Cercado de Trairas FC

Um blog de futebol pra quem não engole papo de dirigente nem discurso bonito de coletiva, aqui é bola, dinheiro e verdade sem filtro, sem firula e com opinião de arquibancada, escrito por Murilo Marcelli, um torcedor que fala o que o povo pensa e não tem medo de cutucar cartola, clube ou federação.

  • O ditado é antigo, mas nunca fez tanto sentido quanto agora: ninguém morre nos devendo.

    O Flamengo chega à rodada de hoje com a chance única de fechar o ano com uma hegemonia absoluta no futebol brasileiro, depois de meses de pressão, decisões, redenções e grandes atuações, o Rubro-Negro entra em campo podendo concretizar algo que nenhum outro clube do país tem neste momento: a unificação de todos os títulos possíveis do Brasil na mesma temporada.

    E antes de fechar, é importante lembrar o tamanho dessa façanha, se o Flamengo vencer hoje, ele se torna simultaneamente:

    • Campeão Brasileiro 2025
    • Campeão da Copa do Brasil 2024
    • Campeão da Conmebol Libertadores 2025
    • Campeão Carioca 2025
    • Campeão da Supercopa do Brasil (atual campeão da edição de 2025)

    Ou seja, campeão de tudo o que disputou e também atual detentor da taça que coloca frente a frente o campeão do Brasileirão e o campeão da Copa do Brasil, é hegemonia completa, é a prateleira inteira, é a coroa máxima.

    O Brasileirão, sendo a última peça do quebra-cabeça, é o título que amarra a temporada, que consolida a força de um elenco e de um clube que brigo pela liderança quando a pressão apertou, se vencer hoje, o Flamengo não levanta só mais uma taça, ele levanta todas, ele vira, ao mesmo tempo, o campeão atual de tudo que um time brasileiro pode ser.

    O Flamengo sela um capítulo que nenhum outro clube escreve neste momento, um capítulo que ecoa por todos os cantos:
    ninguém morre nos devendo e o Flamengo, definitivamente, não deve nada a ninguém.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • A reta final do Brasileirão virou uma panela de pressão para boa parte da tabela enquanto alguns clubes lutam por título e vaga na Libertadores, outros simplesmente tentam sobreviver mais uma semana fora do Z-4 e segundo as projeções matemáticas utilizadas pelo GE, a briga contra o rebaixamento está cada vez mais definida e cada vez mais cruel.

    No momento, dois clubes já não têm mais para onde correr Sport e Juventude atingiram o temido patamar dos 100% de probabilidade de queda, campanhas frágeis, desempenho irregular e pouca competitividade ao longo da temporada empurraram os dois para um rebaixamento inevitável agora, resta apenas planejar 2026 na Série B e torcer por uma reconstrução rápida.

    Logo acima, mas ainda no olho do furacão, estão dois gigantes que vivem dias tensos: Fortaleza e Santos, o Leão amarga cerca de 70% de probabilidade de queda, enquanto o Peixe aparece com algo perto de 51% ambos dependem de combinação de resultados e, principalmente, de uma guinada técnica que nunca chegou um vacilo, um empate mal administrado, um gol sofrido no fim… qualquer detalhe pode selar o destino.

    Um pouco mais acima, mas ainda sem dormir tranquilo, aparecem Internacional e Vitória, as chances de queda giram em torno de 40% para o Colorado e 30% para o Rubro-Negro baiano, dois clubes grandes, de torcida vibrante, vivendo uma temporada que misturou expectativa, instabilidade e aquela sensação eterna de que “faltou um pouco mais”.

    Fechando a lista dos ameaçados, o Ceará ainda aparece com risco baixo, na casa dos 7%, mas nada está garantido, para quem já flertou com a Série B recentemente, todo cuidado é pouco.

    A matemática do rebaixamento é simples: chegou perto demais da zona, o campeonato te engole e como sempre, os 45 a 47 pontos continuam sendo o porto seguro quem alcança essa faixa respira, quem não alcança vira estatística e entra na fila da segundona.

