Cercado de Trairas FC

Um blog de futebol pra quem não engole papo de dirigente nem discurso bonito de coletiva, aqui é bola, dinheiro e verdade sem filtro, sem firula e com opinião de arquibancada, escrito por Murilo Marcelli, um torcedor que fala o que o povo pensa e não tem medo de cutucar cartola, clube ou federação.

  • O sábado foi de alívio e comemoração para duas torcidas apaixonadas: o Corinthians (o “Timão”) e o Cruzeiro (o “Cabuloso”). Ambos os times conquistaram vitórias importantes na 29ª rodada do Campeonato Brasileiro Série A 2025 — e o que se viu foi uma dose de confiança renovada.

    Corinthians 1 × 0 Atlético-MG

    O Corinthians recebeu o Atlético Mineiro e saiu vitorioso por 1 a 0, com um golaço de Maycon no início do segundo tempo. A equipe de Mano Menezes mostrou intensidade e dominou as ações, especialmente após o intervalo. Com o resultado, o Timão respira na tabela e volta a sonhar com uma arrancada nas últimas rodadas.

    Cruzeiro 1 × 0 Fortaleza

    No Mineirão, o Cruzeiro também fez bonito. O gol solitário de Christian garantiu a vitória celeste diante do Fortaleza. O time mineiro foi disciplinado taticamente e contou com boa atuação do garoto Arroyo, que participou diretamente da jogada do gol. O resultado reforça a boa fase do Cabuloso e mantém viva a esperança de brigar pelo titulo.

    O Brasileirão segue pegando fogo, e neste sábado quem comemorou foi o povo alvinegro e celeste. Corinthians e Cruzeiro mostraram que, mesmo em uma temporada de altos e baixos, ainda têm fôlego e torcida suficiente para buscar mais.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Neste sábado, a Neo Química Arena será palco de mais um clássico nacional: Corinthians x Atlético Mineiro, pela 29ª rodada do Brasileirão. De um lado, o Timão tenta reencontrar o caminho das vitórias diante da sua torcida. Do outro, o Galo busca reafirmar sua força e mostrar que ainda tem fôlego para subir na tabela.

    Mas, mais do que um simples confronto entre times tradicionais, o jogo promete ser marcado pelo embate entre duas estrelas que carregam o protagonismo em seus clubes: Memphis Depay e Hulk.

    Memphis: o cérebro e a ousadia corintiana

    O holandês Memphis Depay voltou ao time titular e rapidamente se tornou o grande diferencial ofensivo do Corinthians. Carrega consigo técnica refinada, poder de finalização e leitura de jogo acima da média. São 18 participações diretas em gols no Brasileirão, números que mostram sua importância e explicam por que a Fiel deposita tantas esperanças nele.

    Com Memphis em campo, o Corinthians ganha um ataque mais imprevisível, com movimentação, passes verticais e a capacidade de transformar jogadas difíceis em gols improváveis. Hoje, ele é o grande trunfo do técnico alvinegro para furar a sólida defesa atleticana.

    Hulk: força, experiência e liderança mineira

    Pelo lado do Atlético-MG, o veterano Hulk segue sendo o símbolo da equipe. Mesmo em um momento de oscilações do Galo, o camisa 7 continua decisivo. Seja em bola parada, em jogada individual ou na pura imposição física, Hulk é o tipo de jogador que pode resolver o jogo em uma única oportunidade.

    Com mais de 100 gols pelo clube e uma presença de liderança dentro e fora de campo, ele é o termômetro emocional do time. Quando está inspirado, o Galo cresce junto — e o Corinthians sabe bem o quanto ele pode ser letal.


    Expectativa de equilíbrio

    O histórico entre os clubes mostra um confronto equilibrado: o Corinthians tem uma ligeira vantagem em vitórias, mas o Atlético costuma endurecer os duelos, especialmente nos jogos grandes. Na prática, é um duelo de detalhes — e de quem souber aproveitar melhor as falhas do adversário.

