois jogos serão fundamentais para definir quem sobe e quem cai. Quem tiver consistência, foco e alguma sorte sairá vitorioso.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • O Flamengo voltou ao topo da tabela em grande estilo mas com um roteiro cheio de altos e baixos.

    A vitória por 5 a 1 sobre o Sport recoloca o Rubro-Negro na liderança do campeonato faltando apenas cinco rodadas, muito graças também ao tropeço do Palmeiras, que perdeu e abriu caminho para a ultrapassagem.

    Apesar do placar elástico, o Flamengo fez um primeiro tempo muito abaixo das expectativas. Lento, previsível e pouco criativo, o time não conseguia impor seu ritmo e saiu para o intervalo deixando a torcida com aquela sensação amarga de que a noite poderia ser complicada.

    Mas o futebol sempre reserva seus capítulos inesperados e o segundo tempo mudou tudo.

    Com duas expulsões de jogadores do Sport, o Flamengo passou a ter espaço, intensidade e tranquilidade para dominar completamente as ações. A partir daí, o que era um jogo travado virou uma avalanche ofensiva. O Mengão empilhou chances, acelerou o ritmo e construiu a goleada por 5 a 1 com autoridade, na Arena Pernambuco, com pouco mais de 12 mil torcedores.

    A vitória, somada à derrota do Palmeiras, recoloca o Flamengo na liderança justamente no momento mais decisivo do campeonato. Agora restam cinco rodadas para confirmar o que parecia distante semanas atrás: a luta direta pelo título está mais viva do que nunca.

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  • O futebol do estado do Rio de Janeiro viveu um baque importante em 2025: o Volta Redonda F.C., único representante carioca da Campeonato Brasileiro Série B, foi matematicamente rebaixado para a Série C.
    Como consequência, o Rio de Janeiro ficará sem clube na segunda divisão nacional em 2026

    cenário que exige análise, reflexões e preocupações.

    O que aconteceu com o Volta Redonda

    • Em 10 de novembro de 2025, após vitória do Botafogo‑SP sobre o Amazonas FC, o Volta Redonda teve seu rebaixamento confirmado com 34 pontos e restando duas rodadas.
    • Nos 36 jogos até então, o clube venceu apenas 8 vezes, empatou 10 e perdeu 18. Marcou apenas 23 gols, sendo o pior ataque da competição, com saldo de –17.
    • Fora de casa, o desempenho foi alarmante: apenas 7 pontos de 54 possíveis, com 1 vitória e 4 empates.
    • O técnico Rogério Corrêa, que havia levado o clube à conquista da Série C em 2024, admitiu que “o clube não estava preparado para disputar a Série B”.

    Impacto para o Rio de Janeiro

    • Com a queda do Volta Redonda, nenhum clube do estado do Rio de Janeiro estará na Série B em 2026 — fato raro no cenário do futebol nacional.
    • Esse desaparecimento representa um golpe não só para o clube, mas para a visibilidade estadual: patrocínios, mídia e atenção nacional diminuem quando um estado não tem representação na segunda mais importante divisão do país.
    • Para os torcedores e para o mercado local, há uma quebra de “ponte” entre o futebol estadual e o cenário nacional de maior alcance.

    Por que isso não pode se repetir

    Alguns apontamentos essenciais para que situações semelhantes sejam evitadas:

    • Planejamento financeiro e estrutural: O Volta Redonda viveu limitações que o próprio treinador destacou. Um clube promovido precisa reforçar administração, elenco e logística para sobreviver.
    • Investimento em elenco e comissão: Ter sido campeão da Série C em 2024 gerou expectativas. Mas a transição para a Série B exige elenco mais qualificado e condição competitiva.
    • Manutenção de base e continuidade: Mudanças muito rápidas em comissão técnica ou filosofia podem abalar o desempenho. O clube teve desgaste em 2025.
    • Visão estratégica de longo prazo: Permanecer na Série B vai além de um ano de suspense, precisa de construção sustentável.

    O Volta Redonda em perspectiva histórica

    Você pode considerar que o Volta Redonda vinha com trajetória ascendente, campeão da Série C em 2024 retornou à Série B após 26 anos.
    Porém, o salto talvez tenha sido grande demais e rápido demais para a estrutura atual do clube.
    Além disso, o clube estava em uma competição exigente justamente na segunda divisão, e não conseguiu manter performance condizente com os adversários.


