Cercado de Trairas FC

Um blog de futebol pra quem não engole papo de dirigente nem discurso bonito de coletiva, aqui é bola, dinheiro e verdade sem filtro, sem firula e com opinião de arquibancada, escrito por Murilo Marcelli, um torcedor que fala o que o povo pensa e não tem medo de cutucar cartola, clube ou federação.

  • Quando a bola volta a rolar no Campeonato Carioca, não é só mais um campeonato que começa. É um reencontro. Um abraço antigo. Um ritual que atravessa gerações e insiste em lembrar ao Brasil que futebol também é memória, estética e provocação.

    O Carioca não pede licença, ele chega com sol de verão, arquibancadas cheias de histórias e aquela sensação de que cada jogo vale mais do que três pontos, vale a zoação da semana, a resenha no botequim, o rádio ligado no volume máximo e o debate eterno sobre quem joga mais bola mesmo quando a tabela diz o contrário.

    Chamam de estadual, mas o Carioca é teatro. É clássico em sequência, camisa pesada, gramado que já viu o mundo parar é o campeonato em que o resultado importa, claro, mas o jeito importa ainda mais. Aqui, ganhar feio nunca foi virtude. Aqui, o futebol precisa ter alma.

    Enquanto outros campeonatos se explicam por números, o Carioca se sustenta por personagens. O ponta habilidoso, o zagueiro folclórico, o técnico pressionado desde a primeira rodada. Tudo amplificado pela rivalidade que não tira férias apenas muda de endereço.

    E quando o apito inicial soa, a cidade entende: o ano começou de verdade. Porque o Campeonato Carioca é isso o mais charmoso do Brasil. Não por ser perfeito, mas por ser inconfundível. Um campeonato que não se joga apenas com os pés, mas com a lembrança de quem já viu muito e ainda assim espera sempre mais. A propósito, o Flamengo estreou no Campeonato Carioca 2026 com um jogo que misturou emoção, juventude e aquele tempero típico do futebol carioca. Atuando com time formado principalmente por jogadores da base, o Rubro-Negro encarou a Portuguesa-RJ no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, e acabou empatando por 1 a 1.

    Que venha a bola, que venham os clássicos. O charme voltou. ⚽✨

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • O futebol brasileiro tem dessas histórias que parecem piada pronta, mas insistem em bater à porta dos clubes como se fossem solução. A bola da vez atende pelo nome de Hulk. Ídolo em Minas, respeitado por onde passou, dono de um chute potente e de uma carreira que merece aplausos. Até aí, tudo certo.

    O problema começa quando a conversa chega ao contrato.

    Três anos.
    Dois milhões de reais por mês.
    Um jogador com idade que, no futebol de alto rendimento, já não perdoa mais ninguém.

    A possível chegada de Hulk ao Fluminense não é apenas uma contratação é uma aposta alta, cara e cheia de riscos. Não se trata de desrespeito ao atleta, mas de respeito à realidade. Futebol não se joga só com currículo, se joga com físico, intensidade e, principalmente, planejamento.

    O Fluminense, que recentemente apostou em identidade, em elenco equilibrado e em soluções mais coletivas e ja errou feio com.

    🔹 Everaldo – cerca de R$ 1,2 milhão
    Contratado para ser opção de gol, terminou a temporada com desempenho discreto e muitas críticas por falta de efetividade. Terra

    🔹 Yeferson Soteldo – aproximadamente R$ 44 milhões
    Uma das contratações mais caras da história do clube que pouco rendeu em campo, com poucas oportunidades e atuações abaixo do esperado. Fluminense News+1

    🔹 Igor Rabello – custo zero
    Apesar de nome de peso, teve participação limitada e foi citado entre as piores contratações em enquetes da imprensa tricolor. Fluminense News

    🔹 Santi Moreno – cerca de R$ 32 milhões por 75%
    Outro nome criticado pela torcida e pela mídia, também figurou na lista de contratações que decepcionaram. Fluminense News

    🔹 Lavega, Lezcano, Otávio, Pitaluga – diversos
    Esses reforços tiveram pouquíssima utilização ou adaptação difícil, e não conseguiram se impor no time ao longo da temporada. 

    Agora flerta com a tentação do nome grande. Do impacto midiático. Da contratação que gera manchete, mas pode virar peso no orçamento e no vestiário.

    Dois milhões por mês por três anos não compram apenas gols, compram também a responsabilidade de manter um jogador saudável, competitivo e decisivo até o último dia do contrato. E quando isso não acontece, a conta sempre sobra para o clube… e para a torcida.

    Vale a pena comprometer o futuro em troca de um passado glorioso?
    Vale abrir mão de renovação, base e planejamento por um nome que já entregou tudo o que tinha para entregar?

    No futebol, a história é implacável com quem confunde saudade com estratégia.