    Com Depay em busca de brilho e Hulk sempre pronto para decidir, o jogo promete ser intenso, físico e técnico na mesma medida. Um duelo de estilos e gerações — a arte do holandês contra a potência do brasileiro.


    ⚽ Palpite?
    Equilíbrio total. Mas se a estrela de um dos dois brilhar — Memphis ou Hulk —, ela pode muito bem iluminar o caminho da vitória.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • A reta final do Brasileirão 2025 chega pegando fogo. A disputa pelo título e a briga contra o rebaixamento estão mais acirradas do que nunca — e os números mostram cenários bem distintos para quem sonha com a taça e quem luta para escapar da degola.


    🥇 A briga pelo título

    De acordo com o modelo matemático da UFMG, o Palmeiras é o grande favorito ao título, com 68,3% de chance de levantar a taça. O Flamengo vem logo atrás, com 29,8%, ainda sonhando com uma arrancada nas últimas rodadas.

    Na cola dos gigantes, Cruzeiro e Mirassol aparecem como apostas improváveis, mas matematicamente ainda vivos na disputa. O Cruzeiro tem 1,8% e o Mirassol 0,16% de chance de ser campeão — o que já é um feito notável para ambos.

    Abaixo deles, BahiaFluminense e Botafogo aparecem com chances residuais, inferiores a 1%.


    📊 Probabilidades de Título — Série A 2025 (UFMG)

    PosiçãoClubeProbabilidade de Título
    Palmeiras68,3%
    Flamengo29,8%
    Cruzeiro1,8%
    Mirassol0,16%
    Bahia0,012%
    Fluminense0,004%
    Botafogo0,001%
    Demais clubes0,000%

    📈 Fonte: Departamento de Matemática da UFMG – Probabilidades Série A 2025 (atualizado em outubro de 2025).


    ⚠️ Quem corre risco de cair

    Na parte de baixo da tabela, o drama é total. O Sport lidera a lista dos desesperados, com mais de 99% de chance de rebaixamentoJuventudeFortaleza e Vitória também estão com o pé na Série B, com percentuais altíssimos de risco.

    Santos, o Internacional e o Corinthians ainda respiram, mas seguem ameaçados — qualquer tropeço pode ser fatal nas próximas rodadas.


    🔻 Probabilidades de Rebaixamento — Série A 2025 (UFMG)

    ClubeProbabilidade de Rebaixamento
    Sport (PE)99,32%
    Juventude (RS)94,10%
    Fortaleza (CE)86,00%
    Vitória (BA)65,50%
    Santos (SP)16,80%
    Internacional (RS)11,80%
    Corinthians (SP)10,90%
    Atlético-MG7,10%
    Ceará (CE)2,60%
    Red Bull Bragantino (SP)2,10%

    📉 Fonte: Departamento de Matemática da UFMG — Projeções de Rebaixamento Série A 2025 (atualizado em outubro de 2025).


    🔥 Resumo da ópera

    De um lado, Palmeiras e Flamengo disputam ponto a ponto a glória máxima.
    Do outro, Sport, Juventude, Fortaleza e Vitória lutam contra o pesadelo do rebaixamento.

    O Brasileirão 2025 segue provando que não há favoritos eternos nem lanternas definitivos — o campo é quem decide.

    E como sempre, a pergunta segue ecoando nas arquibancadas, nos bares e nas resenhas:

    Quem vai e quem fica?


    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Ontem à noite, no Maracanã, o Fluminense viveu mais um capítulo dramático e apaixonante no Campeonato Brasileiro. Em partida válida pela 28ª rodada, o Tricolor venceu o Juventude por 1 a 0, com um golaço salvador de Thiago Silva nos acréscimos, garantindo três pontos de ouro para a equipe carioca.


