Cercado de Trairas FC

Um blog de futebol pra quem não engole papo de dirigente nem discurso bonito de coletiva, aqui é bola, dinheiro e verdade sem filtro, sem firula e com opinião de arquibancada, escrito por Murilo Marcelli, um torcedor que fala o que o povo pensa e não tem medo de cutucar cartola, clube ou federação.

  • A reta final do Campeonato Brasileiro Série A de 2025 está pegando fogo — e, ao que tudo indica, a taça está com destino cada vez mais claro. De acordo com os cálculos do site Infobola e projeções divulgadas recentemente, o Palmeiras aparece com cerca de 74 % de probabilidade de conquistar o título, enquanto o Flamengo tem em torno de 23 % de chances.

    Por que o Palmeiras dispara?

    • O Verdão lidera a competição e depende mais de si mesmo para levantar a taça — característica que eleva significativamente suas chances.
    • A folga em relação aos concorrentes e o equilíbrio nas rodadas restantes permitem que o clube paulistano administre melhor pressão e aproveite qualquer escorregada dos rivais.
    • A matemática aponta que, com esse nível de preferência estatística, o Palmeiras está em posição de favoritismo real — não apenas simbólico.

    O cenário do Flamengo

    • O Rubro-Negro ainda está vivo na disputa, mas com probabilidades menores — cerca de 23 % conforme o prognóstico mais recente.
    • A depender de tropeços do Palmeiras e de forte sequência de vitórias, o Flamengo pode reagir — porém a margem de manobra já é mais reduzida.
    • Em competições de longa duração, como o Brasileiro, pequenas diferenças agora se ampliam para desvantagens futuras. O Flamengo sabe que cada decisão importa.

    E agora?

    A conta para o Palmeiras é simples: manter o padrão, evitar surpresas, e aproveitar que os números estão a favor. Já o Flamengo precisa elevar ao máximo o rendimento, buscar resultados importantes e torcer para um vacilo alviverde.
    Se a matemática estiver correta, o título está mais perto de São Paulo do que do Rio. Mas no futebol — como sabemos — estatística não é destino. Há vida, emoção e capítulos finais para escrever.

    A torcida, os especialistas e os números convergem para uma conclusão: Palmeiras favorito, Flamengo persistente.Vamos ver como será o desfecho.


    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Na 32ª rodada do Campeonato Brasileiro Série A, o Fluminense venceu o Mirassol por 1 a 0 no estádio Maracanã, mantendo vivo o sonho de classificação direta à Libertadores.


    Momento-decisivo e desempenho da equipe

    O triunfo veio em uma partida tensa: o adversário fez valer sua posição na tabela e o Fluminense precisou lidar com falta de pontaria no ataque para garantir os três pontos.
    Com esse resultado, o Fluminense chegou a 50 pontos, ficando apenas dois pontos atrás da zona de classificação direta à Libertadores.


    Reflexos para o restante da temporada

    Essa vitória representa mais que três pontos: dá renovado fôlego para o Tricolor na reta final, exige correções no setor ofensivo (já que o ataque ainda não deslanchou) e reforça que o Maracanã segue sendo um trunfo. O técnico Martín Zubeldía, conforme a própria análise, sabe que a busca por “melhor trio de atacantes” ainda está em curso.


    Para o blog

    Você pode acrescentar também:

    • quem fez o gol e em que minuto (caso queira buscar esse dado detalhado)
    • estatísticas do jogo (finalizações, posse de bola, etc)
    • tendência de classificação: com 50 pontos, como ficou o cenário para o G-7 ou para Libertadores direto? (com base nas contas da GE)
    • imagem/vídeo de gol ou da torcida no Maracanã para ilustrar.