    Faltam poucas rodadas, cada jogo virou uma final, cada escanteio é um drama, a Série B de 2026 já está chamando… e alguns clubes estão ouvindo a voz bem de perto.


    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Nesta 29 de novembro de 2025, no Estádio Monumental de Lima, o Flamengo superou o Palmeiras por 1 a 0 e conquistou sua quarta Libertadores, somando os títulos de 1981, 2019, 2022 e agora 2025.

    Foi um jogo de tensão e decisão e o Rubro-Negro teve a frieza de campeão na hora certa, um lance de bola parada originado por assistência precisa acabou em cabeçada certeira de Danilo, que fez o gol da vitória.

    Com essa conquista, o Flamengo não só amplia seu histórico continental, mas também se torna o primeiro time brasileiro a alcançar quatro títulos da Libertadores, superando rivais nacionais.

    A vitória serve como coroação de um ciclo vitorioso recente colecionando títulos importantes e mostrando que, mesmo em finais duras, o clube carioca mantém sua força e tradição.
    Flamengo, tetracampeão da América — e agora, definitivamente, o clube brasileiro com mais Libertadores conquistadas.

    Mas a festa rubro-negra pode ficar ainda maior.

    Segundo o Globo Esporte, com os resultados recentes do Brasileirão, o Flamengo já pode ser campeão brasileiro na quarta-feira, dependendo apenas de uma combinação simples: vencer seu jogo e torcer para um tropeço direto do concorrente na rodada. O clube chega ao meio da semana vivendo um cenário raríssimo podendo conquistar dois títulos gigantes em menos de cinco dias.

    A torcida, que já fez Lima parecer o Maracanã, agora vira o foco para o Brasileirão, sonhando com uma semana que pode entrar definitivamente para a história.

    Flamengo, tetracampeão da América e com chance real de fechar a quarta-feira como campeão brasileiro.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Chegou o dia que paralisa um continente inteiro, depois de meses de batalhas intensas, viagens impossíveis, viradas épicas e noites insones para seus torcedores, Flamengo e Palmeiras entram em campo hoje para decidir a maior glória da América.

    É a final que todo mundo queria ver e também a que muitos temiam, dois gigantes, duas filosofias, dois elencos pesados, duas torcidas que respiram futebol.

    De um lado, o Flamengo, acostumado a finais, acostumado a pressão, acostumado a se reinventar, o time chega com sede de marcar mais uma vez seu nome na história, com jogadores experientes, decisivos e um elenco que sabe o peso de vestir a camisa rubro-negra em uma noite como essa.

    Do outro lado, o Palmeiras, dono de uma era, consistente, disciplinado, competitivo até o último segundo, um time que nunca desiste, que joga com frieza cirúrgica e que transformou finais em terreno familiar, um clube que quer, mais uma vez, levantar o troféu mais desejado do continente.

    Hoje não é apenas uma final.
    Hoje é A Hora da Verdade.

    Onde cada dividida vale um capítulo na história, onde cada detalhe pode decidir um título, onde ídolos nascem, mitos se eternizam e corações são testados até o limite.

    Que os 90 minutos ou mais sejam um espetáculo à altura.
    Que a América veja o que estes dois colossos do futebol brasileiro têm de melhor.

    E, como sempre…

    que vença o melhor.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Na noite de sexta-feira, o Vasco da Gama aplicou uma vitória histórica sobre o Internacional em São Januário 5 a 1 no placar, a maior goleada da história do clube contra o rival gaúcho.

    Os gols foram marcados por Andrés Gómez, Rayan (duas vezes), Cauan Barros e Nuno Moreira enquanto Ricardo Mathias descontou para o Internacional.

    A vitória não trouxe apenas festa, quebrou uma sequência negativa de cinco derrotas consecutivas do Vasco no Brasileirão, afastou de vez a ameaça de rebaixamento, com a equipe abrindo seis pontos de vantagem sobre o Z-4 e reacendeu a esperança na reta final da temporada.