    E agora a pergunta que não quer calar fica com você, tricolor:

    E aí, você concorda?

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Existe jogador que assina contrato com prazo e existe jogador que assina contrato com vírgula. No caso de Gerson, a vírgula sempre vem acompanhada de uma mala pronta, um telefone tocando e um discurso ensaiado sobre “novo desafio”.

    O roteiro é conhecido, mudam os clubes, mudam os países, mas a história é sempre a mesma: o contrato começa cheio de juras, termina antes do ponto final e acaba substituído por outra proposta “irrecusável”.

    Agora, o capítulo da vez envolve o Zenit e a possibilidade de um retorno ao Brasil, com o Cruzeiro surgindo como novo destino ou melhor, como nova estação de passagem.

    Porque com Gerson não se fala em projeto. Fala-se em oportunidade, não se discute continuidade. Discute-se vantagem, o futebol, que deveria ser campo, bola e compromisso, vira planilha, cláusula e renegociação.

    E no centro de tudo, sempre ele: o pai, o empresário, o conselheiro, o famoso “atleta Marcão. Personagem fixo dessa novela que nunca muda de emissora. É ali, nas entrelinhas das conversas, que os contratos começam a envelhecer rápido demais. O que foi assinado ontem já parece pequeno hoje. O que era suficiente virou desvalorização. O que era palavra vira ruído.

    O Zenit, como outros antes, acreditou que dessa vez seria diferente, não foi, o Cruzeiro, agora, observa com expectativa e deveria observar também com cautela. Porque a pergunta nunca é se Gerson joga bola. Isso ele joga, a pergunta é até quando o contrato dura antes da próxima ligação, da próxima “insatisfação”, do próximo “novo ciclo”.

    No futebol moderno, fidelidade virou artigo de luxo, mas compromisso ainda deveria ser item básico. Quando não é, o clube vira apenas uma ponte, e o torcedor, espectador de uma carreira guiada menos pelo escudo e mais pela cifra.

    Gerson segue andando, os contratos seguem caindo e a história se repete, sempre com a mesma assinatura invisível no rodapé: a do pai, o do negócio, o do “vamos ver o que é melhor pra gente”.

    No fim das contas, o problema nunca foi o meio-campo, sempre foi o meio do contrato.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • O calendário virou, o coração segue batendo forte e a paixão pelo futebol carioca continua intacta. Que o novo ano traga mais emoções, títulos, clássicos históricos e, claro, muita resenha boa para a arquibancada e para o nosso blog.

    🔴 Flamengo

    O Flamengo segue como protagonista dentro e fora de campo. Entre renovações, planejamento de elenco e decisões fortes nos bastidores, o clube mostra mais uma vez que ninguém é maior que o Flamengo. A expectativa é de um ano competitivo, com elenco forte e cobrança máxima por títulos como manda a tradição rubro-negra.

    ⚪⚫ Vasco

    O Vasco entra no novo ano com a palavra reconstrução bem definida. Após altos e baixos, o clube busca estabilidade, organização e um time mais competitivo. A torcida segue empurrando, acreditando que dias melhores virão e que o Gigante da Colina pode voltar a brigar em outro patamar.

    🟢⚪ Fluminense

    O Fluminense começa o ano sustentado por um trabalho que valoriza elenco, identidade e continuidade. Com foco em manter o nível competitivo e ajustar peças, o Tricolor quer seguir firme nas grandes competições e provar que não foi protagonista por acaso nos últimos tempos.

    ⚫⚪ Botafogo

    O Botafogo vive um momento de expectativas altas. Com planejamento, investimento e ambição, o clube inicia o ano pressionado por resultados, mas também respaldado por uma torcida que voltou a sonhar grande. O desafio agora é transformar promessas em conquistas.


    Que 2026 seja um ano de menos polêmica vazia e mais bola na rede, menos sofrimento desnecessário e mais alegria para quem vive o futebol todos os dias.

    🥂 Feliz Ano Novo!
    Que venham os clássicos, os gols, as provocações saudáveis e, acima de tudo, o amor eterno pelo futebol carioca.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Depois de semanas de incerteza, tensões e negociações intensas que pararam o mercado rubro-negro, acabou a novela que mobilizou a torcida, diretoria e até os jogadores: Filipe Luís assinou a tão esperada renovação com o Flamengo e seguirá no comando técnico do clube até o fim de 2027ge

    A história parecia caminhar para um impasse. O contrato de Filipe Luís estava expirando neste fim de ano e as conversas se arrastaram por meses, com pontos espinhosos, especialmente ligados à remuneração tanto dele quanto da sua comissão técnica. Houve momentos em que a permanência parecia improvável, tanto que o Flamengo chegou a trabalhar com alternativas no mercado. ge

    Mas o desfecho foi feliz para a Nação Rubro-Negra. As partes finalmente chegaram a um consenso, e o treinador aceitou a última proposta da diretoria, que passou por ajustes importantes incluindo questões salariais e cláusulas contratuais de comissão e bônus para atender às exigências de Filipe e promover um acordo equilibrado. ge

    A renovação representa mais que uma simples extensão de contrato: é a continuidade de um projeto de sucesso. Filipe Luís, desde que assumiu o time principal em outubro de 2024, conquistou títulos importantes e ganhou a confiança do elenco e da torcida, construindo um trabalho que já rendeu taças e um estilo envolvente de jogo.