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  • Na 32ª rodada do Campeonato Brasileiro Série A, o Botafogo venceu o Vasco por 3 a 0, em pleno Estádio Nilton Santos, confirmando um desempenho dominante

    O jogo

    • A partida iniciou às 19h30 (horário de Brasília) com os donos da casa assumindo logo o controle do jogo.
    • O primeiro gol saiu aos 46 minutos do 1º tempo, numa cobrança de pênalti convertida por Alex Telles.
    • No segundo tempo, aos 26 minutos, o Botafogo ampliou com Artur.
    • E aos 31 minutos do 2º tempo, David Ricardo fechou o placar em 3-0.

    Destaques individuais e escalação

    • O técnico do Botafogo, Davide Ancelotti, escalou um meio-campo ofensivo com Savarino, Joaquin Correa e Santiago Rodríguez, o que foi destacado pela boa atuação coletiva.
    • Destaques do Botafogo: Marlon Freitas, Correa e o próprio treinador receberam as melhores notas do time.
    • No Vasco, as atuações consideradas abaixo da média: por exemplo, o técnico Fernando Diniz assumiu a responsabilidade pela derrota: “placar refletiu o que foi o jogo… sou o grande responsável”.

    O que o resultado significa

    • Vitória em casa por goleada dá ao Botafogo uma injeção de confiança na reta final do Campeonato Brasileiro.
    • Para o Vasco, o revés evidencia falhas estruturais: a defesa sofreu, o meio-cam­po não conseguiu reagir e a distância para os lugares de classificação se alargou.
    • Moral elevado para o Botafogo, que poderá usar essa atuação como plataforma para buscar ainda mais resultados positivos. O Vasco, por sua vez, terá que se recompor rapidamente se quiser manter vivas as ambições de chegar a Libertadores.

    Pontos para evidenciar

    Pontos fortes do Botafogo:

    • Eficiência nos momentos decisivos: aproveitaram o pênalti, mataram o jogo no segundo tempo.
    • Equipe bem encaixada taticamente, com boa associação no meio-campo.
    • Controle do jogo fora de casa, em clássicos, é sempre algo a valorizar.

    Pontos a melhorar para o Vasco:

    • Organização defensiva: permitiu os gols em momentos vulneráveis.
    • Capacidade de reagir: quando o adversário passou a ter domínio, o time não conseguiu responder.
    • Aproveitamento dos momentos de jogo: teve domínio em partes iniciais mas não converteu isso em resultado.

    Olhando para frente

    Para o Botafogo, manter o nível apresentado será fundamental agora — quem joga bem contra rivais diretos tem grandes chances de colher frutos. Já o Vasco está em momento de alerta: o técnico reconhece isso e o elenco precisará de ajustes rápidos para não ver a temporada escapar.


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  • O Flamengo viveu mais uma noite de mistura entre brilho e frustração ao empatar em 2 a 2 com o São Paulo, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro Série A.

    Apesar de até ter virado o jogo, o time carioca deixou escapar a chance de sair na liderança da competição.

    O que deu certo

    O Flamengo mostrou bom poder de reação. Com gols de Arrascaeta (de pênalti) e Samuel Lino — este último reencontrando o gol após jejum — a equipe demonstrou que ainda tem armas ofensivas eficientes.

    A movimentação ofensiva, ao menos em parte, funcionou. E não deixa de ser mérito ter buscado a virada após ter saído atrás.

    O que não está funcionando — e aqui entra o grande foco: Gonzalo Plata

    Mas, se por um lado há pontos positivos, por outro a atuação do jogador equatoriano Gonzalo Plata se tornou de novo um dos grandes problemas. Conforme destaca o site GE, Plata foi uma das piores notas do time no jogo.
    Ele ainda foi expulso — o Flamengo tem uma série crescente de expulsões recentes — e essa instabilidade coletiva acaba atrapalhando os planos maiores do time.