    Além disso, a postura apresentada dentro de campo com garra, presença ofensiva consistente e um segundo tempo dominante foi enaltecida pela torcida e, mesmo diante de adversidade (chuva intensa e paralisações), o time reagiu com autoridade.

    Para quem acompanha o Vasco com paixão este resultado reacende a mística cruz-maltina, um lembrete de que, na pressão, o time de São Januário ainda sabe escrever capítulos memoráveis.

    Será que o Presidente Pedrinho vai mandar abrir as portas do CT para a cobrança da torcida???

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • O Fluminense não apenas venceu, atropelou, engoliu, amassou o São Paulo no Maracanã,
    a goleada por 6 a 0, não foi um simples resultado de campeonato foi um aviso, um recado direto para quem ousa duvidar da força tricolor na temporada.

    O time entrou em campo com fome, intensidade alta e um futebol que lembrou os melhores momentos desse elenco, pressão na saída, troca rápida de passes, amplitude e uma precisão cirúrgica nas finalizações, cada ataque parecia gol, cada jogada parecia ensaiada e cada finalização tinha um destino certo, o gol.

    E agora? agora é a vez do Grêmio depois o Bahia e ai pensar na semi da Copa do Brasil contra o Vasco da Gama.

    O clássico, por si só, já carrega história, tensão e rivalidade, mas depois desse 6 a 0, o Fluminense vai chegando com moral elevada, confiança lá em cima e a torcida acreditando que é possível sonhar grande. O Vasco ainda tem Internacional, Mirassol e Atlético Mineiro pelo Brasileirão e ainda correndo risco.

    A pergunta que fica no ar e que ecoa nas arquibancadas é simples:

    Tá com medo do Fluminense? Então dorme de luz acesa, porque, do jeito que o time jogou, se bobear o fantasma tricolor te visita até de madrugada.

    Se cuida Vascão, o Fluzão está voando.


    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • O Flamengo sempre foi um clube de mass, um clube de rua, de barulho, de sol quente na calçada e de paixão que ultrapassa qualquer barreira mas, nos últimos anos, com ingressos cada vez mais caros e estádios cada vez mais elitizados, uma parte importante dessa massa ficou do lado de fora: o torcedor simples, de renda apertada, que ama o Flamengo com a mesma intensidade ou até mais mas que não consegue entrar no Maracanã.

    É justamente por isso que o Aerofla se tornou um símbolo tão poderoso.
    O que começou como uma recepção para incentivar os jogadores antes de viagens virou algo maior virou o grito dos excluídos, o momento em que o torcedor que não consegue pagar um ingresso encontra um espaço legítimo para demonstrar sua devoção.

    Ali, não existe setor norte, leste, oeste ou camarote, existe o povo, existe a senhora que leva o radinho, o garoto com a camisa pirata, o trabalhador que saiu do turno direto para agitar a bandeira na calçada do aeroporto, todos juntos, respirando Flamengo.

    No Aerofla, o torcedor canta de graça.
    No Aerofla, o torcedor se sente pertencente.
    No Aerofla, o Flamengo volta a ser, por algumas horas, aquilo que sempre deveria ser, um clube do povo.

    E é por isso que cada fumacinha vermelha e preta, cada bandeirão estendido, cada grito de “Mengo!” ecoa tão forte, não é só apoio ao time é afirmação de identidade, é o torcedor dizendo ao mundo que, mesmo excluído do estádio, ele não será excluído do Flamengo.

    O Aerofla é o palco de quem ama sem limitações.
    É o Maracanã possível para quem vive o impossível.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • O Vasco da Gama viveu um episódio lamentável e preocupante nos últimos dias: um grupo de torcedores invadiu o Centro de Treinamento do clube, rompendo barreiras de segurança e avançando à força até áreas destinadas a jogadores e funcionários.