    A sequência de sucesso e estabilidade agora está garantida por mais dois anos, um alívio para o planejamento da temporada 2026 e um sinal claro de que o Flamengo aposta na continuidade de um trabalho que já provou valor em campo.

    Agora é oficial: Filipe Luís ficará no Flamengo até dezembro de 2027  fim de uma novela que mexeu com o coração da torcida e início de uma nova fase de ambições rubro-negras. 

    Com a novela encerrada, o Flamengo vira a página e olha para frente. A renovação de Filipe Luís representa estabilidade, continuidade e a aposta em um projeto que já mostrou resultados dentro de campo. Agora é trabalhar, cobrar e competir no mais alto nível porque no Flamengo a régua é sempre lá em cima. Ninguém é maior que o Flamengo.

    Por Cercado de Traíras FC a voz da arquibancada.

  • A renovação de contrato de Filipe Luís, ídolo recente e hoje peça importante dentro do Flamengo, virou um problema que o clube não precisava enfrentar, tudo por conta de uma decisão equivocada: a contratação de um agente, que agora exige 10% de comissão sobre o novo vínculo e quem deve pagar, não é quem contrata e sim, o clube.

    O Flamengo, como instituição, não pode ser refém de treinador, atleta, empresário ou quem quer que seja, ainda mais quando se trata de um profissional que sempre se apresentou como alguém alinhado aos valores do clube. É um total “Absurdo” o Flamengo, nesse caso, pagar comissão a um agente, contratado pelo treinador. Pagar comissão em renovação de contrato, ainda mais nesses moldes, abre um precedente perigoso.

    O clube já deixou claro ao longo da sua história recente que não aceita intermediários mandando mais do que a diretoria, e é exatamente por isso que chegou a hora de ser pragmático.

    Se a renovação está travada por causa de comissão, aciona o plano B.

    O Flamengo é maior que qualquer nome, foi assim com jogadores históricos, técnicos campeões e dirigentes. Ídolos passam, gerações mudam, e o clube permanece, não é desmerecer a trajetória do Filipe Luís, mas sim defender a instituição.

    Se houver bom senso, a renovação sai sem ruído.
    Se não houver, o Flamengo segue em frente como sempre fez.

    Porque no Flamengo, ninguém é maior que o clube.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada

  • O Flamengo tentou, conversou, ouviu, ponderou, a diretoria busca a renovação de Filipe Luís, um jogador que construiu história, ganhou títulos importantes e virou referência técnica e de liderança dentro do elenco, o respeito existiu e sempre existirá pelo profissional exemplar que vestiu o Manto.

    Mas negociação é negociação, e nem sempre boa vontade, passado vencedor e identificação são suficientes para fechar um acordo.

    O Flamengo deixou claro que a renovação precisa seguir dentro de um projeto maior: planejamento, equilíbrio e futuro, quando as conversas não avançam nos termos que o clube considera corretos, a decisão precisa ser tomada com frieza, mesmo que doa no coração do torcedor.

    Filipe Luís fez muito pelo Flamengo, isso é indiscutível, mas o clube também fez muito por ele, e é exatamente nesse ponto que mora a linha que não pode ser ultrapassada.

    🔴⚫ No Flamengo, ninguém está acima do escudo.

    Não é soberba, não é ingratidão, é história, é instituição, jogadores passam, dirigentes passam, gerações passam o Flamengo fica, sempre ficou.

    Se a renovação não acontecer, fica o reconhecimento pelo que foi construído e a certeza de que o clube seguirá em frente, como sempre seguiu, porque o Flamengo não depende de nomes, os nomes é que entram para a história do Flamengo.

    E essa história continua.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Corinthians saiu do Maracanã com uma vitória importante sobre o Vasco, em um jogo tenso do início ao fim, de acordo com as informações do GE, a partida foi marcada muito mais pelo controle emocional (ou pela falta dele) do que pela bola rolando.

    O Corinthians soube jogar o jogo que se apresentou, picotou a partida o tempo inteiro, esfriou o ritmo, gastou tempo quando precisou e transformou cada falta, cada atendimento e cada paralisação em parte da sua estratégia, não foi bonito mas foi eficiente, a equipe paulista entendeu rapidamente o cenário e fez o relógio correr a seu favor.