    E agora? O que esperar para 2026

    • O Volta Redonda disputará a Série C em 2026 com missão dupla: reconstrução e busca por retorno. O desafio será recuperar mercado, torcida e moral após o descenso.
    • Para o futebol do Rio de Janeiro: há a necessidade urgente de fortalecimento de outros clubes que possam buscar ascensão à Série B, para que o estado não permaneça sem representação por tempo prolongado.
    • Para os torcedores: é momento de reflexão, reunião de forças e mobilização para apoiar o clube no momento de crise, pois a permanência fora da Série B por muitos anos pode implicar em perdas maiores.

    Conclusão

    O rebaixamento do Volta Redonda é mais do que um simples descenso: é um alerta e uma chamada de atenção para o futebol do estado do Rio de Janeiro. Quando o único representante cai, o impacto reverbera, na visibilidade, no mercado, na ambição de clubes e torcedores.
    Mas também pode ser uma oportunidade de recomeço. Se bem liderado, o Volta Redonda poderá reconstruir, aprender com os erros e retornar mais forte. E o futebol carioca deve usar esse momento para revisar práticas, fortalecer divisões menores e construir uma base sólida para o futuro.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • O artilheiro da Série B em 2025 atende pelo nome de Pedro Rocha, atacante do Remo, que vive a melhor fase da carreira e lidera a disputa pela artilharia com 14 gols até a última atualização oficial. O atacante não apenas coloca seu nome no topo das estatísticas, mas também se tornou um dos principais motores da campanha do clube paraense na competição.

    Pedro Rocha combina explosão, frieza e senso de posicionamento — características que o transformaram no terceiro maior goleador do Remo no século, segundo levantamento divulgado. O desempenho constante, marcando dentro e fora de casa, é um fator determinante para manter o Remo competitivo na luta por acesso.

    A briga pela artilharia também envolve adversários diretos, como Carlão, da Ferroviária, que segue na caça e mantém a disputa aberta. Ainda assim, Pedro Rocha demonstra regularidade e protagonismo em jogos decisivos, elementos que fortalecem seu favoritismo na reta final do campeonato.

    Se mantiver o ritmo, poderá encerrar a temporada não apenas como o maior goleador da Série B, mas também como um dos jogadores mais valorizados do mercado nacional — abrindo portas para voos maiores em 2026.

    Algum deles teria vaga no seu time??? qual deles você gostaria que fosse contratado para 2026 ????

    Vale lembrar que os dois já passaram dos 30 anos, Pedro Rocha tem 31 e Carlão 33 anos.

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  • O Mirassol Futebol Clube foi fundado no dia 9 de novembro de 1925 na cidade de Mirassol (SP) — um clube que, nos primórdios, era apenas mais uma agremiação para representar um município pequeno em torneios regionais e amistosos.
    Durante décadas esteve fora dos holofotes, transitando entre o amadorismo e categorias inferiores do futebol paulista.

    Os começos e a profissionalização

    Somente em 1951 o clube ingressou no profissionalismo estadual.

    Em 1964, fundiu-se com o rival local GREC (Grêmio Recreação Esporte e Cultura), assumindo o nome “Mirassol Atlético Clube” e até alterando suas cores.

    Em 1982 voltou ao nome original e às cores tradicionais (amarelo-verde) e desde então iniciou uma trajetória mais constante.

    A virada: anos 2000 em diante

    No fim da década de 2000, o Mirassol ganhou expressão: em 2008 disputou pela primeira vez a elite do Campeonato Paulista.

    A partir dali começou a escalada estadual e nacional.

    Um dos marcos foi a venda de Luiz Araújo, formado na base do clube, que gerou recursos fundamentais para o clube investir em estrutura.

    Com isso, o clube pôde construir um moderno centro de treinamento (inaugurado em 2019) e se estruturar para crescer de modo sustentável.

    Títulos, acessos e protagonismo

    • Em 2020 o clube conquistou o título da Série D do Campeonato Brasileiro, garantindo o acesso à Série C.
    • Em 2022 conquistou a Série C e subiu para a Série B.
    • Em 2024 foi vice-campeão da Série B, com 67 pontos, conquistando o acesso à elite nacional (Série A) pela primeira vez em sua história.