    Primeiro tempo: equilíbrio e poucas emoções

    O duelo começou truncado, com ambas as equipes cautelosas, buscando não se expor demais. O Juventude não deu moleza, fechando espaços, enquanto o Flu tentava impor ofensividade, mas sem encontrar fluidez nos últimos metros. As melhores chances foram raras, e o placar permaneceu zerado até o intervalo.


    Segundo tempo: tensão, alternativas e fé até o fim

    Com o passar dos minutos, o Fluminense intensificou as substituições, tentando dar mais fôlego ofensivo e criar desequilíbrios. O técnico Luis Zubeldía apostou em nomes como John Kennedy, Riquelme, Felipe e Soteldo, buscando variações que trouxessem a inspiração que faltava. Terra

    Mesmo não rendendo seu melhor, o Flu persistiu — pressionando, insistindo, empurrado pela torcida. No momento em que muitos já esperavam o empate, a “lei do futebol” brilhou. Nos acréscimos, o capitão tricolor apareceu como herói: Thiago Silva pegou a bola na área adversária e, com precisão, decretou o triunfo. 

    Herói do Maracanã: Thiago Silva pede paciência, mas confirma liderança

    Depois da explosão de alegria no estádio, Thiago Silva fez questão de pedir calma para a torcida: reconheceu que o trabalho de adaptação sob o comando de Zubeldía ainda está em curso, e que haverá erros pelo caminho, mas defendeu que a entrega de todos até o último segundo faz a diferença.

    Com o gol decisivo, o zagueiro acalmou vaias que começavam a se formar no Maracanã, mostrando que, quando o time mais precisa, seus líderes aparecem.


    Importância da vitória para o Flu

    • Regulação da moral: vencer nos minutos finais traz um frescor mental e emocional que vale tanto quanto os três pontos. Zubeldia admitiu que o time não esteve bem, mas destacou que triunfar “no fim” tem outro sabor.
    • Luta por espaço no G-6: a vitória reacende as ambições do Fluminense de se aproximar da zona de classificação para torneios internacionais.
    • Prova de resiliência: mesmo em uma partida abaixo da idealidade, o time manteve a entrega até o minuto final — e foi recompensado.

    Com o apito final, o Fluminense saiu de campo aliviado e vibrando com o herói da noite. O “Monstro” Thiago Silva mostrou que, mesmo aos 40 anos, ainda é decisivo e carrega a alma tricolor no peito. Foi a vitória da raça, da paciência e da fé até o último lance — exatamente como a torcida gosta.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Vasco voltou para casa com três pontos importantes do Ceará. Em partida válida pela 28ª rodada do Brasileirão, o time cruzmaltino venceu o Fortaleza por 2 a 0, atuando parte do jogo com um jogador a menosESPN.com+3ge+3ESPN.com+3

    Como foi o jogo

    • O Fortaleza começou a partida tentando impor seu ritmo em casa, mas esbarrou na forte marcação vascaína e no goleiro Léo Jardim, que fez defesas determinantes. ESPN.com
    • Aos 38 minutos do primeiro tempo, o Vasco ficou com um homem a menos: Hugo Moura foi expulso após cometer falta dura na panturrilha de Guzmán. Mesmo em desvantagem numérica, o Vasco não se entrega. ESPN.com
    • Pouco depois da expulsão adversária, o Vasco aproveitou um contra-ataque eficiente: Rayan partiu com velocidade, bateu na saída do goleiro Brenno e abriu o placar. ESPN.com
    • No segundo tempo, o Fortaleza pressionou, mas não conseguiu furar a defesa vascaína nem vencer Léo Jardim. Já nos acréscimos, David fechou o placar, aproveitando uma sobra após cobrança de bola aérea e selando a vitória. ESPN.com
    • Ainda nos acréscimos, o jogo ficou quente: Bareiro, do Fortaleza, também foi expulso, deixando o Leão com dez em campo — o mesmo que já acontecia com o Vasco. Houve confusão geral depois do apito final, com expulsões por reclamação. ESPN.com