    O que deveria ser um espaço de trabalho e preparação se transformou em cenário de tensão, medo e insegurança.

    A invasão ao CT é ainda mais grave do que tumultos em arquibancadas.

    No estádio, há policiamento e controles mais rígidos; já no CT, o ambiente deveria ser completamente protegido, dedicado exclusivamente ao treinamento e ao bem-estar dos atletas, quando torcedores rompem essa barreira, a linha entre paixão e violência deixa de existir.


    Risco real aos jogadores e funcionários

    Esse tipo de ação coloca todos em perigo:

    • Possibilidade de agressão física, já que membros do grupo entram descontrolados e com intenções imprevisíveis.
    • Ameaças e intimidações, que afetam diretamente a tranquilidade e a concentração dos atletas.
    • Clima de medo e desestabilização emocional, especialmente para jogadores mais jovens, que não têm estrutura para lidar com esse tipo de hostilidade.

    Futebol profissional exige ambiente seguro, rotina e preparo, quando o local de trabalho é invadido, o profissionalismo dá lugar ao caos.


    Prejuízos à instituição e ao próprio torcedor

    Invasões ao CT não resolvem problemas pelo contrário, criam novos:

    • Podem gerar punições da Justiça Desportiva e até multas pesadas.
    • Afastam patrocinadores, investidores e possíveis reforços.
    • Agravam a crise interna e aumentam a pressão sobre atletas que já lidam com cobranças naturais da profissão.
    • Mancham a imagem do clube em âmbito nacional.

    O torcedor que ama o Vasco quer ver o clube crescer, mas esse tipo de atitude só prejudica.


    A linha foi cruzada e o futebol perde

    Jogadores não são responsáveis por decisões de diretoria, gestão financeira, política interna ou contratações, eles são trabalhadores, e têm o direito de exercer sua profissão com segurança.

    A invasão ao CT do Vasco é mais um alerta de que medidas mais firmes precisam ser tomadas para proteger atletas e funcionários.

    No momento em que a violência entra no ambiente de trabalho dos jogadores, o futebol deixa de ser esporte e passa a ser risco.

    É preciso cobrança? Sim.
    É preciso protestar? Também.
    Mas nunca ao custo da integridade física e emocional de quem veste a camisa dentro de campo.


    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Na noite desta terça-feira, pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro Série A 2025, o Flamengo visitou o Atlético-MG na Arena MRV e viu seu sonho de levantar a taça com uma rodada de antecedência escapar, mas por pouco. O time mineiro abriu o placar com Bernard, e só nos acréscimos do segundo tempo o Fla conseguiu arrancar o empate: Bruno Henrique subiu mais alto e fez 1 a 1, nos minutos finais.

    Apesar da frustração de não ter vencido, já que o resultado representava a chance de confirmar o título em Minas o empate, somado à derrota do Palmeiras para o Grêmio, manteve o Fla com vantagem de 5 pontos sobre o rival paulista. Hoje o rubro-negro soma 75 pontos, contra 70 do Palmeiras.

    Segundo o GE, essa combinação elevou as chances de título do Mengão para cerca de 96%.

    Em resumo: o empate não foi o ideal e deixou a festa para outra data mas mantém o Flamengo como grande favorito.


    O que falta: jogo contra o Ceará

    Na próxima rodada (37ª), o Flamengo receberá o Ceará no Maracanã.

    • Se vencer, garante o título antecipado, independentemente do que o Palmeiras fizer.
    • Se empatar ou perder, o título dependerá de tropeço do Palmeiras ou, em cenários específicos, também de resultados do Cruzeiro.

    Ou seja: o Flamengo agora “só depende de si”. Um simples resultado positivo sobre o Ceará será suficiente para selar o Brasileirão.


    Clima de expectativa e “fé rubro-negra”

    O empate arrancado nos acréscimos, com gol de Bruno Henrique, soou como um sinal de que o time não vai entregando mesmo com pressão e jogo difícil em BH.