    Consequências imediatas

    • O empate custou caro: o Flamengo chegou aos 65 pontos, mas não assumiu a liderança, deixando margem para que o Palmeiras abra vantagem no topo.
    • A expulsão de Plata agrava o problema de descontinuidade no time: sofrer com desfalques por cartão vermelho ou suspensão compromete o rendimento em jogos chave.
    • A equipe parece oscilar entre momentos de brilho (como a virada) e falhas recorrentes na concentração ou no desempenho individual.

    O que precisa mudar para seguir em frente

    1. Plata precisa recuperar foco e performance: Ele tem potencial, mas precisa mostrar regularidade, menos erros e mais contribuição positiva.
    2. Menos imaturidade nos duelos decisivos: A expulsão é só um sintoma — o time precisa reduzir os momentos de desatenção que custam caro.
    3. Aproveitar os jogos restantes como final de campeonato: Cada ponto perdido se torna decisivo numa disputa tão apertada como essa.
    4. Equilíbrio entre ofensiva e defensiva: Marcadores devem estar prontos para suportar mais pressão e os atacantes devem converter quando tiverem espaço.

    Conclusão

    O Flamengo provou mais uma vez que tem condições de brigar lá em cima — mas, ao mesmo tempo, voltou com uma lição clara: na corrida pelo título, erros individuais e atitudes fora de sintonia podem matar os sonhos, e o Plata, por ora, aparece mais como um entrave do que como solução.

    Resta agora ver se ele vai se reencontrar — e se o Flamengo vai manter firme o ritmo para não deixar o lider escapar.

    Porque o tempo para vacilar é cada vez menor.

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  • O futebol brasileiro vive momentos em que muita coisa boa acontece — talentos surgem, clubes inovam — mas também enfrenta crises culturais e de postura. O episódio recente protagonizado por Leão e Oswaldo de Oliveira, dois nomes históricos do nosso futebol, serve como exemplo de que nem sempre os ícones esportivos escapam de deslizes públicos.

    O que foi dito

    Durante o 2º Fórum Brasileiro dos Treinadores de Futebol, promovido pela CBF, ambos fizeram declarações contundentes sobre a presença de técnicos estrangeiros no Brasil.

    • Leão afirmou:“Eu sempre disse que eu não gosto de treinadores estrangeiros no meu país … Antes eu falava que eu não suportava, não suportaria treinadores (estrangeiros). … Você sabe que eu já falei isso, né Zé?” , se dirigindo a Zé Mario, ex treinador e jogador.
    • Oswaldo de Oliveira, por sua vez, também declarou: “Depois que ele for embora, campeão do mundo, que venha um brasileiro.” 

    E em outras palavras:

    “Brasil não precisa de técnicos estrangeiros… chegam aqui e metem o pé na porta.”

    Por que é deselegante e problemático

    Há pelo menos três aspectos que tornam o episódio desconfortável:

    1. Desrespeito à diversidade profissional
      No futebol globalizado, técnicos de diferentes nacionalidades trazem ideias, métodos e abordagens que enriquecem o esporte. Fechar a porta para “os de fora” — especialmente com tom pejorativo — coloca em segundo plano o mérito técnico e promove a discriminação.
    2. Autoridade questionável
      Leão e Oswaldo foram figuras importantes no futebol brasileiro, sim — mas isso não os isenta de responsabilidade ao fazer julgamentos públicos. Quando pessoas com peso no futebol nacional falam assim, contribuem para polarização e divisão, em vez de promover o diálogo.
    3. Imagem do Brasil e da CBF
      A declaração não atinge somente o técnico estrangeiro eventual, mas reflete na imagem da seleção, dos clubes e da própria CBF diante do mundo. Quando se adota discurso de “nós contra eles”, perde-se a oportunidade de mostrar um futebol inclusivo, plural e aberto. Leão admitiu que a “invasão” dos gringos tem a ver com a queda de qualidade dos profissionais brasileiros.