    Significado da vitória

    Essa vitória é um respiro para o Vasco. Mesmo jogando com desvantagem numérica por boa parte do confronto, o time soube administrar e assegurar os três pontos longe de São Januário. O triunfo leva o clube à primeira metade da tabela e ajuda a distanciar-se da zona de rebaixamento. ESPN.com

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Flamengo deu show no Nilton Santos e venceu o Botafogo por 3 a 0, na noite de ontem, em mais um clássico eletrizante pelo Campeonato Brasileiro. Com uma atuação segura, intensa e envolvente, o Rubro-Negro mostrou que está vivo na disputa pelo título e deixou o rival completamente perdido em campo.

    Logo no primeiro tempo, Pedro abriu o placar com um belo gol, aproveitando uma excelente jogada de Arascaeta. O Botafogo até tentou reagir, mas esbarrou na boa marcação flamenguista e na atuação sólida da defesa. Na etapa final, o Flamengo ampliou com Luiz Araújo, que recebeu um passe de Pedro e só teve o trabalho de empurrar para o gol, e Plata, que fechou o placar com uma cabeçada depois de uma saída errada da defesa do Botafogo, coroando a grande exibição do time comandado por Felipe Luiz.

    A vitória teve sabor especial: foi fora de casa, no estádio do rival, e com domínio total das ações. O Flamengo controlou o meio-campo, criou as principais chances e mostrou maturidade para administrar o resultado.

    Já o Botafogo vive momento delicado. O time não conseguiu repetir o bom desempenho de outras rodadas, errou muito na saída de bola e viu a torcida deixar o Nilton Santos frustrada com mais uma derrota em clássico.

    Com o resultado, o Flamengo segue na cola do Palmeiras que goleou o Bragantino por 5 x 1 e é o próximo adversário do Mengão.

  • Flamengo e Botafogo voltam a se enfrentar em mais um capítulo de um dos maiores clássicos do futebol carioca — o Clássico da Rivalidade, que há mais de 100 anos movimenta paixões, provocações e histórias inesquecíveis.

    O confronto começou lá atrás, em 1913, e desde então os dois clubes escreveram páginas marcantes no futebol brasileiro. De um lado, o Flamengo com sua torcida imensa, acostumada a decisões e títulos. Do outro, o Botafogo, clube tradicional, formador de craques históricos como Garrincha, Nilton Santos, Jairzinho e Túlio Maravilha.

    Nos anos 1960, o Fogão era praticamente a base da Seleção Brasileira, e o duelo contra o Flamengo era símbolo de técnica e emoção. Já nos anos 2000 em diante, o Rubro-Negro dominou a maioria dos confrontos, com vitórias emblemáticas, viradas históricas e elencos estrelados.

    O equilíbrio, no entanto, é o tempero desse clássico. Mesmo quando um chega embalado e o outro em crise, as forças costumam se igualar em campo — é jogo de nervos, raça e camisa pesada.

    Hoje, mais uma vez, o Nilton Santos será palco dessa rivalidade centenária. A pergunta que não quer calar: quem leva o Clássico da Rivalidade desta vez — o Mengão de tantas glórias ou o Fogão de tantas tradições?

    📊 Retrospecto recente:
    Nos últimos 10 confrontos, o Flamengo venceu 6, o Botafogo levou 3 e houve 1 empate. Mesmo assim, os jogos têm sido equilibrados e cheios de emoção — nada decidido antes da bola rolar.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • A Seleção Brasileira viveu um daqueles dias em que o futebol cobra caro por cada deslize. Em amistoso disputado nesta segunda-feira, 14 de outubro de 2025, no Estádio Ajinomoto, em Tóquio, o Brasil perdeu por 3 a 2 para o Japão — a primeira derrota da história para os japoneses.

    O jogo começou com cara de goleada brasileira. Logo no primeiro tempo, Paulo Henrique e Gabriel Martinellicolocaram o Brasil em vantagem de 2 a 0, com jogadas rápidas e um domínio técnico que lembrava os velhos tempos da Seleção. Mas o que parecia um passeio virou um pesadelo na etapa final.