    No Campeonato Paulista de 2020, alcançou a 3ª colocação, outro bom indício de que o clube já não era mais coadjuvante.

    Situação atual

    Hoje (2025) o Mirassol disputa a Série A do futebol brasileiro, participação inédita e simbólica no ano de seu centenário.

    A cidade de Mirassol, com sua torcida e estrutura, assiste ao seu time emergindo como uma força do interior paulista, além dos clubes tradicionais.

    Investimento da administração

    A virada do clube tem por trás uma gestão competente e focada em estrutura.

    • A venda de Luiz Araújo permitiu ao clube investir no centro de treinamento, elevar as categorias de base e profissionalizar o clube.
    • O presidente Edson Ermenegildo manteve uma política de “operar dentro da nossa capacidade financeira”, evitando dívidas e construindo um modelo sustentável.
    • A estrutura do estádio, o Estádio Municipal José Maria de Campos Maia (“Maião”), também foi modernizada ao longo dos anos para comportar melhor seu crescimento.

    Por que esse clube virou case?

    O Mirassol representa o que muitos clubes do interior almejam:

    • Reformulação da base e aproveitamento de talentos próprios.
    • Venda de peças estratégicas para gerar caixa e reinvestir.
    • Uma escalada gradual, com acessos e títulos nacionais menores, que pavimentam a chegada à elite.
    • Estrutura e gestão, não apenas “bom elenco”, mas base sólida.

    Conclusão: o futuro do Leão

    O Mirassol não se contenta apenas em alcançar a Série A — já se fala em alçar voos maiores, disputar competições continentais (Copa Sul-Americana) e consolidar sua marca fora do interior paulista. ge
    Para a torcida, para a cidade, para quem acompanha futebol de interior, o “Leão da Alta Araraquarense” virou símbolo de “como fazer direito no futebol”.

    E com isso, seguimos dizendo: viva o Mirassol FC, viva a pequena, mas animada torcida, viva o sonho que virou realidade.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • 1. O que aconteceu

    O meia Oscar, de 34 anos, vem sendo monitorado por alterações cardíacas há alguns meses.
    Na manhã de terça-feira (11/11/2025), durante exames de rotina no CT do São Paulo, ele desmaiou enquanto fazia um teste de bicicleta ergométrica.
    Foi encaminhado de ambulância para o Hospital Israelita Albert Einstein, onde permanece em observação na UTI, após submeter-se a cateterismo e ressonância para investigação do quadro.
    O clube comunicou que “o atleta apresentou intercorrência com alterações cardiológicas” durante os exames e está clinicamente estável, aguardando novos laudos.

    2. A possibilidade de aposentadoria

    Fontes internas do clube revelam que a chance de Oscar encerrar a carreira na próxima semana chega a ser quase certa.
    O contrato de Oscar com o São Paulo vai até o fim de 2027, mas uma rescisão amigável está sendo considerada como cenário mais provável se o jogador optar por se aposentar.
    O meia já havia declarado, em caso de risco, estar disposto a pendurar as chuteiras “mesmo que mínima” fosse a chance de agravar a sua condição.

    3. O histórico recente

    Além da questão cardíaca, Oscar sofreu uma fratura em três vértebras (L1, L2 e L3) após disputa no clássico contra o Corinthians em julho, o que o afastou dos gramados. 
    Em agosto, em exames de recuperação dessa lesão, foi detectada uma alteração cardíaca, embora na ocasião tenha sido liberado a jogar pelos médicos.
    Desde então, esteve em tratamento e monitoramento, mas a situação culminou no desmaio durante os testes deste mês.

    4. O impacto para o São Paulo

    Para o clube, a saída de Oscar representaria a perda de um atleta experiente, peça de liderança e com histórico internacional de sucesso (tanto no Chelsea FC quanto no futebol chinês).
    O São Paulo já se prepara para a pré-temporada de 2026, e essa situação abre uma lacuna importante no meio-campo.
    Internamente, a hipótese de rescisão amigável está sendo trabalhada para preservar tanto o patrimônio físico e de saúde do atleta quanto os interesses do clube.