    O que esperar daqui para frente

    Para além das críticas, esse episódio pode servir como ponto de reflexão para o futebol brasileiro:

    • A CBF e demais entidades precisam reafirmar um compromisso com o respeito profissional — independentemente de nacionalidade, origem ou estilo.
    • Técnicos estrangeiros ou não, devem ser avaliados pelo que fazem dentro das quatro linhas — ideias, resultados, liderança — e não por rótulos.
    • Figuras públicas do esporte devem ter consciência da repercussão de suas falas. Um comentário mal colocado pode gerar desconfiança, divisões e até rejeição de torcedores.

    Em resumo

    A fala de Leão e Oswaldo não é apenas uma tremenda falta de elegância — ela toca em questões de identidade, profissionalismo e imagem internacional do nosso futebol.
    Seja como ícones ou comentaristas, Leão e Oswaldo têm direito à opinião — mas não podem escapar da responsabilidade pelas palavras.
    O futebol brasileiro, que tanto já encantou o mundo, também merece um ambiente de respeitoabertura e evolução.

    Por fim, é hora de questionarmos não só quem fala, mas como falam, e, mais importante, qual legado essas falas deixam para as próximas gerações.

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  • O técnico Carlo Ancelotti anunciou, nesta segunda-feira, 3 de novembro de 2025, a convocação da Seleção Brasileira para os amistosos contra Senegal e Tunísia, que acontecem respectivamente nos dias 15 e 18 de novembro, na Europa (Londres e Lille).
    A seguir, os principais destaques e novidades dessa convocação — e o que o torneio rumo à Copa do Mundo de 2026 sugere.

    Alguns pontos de atenção na lista de 26 jogadores divulgada por Ancelotti:

    Jogadores convocados – selecção resumida

    • Goleiros: Bento (Al-Nassr), Ederson (Fenerbahçe), Hugo Souza (Corinthians) ge+1
    • Defensores: Alex Sandro (Flamengo), Danilo (Flamengo), Caio Henrique (Monaco), Éder Militão (Real Madrid), Fabrício Bruno (Cruzeiro), Gabriel Magalhães (Arsenal), Luciano Juba (Bahia), Marquinhos (PSG), Paulo Henrique (Vasco), Wesley (Roma) ge
    • Meio-campistas: Andrey Santos (Chelsea), Bruno Guimarães (Newcastle), Casemiro (Manchester United), Fabinho (Al-Ittihad), Lucas Paquetá (West Ham) ge+1
    • Atacantes: Estêvão (Chelsea), João Pedro (Chelsea), Luiz Henrique (Zenit), Matheus Cunha (Manchester United), Richarlison (Tottenham), Rodrygo (Real Madrid), Vinícius Jr. (Real Madrid), Vitor Roque (Palmeiras) ge+1

    Novidades importantes

    • A chegada de jogadores como Vitor Roque (Palmeiras) e Luciano Juba (Bahia) — ambos convocados pela primeira vez ou em destaque agora.
    • O retorno de Fabrício Bruno (zagueiro), mesmo após falhas recentes contra o Japão — Ancelotti ressalta que o critério não é apenas o erro imediato, mas o conjunto de partidas.
    • A convocação conta com sete jogadores que atuam no Campeonato Brasileiro — sinal de que Ancelotti está observando também o futebol local.
    • Ancelotti afirmou que estes amistosos de novembro serão os últimos “grandes testes” antes de definir uma equipe mais estável para o Mundial.

    🎯 O que isso revela da estratégia de Ancelotti

    • O treinador deixou claro que, após uma fase de muitos testes e experimentos, ele espera já formar uma base mais definida para o time a partir de 2026.
    • A escolha de confrontos na Europa (Londres e Lille) e a intenção de treinar no continente refletem o foco em preparar o time para ambientes internacionais — sabem que a Copa será nos EUA/Canadá/México.
    • Ancelotti valoriza a mescla “juventude + experiência”: novos jogadores ganhando chance, mas também nomes consolidados para dar solidez.
    • A observação aos clubes brasileiros e jogadores que atuam no país sugere que Ancelotti está atento ao cenário interno, não somente aos expatriados. Isso pode ampliar o leque de opções para 2026.