    O Japão voltou com outra postura. Mais intenso, mais organizado e, principalmente, mais concentrado. Minaminodiminuiu o placar, Fabrício Bruno acabou marcando contra e, já nos minutos finais, Ueda completou a virada histórica. O 3 a 2 do placar final foi recebido com festa pela torcida japonesa — e com espanto no banco brasileiro.

    Mais do que um simples amistoso, o jogo deixou uma lição: o futebol asiático evoluiu muito, e o Brasil, se não se reinventar, continuará perdendo terreno até mesmo em jogos que antes pareciam meros treinos de luxo.

    O técnico brasileiro admitiu após o jogo que faltou “concentração e equilíbrio emocional” na segunda etapa. E de fato, o Brasil mostrou o mesmo problema que vem se repetindo — um time que começa bem, mas desaba mentalmente quando pressionado.

    O placar entra para a história como o primeiro triunfo japonês sobre o Brasil, e também como um alerta: o nome “Seleção Brasileira” já não assusta como antes.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Quando falamos de “artilheiros esquecidos no mercado”, referimo-nos a jogadores com histórico de faro de gol — que já foram destaque em sua carreira — mas que hoje não recebem a atenção, valorização ou oportunidades compatíveis com seu passado. Seja por idade, lesões, desvalorização midiática, defasagem técnica, mudança de geração ou simplesmente má gestão de carreira, muitos desses atacantes acabam “sumindo” do radar dos grandes clubes.

    Eles podem estar:

    • atuando em divisões menores ou clubes menores,
    • sem contrato ou com contratos modestos,
    • em ligas menos visíveis ou mercados periféricos,
    • ou simplesmente subutilizados, mesmo que com capacidade para contribuir.

    Os porquês do esquecimento

    Para entender esse fenômeno, vale destacar alguns fatores que colaboram para que artilheiros caiam no esquecimento:

    1. Idade e declínio físico
      O futebol exige muito fisicamente — velocidade, explosão, resistência. Atacantes que envelhecem ou sofrem quedas de performance acabam perdendo espaço competitivo, mesmo se mantiverem faro de gol.
    2. Lesões e desgastes
      Problemas recorrentes de lesão podem frear a carreira de um goleador. O tempo parado, reabilitação, perda de ritmo e insegurança física atuam como barreiras.
    3. Fator de marketing / visibilidade
      Muitas vezes, clubes dão preferência a nomes jovens e “vendáveis” (imagem, projeção futura). Atletas maiores ou com trajetória estão mais sujeitos a serem ofuscados.
    4. Maus contratos / má gestão
      Escolhas ruins de clubes, agentes, negociações precipitadas ou falta de suporte técnico podem condenar um bom atacante a fases apagadas.
    5. Mudança de perfil tático / exigências modernas
      Com o futebol moderno, muitos times querem atacantes versáteis que marcam, ajudam na recomposição, tenham mobilidade e participação no jogo geral — o que nem todos os artilheiros tradicionais oferecem.

    Exemplos históricos de artilheiros esquecidos

    Para ilustrar, alguns nomes no Brasil que chegaram a ser artilheiros em edições de campeonatos, mas que hoje são menos lembrados:

    • Josiel, que marcou 20 gols em 2008 pelo Paraná e foi artilheiro do Brasileirão naquela edição. iG Esportes
    • Dimba, que fez 31 gols em 2003 pelo Goiás — um número impressionante, mas pouco lembrado nas discussões atuais. iG Esportes
    • Rodrigo Fabri, que dividiu a artilharia em 2002 com Luis Fabiano, com 19 gols. iG Esportes
    • Dill, outro nome que brilhou em determinada temporada, mas perdeu musculatura simbólica no cenário nacional. iG Esportes
    • Magno Alves: embora não seja exatamente “esquecido”, após carreira longa e exitosa, o Magnata muitas vezes não é lembrado no topo da fala de grandes artilheiros daquela geração, mas foi prolifico e mantido relevância até idades avançadas. Wikipedia
    • Waldo Machado — ídolo do Fluminense e um dos maiores goleadores do clube — também é menos lembrado pelas gerações mais novas no mercado do futebol atual. Wikipedia

    Esses casos mostram que marcar muitos gols em uma ou mais temporadas não é garantia de permanecer no topo da lembrança ou no radar de grandes equipes.