    Do outro lado, o Vasco sentiu, empurrado pela torcida, o time entrou nervoso, errou passes simples, acelerou jogadas sem necessidade e caiu facilmente nas provocações e interrupções do adversário, a ansiedade falou mais alto, e o time acabou jogando exatamente como o Corinthians queria.

    O resultado refletiu esse contraste de posturas: enquanto um lado teve frieza para administrar o jogo, o outro deixou o emocional comandar as decisões, no fim das contas, venceu quem soube competir melhor mesmo longe de um futebol vistoso.

    No Maracanã, ficou a lição: clássico não se ganha só na técnica, mas também na cabeça, e nisso, o Corinthians levou a melhor.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Vasco da Gama está a 90 minutos de um feito enorme, depois de uma campanha marcada por superação, personalidade e muita tensão, o Gigante da Colina chega ao jogo decisivo da final da Copa do Brasil com tudo em aberto e com a sensação de que o título está mais perto do que nunca.

    ⚽ Empate no primeiro jogo: tudo em aberto

    No primeiro jogo da final, disputado na Neo Química Arena, o Vasco mostrou maturidade e inteligência para segurar o Corinthians fora de casa, o empate sem gols manteve a decisão completamente aberta e reforçou a confiança cruz-maltina para o confronto final.

    Mesmo atuando sob pressão, o Vasco foi organizado defensivamente, soube sofrer em alguns momentos e saiu de São Paulo com o resultado que queria: decidir o título diante da sua torcida.

    O GE destacou a postura segura do time, que neutralizou os pontos fortes do adversário e não se deixou levar pelo ambiente hostil.

    🧤 Léo Jardim e a força coletiva

    Mais uma vez, Léo Jardim foi decisivo quando exigido, passando segurança ao sistema defensivo. Mas o grande mérito esteve no coletivo: linhas compactas, entrega física e concentração total até o apito final, foi um jogo de final de verdade travado, tenso e decidido nos detalhes.

    🏟️ Agora é decisão

    Com o empate no primeiro jogo, quem vencer o segundo levanta a taça, em caso de novo empate, a decisão vai para os pênaltis e é aí que cresce ainda mais a confiança vascaína: o time já mostrou nesta Copa do Brasil que sabe decidir sob pressão.

    O Maracanã promete clima de decisão, arquibancadas pulsando e um Vasco empurrado pela torcida para buscar um título que não vem desde 2011.

    🏆 Chegou a hora

    Depois de tanto sofrimento nos últimos anos, o torcedor vascaíno volta a sonhar alto, o empate no primeiro jogo não foi apenas um resultado foi um recado claro: o Vasco está vivo, forte e pronto para lutar até o último minuto.

    Agora, é final.
    Agora, é tudo ou nada.
    Agora, o Vascão está com a mão na taça.


    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • A final da Copa Intercontinental, disputada ontem, confirmou um roteiro que o futebol sul-americano conhece bem nos últimos anos., o Flamengo competiu, jogou de igual para igual durante todo o tempo regulamentar e a prorrogação, mas acabou derrotado na decisão por pênaltis, vendo o título ficar novamente com um clube europeu.

    O jogo em si foi equilibrado, o Flamengo não se acovardou, não se limitou a se defender e tampouco foi engolido pelo adversário, pelo contrário, disputou posse, pressionou em momentos chave e mostrou organização coletiva, não houve aquele abismo técnico que muitas vezes tentam vender quando colocam sul-americanos contra europeus.

    O problema é que finais desse tamanho não se ganham apenas com competitividade, elas se decidem nos detalhes, e é justamente aí que o futebol europeu tem levado vantagem ano após ano. Elenco mais profundo, banco decisivo e, principalmente, frieza nos momentos finais.

    A disputa por pênaltis escancarou isso, não se pode perder quatro pênaltis, não é só técnica: é preparo mental, repetição, rotina de decisão, para clubes europeus, esse tipo de jogo virou protocolo, para os sul-americanos, segue sendo exceção e exceções cobram preço alto.

    Ainda assim, é importante separar o resultado da análise rasa, o Flamengo não foi inferiornão foi atropelado e não passou vergonha, como alguns gostam de resumir derrotas internacionais, sai de cabeça erguida, mas com a constatação dura: hoje, para vencer a Europa, é preciso fazer o jogo perfeito e torcer para que os detalhes também joguem a favor.

    A Copa Intercontinental segue viva justamente por isso, porque mesmo quando o troféu não vem, o confronto expõe verdades incômodas e mantém acesa a discussão sobre o futebol mundial, ontem, mais uma vez, ficou claro: o jogo ainda existe. O problema é o depois do jogo.


    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.