    🗓 Próximos passos e implicações para 2026

    • Os amistosos contra Senegal (15/11) e Tunísia (18/11) serão os últimos da Seleção Brasileira em 2025 sob Ancelotti.
    • A expectativa é que, a partir de 2026, especialmente após a janela de março, o grupo se aproxime bastante da lista final para o Mundial.
    • A preparação contará com apresentação da Seleção no Brasil (em local ainda a definir), período de treinamentos em locais como a Granja Comary (Teresópolis) e possivelmente um amistoso de despedida no Brasil antes da viagem ao exterior. 

    Agenda

    • 15/11 – Brasil x Senegal – Emirates Stadium (Londres)
    • 18/11 – Brasil x Tunísia – Decathlon Stadium (Lille

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  • Na última rodada, o Palmeiras fez o dever de casa (ou, no caso, fora) e voltou à ponta da tabela do Campeonato Brasileiro Série A. Segundo cobertura indireta, o Verdão venceu o Juventude por 2 a 0, em jogo válido pela 31ª rodada, resultado que lhe permitiu reassumir a liderança isolada da competição.

    📝 Detalhes importantes

    • A vitória veio mesmo com algumas mudanças no time titular, segundo relatos.
    • Com esse resultado, o Palmeiras ultrapassa adversários diretos na briga pelo título e volta a assumir o topo com autoridade.
    • A campanha do clube paulista volta a ganhar fôlego — o momento agora exige manutenção da consistência para transformar a liderança em vantagem real.

    🔎 O que isso significa

    • Para o Palmeiras: Recuperar a liderança dá um alento extra para o elenco, que mostra que pode reagir e que está no bloco dos “favoritos”.
    • Para os rivais: A retomada da ponta adiciona pressão sobre quem está atrás — cada empate ou derrota agora custa mais caro.
    • Para a disputa: Com o Palmeiras na liderança, o torneio pode ganhar mais emoção nas próximas rodadas, pois o adversário principal terá que se impor para recuperar terreno.

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  • Na 31ª rodada do Campeonato Brasileiro Série A, o São Paulo FC foi até o estádio Estádio São Januário e derrotou o CR Vasco da Gama por 2 a 0.

    Detalhes do jogo

    • Gols: o São Paulo abriu o placar com Lucas Moura cobrando pênalti ainda no primeiro tempo; o segundo gol foi anotado por Luiz Gustavo na etapa complementar.
    • Técnico do São Paulo, Hernán Crespo, elogiou o trabalho defensivo da equipe: “Saber sofrer é importante”, afirmou, destacando que apesar de o adversário ter momentos de controle, o Tricolor se comportou com maturidade.
    • O Vasco vinha com uma sequência de bons resultados e buscava manter invencibilidade em casa, o que torna a derrota ainda mais significativa.
    • Com o resultado, o São Paulo se aproxima do G-7 (zona de classificação para a Libertadores) e ultrapassa o Vasco na tabela.

    O que ficou

    • Para o São Paulo: uma vitória de caráter, fora de casa, mostrando que o time consegue se impor em confrontos diretos — importante para a temporada e para a ambição de voltar à Libertadores.
    • Para o Vasco: a derrota em casa interrompe a sequência positiva, e levanta questionamentos sobre a consistência quando muda o mando e enfrenta adversário que imprime ritmo e estratégia.
    • No confronto direto: fazer 2 a 0 em São Januário contra um adversário que jogava em casa era tarefa muito difícil — o São Paulo fez valer a eficácia nas oportunidades e a solidez defensiva.
    • Cenário a seguir: o Tricolor ganha fôlego para próximos jogos, enquanto o Vasco precisará reagir para não ver sua campanha sofrer abalo maior.