    Potenciais “esquecidos” atuais que merecem atenção

    Além dos casos do passado, há alguns nomes mais recentes ou que vivem fase discreta, mas que ainda podem surpreender:

    • No mercado de 2025, alguns jogadores conhecidos já estão sem clube ou com negociações em aberto — como o atacante Diego Costage
    • Atacantes com passagem por times grandes mas hoje outsourcing de mercado ou com contratos modestos podem ser “resgatados” por clubes inteligentes que busquem boa relação custo/desempenho.

    Essas apostas quase sempre envolvem risco (físico, adaptação), mas podem gerar bons retornos se o clube calibrar expectativas e estrutura de suporte (preparação física, reabilitação, adaptação tática).


    Por que vale redescobrir esses artilheiros

    1. Custo-benefício
      Jogadores menos valorizados muitas vezes podem ser contratados por valores ou salários moderados — com risco menor comparado a astro caro.
    2. Experiência e faro de gol comprovado
      Mesmo em fases menos brilhantes, histórico de gols demonstra instinto. Com boa preparação, alguns ainda entregam.
    3. Motivação e redenção
      Muitos desses atletas buscam “reinvenção” ou uma chance de provar que ainda têm valor — podem demonstrar empenho elevado.
    4. Boa alternativa para mediações de times de meio de tabela ou times ambiciosos no nacional
      Equipes que não podem pagar craques absolutos podem apostar em “nomes esquecidos” como diferencial.

    Cuidados ao apostar em um artilheiro “esquecido”
    • Avaliar físico e histórico de lesões com profundidade.
    • Verificar adaptação ao estilo de jogo do clube.
    • Cautela com expectativas: não esperar que retorne ao ápice imediatamente.
    • Investir em preparação, reabilitação e acompanhamento próximo.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • O Palmeiras confirmou mais uma vez por que é o grande favorito ao título do Campeonato Brasileiro. Jogando com autoridade e intensidade, o Verdão não tomou conhecimento do adversário e aplicou uma goleada que deixa o time ainda mais confortável na ponta da tabela.

    A equipe comandada por Abel Ferreira mostrou o costumeiro equilíbrio entre defesa sólida e ataque letal. Com um meio-campo dominante e um ataque que aproveitou quase todas as chances criadas, o Palmeiras deu mais um passo firme rumo a mais uma conquista nacional.

    A torcida, empolgada, já começa a fazer as contas e sonhar com a volta olímpica, o Verdão mostra que sabe decidir e mantém o foco total na reta final do campeonato. Se continuar nesse ritmo, será difícil alguém tirar a taça do time alviverde.

    Desde os primeiros minutos, o Verdão impôs o ritmo. Aos 12 do 1º tempo, foi marcado pênalti a favor, mas o árbitro anulou após consulta ao VAR. futebolpaulista.com.br+2Terra+2

    O primeiro gol saiu aos 26 minutos: Felipe Anderson arriscou, o chute foi bloqueado, e Raphael Veiga aproveitou o rebote para abrir o placar. CNN Brasil+2Terra+2

    Já nos acréscimos da etapa inicial, Bruno Rodrigues apareceu para marcar o segundo, num lance em que o goleiro falhou no combate aéreo. Nosso Palestra+3futebolpaulista.com.br+3Terra+3

    No segundo tempo, o Palmeiras continuou dominando:

    Apesar da reação tímida, o time gaúcho não teve forças para assustar e o Palmeiras controlou até o apito final. 

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.