    5. Reflexão sobre saúde e carreira

    Esta situação reforça o quanto a saúde dos atletas de alto rendimento deve ser acompanhada de perto — alterações cardíacas, ainda que assintomáticas, podem se manifestar em momentos críticos.
    Para Oscar, a escolha agora é de priorizar o bem-estar e a vida fora de campo — a segurança e a longevidade pessoal podem valer mais que a glória de vestir ainda alguns anos a camisa do clube.
    Para os torcedores, fica o sentimento de gratidão: um jogador que vestiu o manto tricolor com dedicação, agora coloca a vida como prioridade.

    6. Conclusão

    A aposentadoria da OSCAR (potencialmente aos 35 anos, ao término da temporada 2025) não será apenas o fim de uma fase — será uma decisão de proteção à vida.
    Enquanto aguardamos os laudos finais e o posicionamento oficial do atleta e do clube, fica o agradecimento pelo empenho e o desejo de que ele possa seguir com saúde e tranquilidade nos próximos capítulos da sua vida.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • O momento de Neymar no Santos FC deixa qualquer torcedor com uma certeza, hoje, é inequívoco que ele não tem a menor chance de voltar a ser convocado para a Seleção Brasileira.

    Primeiro, por um aspecto prático: o Neymar voltou recentemente de lesão, após ter ficado 48 dias fora dos gramados.

    A comissão técnica já fez quatro convocações seguidas sem incluir o nome dele, o que por si só evidencia que ele não está nos planos.

    Segundo, o cenário do clube agrava ainda mais a situação: o Santos vive uma forte queda de rendimento, briga contra o rebaixamento, e a visibilidade de Neymar dentro desse contexto está sendo prejudicada — inclusive, ele pode disputar a Série B em 2026 com o clube.

    Em resumo: voltar à Seleção exige forma, consistência e protagonismo — fatores que hoje claramente estão em falta.

    Terceiro, a decisão da comissão técnica do técnico Carlo Ancelotti parece priorizar atletas com ritmo, desempenho constante e que estão em destaque — critérios que Neymar não está preenchendo.

    A ausência contínua de Neymar na lista reforça essa interpretação.

    Portanto, com base no que vimos até aqui — falta de minutos, clube em crise, visibilidade em baixa e sem contar com o destempero do craque dentro de campo, Aecelotti procura opções mais consistentes para a Seleção e ai fica claro que Neymar não tem a menor chance de ser convocado enquanto mantiver esse nível de atuação.

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  • A 33ª rodada do Campeonato Brasileiro Série A de 2025 trouxe um cenário vibrante: o Flamengo venceu, o Palmeiras tropeçou e de repente a vantagem no topo ficou mais curta — e agora a disputa pelo título está de fato mais viva.

    🔥 O momento chave

    • O Flamengo derrotou o Santos por 3×2, em jogo da 33ª rodada. ge
    • O Palmeiras foi derrotado pelo Mirassol por 2×1, o que abriu brecha para o rival encostar. ge
    • Segundo o GE, após esses resultados as chances do Flamengo de título saltaram para 39,11%, enquanto as do Palmeiras caíram para 59,65%ge

    📊 E agora? Como está a disputa

    O topo da tabela está mais quente: o Palmeiras ainda lidera, mas não com a folga de antes — o Flamengo reduziu a distância, assumindo papel de perseguidor real. Com números incluídos na análise da GE, a briga virou cara a cara.
    Se o Flamengo mantém o ritmo, a reta final do campeonato reserva “jogo de xadrez”.

    🎯 O que muda daqui para frente

    • Vitórias, saldo de gols e confronto direto ganham ainda mais peso porque a margem de vantagem do líder diminuiu.
    • O Palmeiras não pode mais vacilar: cada tropeço agora é aproveitado pelo Flamengo.
    • Para o Flamengo, o momento é de pressionar: ele está mais próximo, a torcida sente que “é agora”.
    • A disputa deixa de ser apenas “quem vai ganhar” e se torna “quem vai segurar a liderança”.

    📝 Reflexão para arquibancada

    No Maracanã, nas torcidas e nas redes sociais, o clima é de decisão. O “encostou” virou referência — e ninguém quer ficar para trás. O jogo mudou: não basta estar em primeiro, é preciso mostrar que merece manter ali até o fim.