    Para a torcida, o cenário ficou claro: a festa vai ser no Maracanã, na próxima rodada. Falta só um passo. A chance de 96% que o GE dá mostra que, mesmo com o empate, o caminho continua livre.


    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • João Pedro Sousa Silva nasceu em 13 de novembro de 1996, em Ponta Delgada (Açores, Portugal).
    Atualmente representa o Clube do Remo, onde se apresentou em 31 de agosto de 2025.
    Além de português, tem nacionalidade de Guiné-Bissau e até já foi convocado para essa seleção.
    Altura: cerca de 1,85 m.


    O porquê do destaque

    1. Trajetória diversa e adaptável
      João Pedro passou por Portugal (Santa Clara, Gil Vicente, Trofense, Vitória de Guimarães, Paços de Ferreira) antes de encarar experiências fora da Europa (Turquia, Grécia, Vietnã).
      Essa vivência internacional indica que é um atleta com adaptabilidade cultural, geográfica e competitiva o que facilita a transição para o futebol brasileiro de Série A.
    2. Momento decisivo no clube
      Ele chegou ao Remo sem muito holofote, mas rapidamente se tornou peça-chave. No último jogo da campanha de acesso, marcou dois gols decisivos na vitória por 3-1 sobre o Goiás, garantindo o retorno do clube à Série A após muitos anos.
      Esse tipo de performance reforça seu potencial como ativo de impacto.
    3. Preço acessível / risco mitigado
      De acordo com bases de dados de mercado, João Pedro está cotado em cerca de 400 mil € (cerca de R$ 2-3 milhões — dependendo da cotação) em meados de 2025.
      Para clubes de meio de tabela na Série A que buscam reforço ofensivo eficiente e com custo-benefício, ele aparece como opção inteligente.

    Por que os clubes de meio de tabela da Série A devem ficar de olho para 2026

    • Reforço de peso sem gastar exageradamente: times de meio de tabela normalmente não têm orçamento de gigantes. João Pedro oferece bom retorno potencial (gols + experiência diversificada) por valor contido.
    • Potencial de valorização: se juntar bom desempenho na Série A, ele pode se valorizar e gerar retorno.
    • Perfil ‘solucionador’: já mostrou que entra quando o momento exige — útil para clubes que buscam “gols que definem partidas”.
    • Versatilidade: embora seja “ponta de lança”, seu histórico sugere que ele pode atuar também como segundo atacante ou aparecer nas diagonais — característica que agrega ao esquema ofensivo.
    • Motivação alta: jogador que acaba de viver uma conquista significativa (acesso com o Remo) tende a ter motivação extra — bom para clubes que almejam estabilidade ou pequenos saltos na tabela.

    Fatores a observar / “pegar no radar”

    • Adaptação ao nível Série A: embora tenha amadurecido bastante, será diferente jogar com consistência na elite do Brasil.
    • Contrato, cláusulas e intenção de permanência: entender por quanto tempo está vinculado ao Remo, quais são os ônus, se há propostas externas.
    • Resistência, lesões e consistência: aos 29 anos, ainda com fôlego, mas será importante que mantenha bom condicionamento físico para temporada inteira.
    • Compatibilidade com o estilo do clube: se o clube de meio de tabela joga com pivô, velocidade nas costas, pressão alta — ver se João Pedro se encaixa bem ou se precisaria de adaptação.

    Conclusão

    João Pedro já deixou claras as credenciais: trajetória internacional, momento decisivo, perfil de gol. Para clubes de Série A que estão fora da briga de título, mas buscam subir na tabela ou consolidar-se, ele representa uma oportunidade de reforço inteligente para 2026. Ficar de olho agora dá vantagem estratégica — antes que “exploda” e vire alvo de grandes.

    Se você estiver produzindo um ranking de alvos de mercado para 2026 para clubes médios-grandes, João Pedro merece estar nessa lista.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.