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  • O Vasco viveu uma tarde de pesadelo em São Januário. Pela 33ª rodada do Brasileirão, o time cruz-maltino foi derrotado por 3 a 1 pelo Juventude, que mostrou personalidade, eficiência e frieza para virar o jogo ainda no primeiro tempo e confirmar o resultado na etapa final.

    O time carioca começou bem: Rayan abriu o placar, empolgando a torcida que lotou o estádio. Mas a alegria durou pouco. Em questão de minutos, o Juventude virou com Marcelo Hermes e Nenê, que não perdoou o ex-clube e comemorou discretamente, respeitando o Vasco, mas deixando clara sua importância na vitória jaconera.

    No segundo tempo, o Vasco até tentou reagir, mas faltou criatividade e sobrou desorganização. A torcida perdeu a paciência com erros individuais e começou a vaiar. O castigo veio nos minutos finais, quando Ewerthon ampliou o placar e transformou a vitória em goleada moral: 3 a 1.

    Com o resultado, o Juventude respira na luta contra o rebaixamento e mostra força fora de casa, enquanto o Vasco vê sua situação complicar mais uma vez, desperdiçando pontos importantes diante da própria torcida.

    Nos bastidores, o clima é de cobrança. A torcida protestou ao final do jogo, gritando “olé” ironicamente a cada toque do adversário. A pressão sobre o técnico e os jogadores aumenta, e a reação precisa vir já na próxima rodada.

    Em contrapartida, o Juventude celebra um triunfo histórico em São Januário — e dá mais um passo na tentativa de permanência na Série A.

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  • Mil vezes Pep. No domingo, 9 de novembro de 2025, Pep Guardiola atinge a marca de 1.000 partidas como treinador profissional — e o cenário não poderia ser mais simbólico: Manchester City x Liverpool, duelo que virou a régua da excelência na Premier League. Para o próprio Pep, encarar o Liverpool nesta data é “o rival perfeito” para celebrar o marco.

    Ao longo de uma trajetória iniciada no Barcelona (2008), lapidada no Bayern e elevada a outro patamar no City, Guardiola chega ao milésimo jogo com mais de 700 vitórias e um aproveitamento acima de 70%, números que ajudam a explicar sua aura de técnico transformador. Em balanços publicados pela imprensa britânica, a conta chega a 715 vitórias em 999 jogos (71,57%) na véspera do clássico.

    Não são apenas os números frios: são títulos e ideias. Do tiki-taka que redefiniu o Barcelona ao City que domina territórios por meio de superioridades posicionais, sua prateleira inclui 12 títulos nacionais de liga e 3 Champions League — um currículo que o coloca, sem rodeios, na conversa dos maiores da história.

    A data chega com reconhecimento institucional: após o jogo, Guardiola será entronizado no “LMA Hall of Fame 1,000 Club”, clube da associação de técnicos da Inglaterra dedicado a quem cruza a barreira do milhar. Um selo oficial para uma carreira que já tinha o carimbo da eternidade.

    No Brasil, o momento também ganhou destaque: o ge batizou de “Mil vezes Pep Guardiola” e sublinhou a simbologia do clássico deste domingo, além de ressaltar como o Liverpool se tornou o antagonista ideal da era City. É o encontro que moldou a última década na Inglaterra — e que, não por acaso, serve de palco para o jogo número 1.000.

    Por que este marco importa

    • Consistência absurda: manter >70% de vitórias por 18 anos, em três gigantes, sob escrutínio permanente.
    • Ideias que viraram escola: da saída de três com laterais-interiores ao falso 9, seus conceitos se espalharam por seleções e clubes pelo mundo.
    • Rivalidade que elevou o nível: Klopp e o Liverpool forçaram Pep a buscar novas soluções; o jogo deste domingo é mais um capítulo dessa dialética.

    Independentemente do placar, o milésimo é menos sobre destino e mais sobre percurso: dedicação, obsessão por detalhes e uma estética de controle que moldou a maneira como vemos o jogo. Se o futebol de 2025 é mais pensado, mais posicional e mais paciente com a bola, muito passa por Guardiola.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.