    📉 Situação na tabela

    Com o resultado, o São Paulo ultrapassa o Vasco e encosta no G-7, zona de classificação para a Libertadores. Já o Cruz-Maltino, que vinha embalado, sofre um freio e precisa reagir rapidamente para não perder posição.

    📊 Estatísticas (GE)

    • Posse de bola: Vasco 56% x 44% São Paulo
    • Finalizações: Vasco 13 x 9 São Paulo
    • Cartões amarelos: Vasco 3 x 2 São Paulo
    • Cartões vermelhos: nenhum

    Análise final:
    O São Paulo mostrou poder de reação e frieza em um dos estádios mais difíceis do país. Já o Vasco, que vinha de boa fase, volta a sentir o peso da irregularidade em jogos grandes.

    Ambos ainda brigam por vagas na parte de cima da tabela, mas o moral e o embalo agora estão com o Tricolor.


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  • Na noite deste sábado (1º de novembro de 2025), o Flamengo jogou com autoridade no Maracanã e venceu o Sport por 3 a 0, recuperando-e não apenas a confiança, mas garantindo também a ponta da tabela do Campeonato Brasileiro Série A.

    🔥 Destaque da partida

    Bruno Henrique foi o protagonista da rodada. Ele deixou sua marca duas vezes, mostrando que é capaz de decidir jogos quando o time precisa — e mereceu os aplausos da torcida rubro-negra.
    Além dele, vale destacar o golaço de falta de De Arrascaeta, outro momento de brilho do Flamengo.

    🛡️ Como o Flamengo controlou o jogo

    • O time de Filipe Luís teve ampla posse e domínio no primeiro tempo, embora sem definir. No segundo, encaixou o ataque e eficiência nas chances.
    • A defesa esteve bem postada, evitando que o Sport criasse perigo real – o placar “se garantiu” no sistema defensivo rubro-negro.
    • Entradas certeiras no momento certo: Bruno Henrique entrou e aproveitou para sacramentar a vitória.

    📊 O que significa para o Campeonato

    Com esta vitória, o Flamengo não só soma mais três pontos importantes como dorme na liderança do Brasileirão — momento chave na reta final da competição.
    Mantendo esse nível, o time reforça a disputa pelo título e dá um sinal de força aos adversários.

    🧭 Olhando à frente

    O elenco agora tem a oportunidade de fortalecer o momento com mais confiança — jogar em casa, com torcida, marca um diferencial. Ainda há, claro, desafios: manter o foco, evitar oscilações, e lidar com a pressão.


    Assinatura do blog:
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  • No dia 29 de novembro de 2025, no Estádio Monumental de Lima (Lima, Peru) vai acontecer a final da Libertadores entre Flamengo e Palmeiras.
    Esse duelo reúne dois gigantes do futebol brasileiro em momento de força, cada qual com razões para sonhar — e também com desafios pela frente.

    Contexto

    • É a sétima vez que a final da Libertadores tem dois clubes brasileiros.
    • Palmeiras lidera a tabela do Brasileirão, com o Flamengo logo atrás — ou seja: além da Libertadores, os dois brigam forte também pelo título nacional.
    • A CBF já antecipou jogos de ambos no Brasileirão para que possam focar na viagem e preparação para Lima.

    O que cada time traz para o jogo

    Palmeiras:

    • É um time que vem com consistência, sólidos no sistema defensivo e ofensivo; tem o peso de que já conquistou a Libertadores recentemente, o que dá bagagem.
    • Lidera o campeonato nacional, o que reforça o moral.
      Flamengo:
    • Um clube com tradição em decisões, com torcida enorme, ambiente de alta pressão — mas isso pode ser tanto vantagem quanto risco.
    • Está atrás no Brasileirão, o que pode gerar motivação extra ou tensão.

    O que pode definir a final

    • A forma emocional: decisões são fortes em componente psicológico. Qual time vai aguentar melhor nervosismo, arbitragem, ambiente externo.
    • A consistência tática: qual time conseguir manter o plano de jogo mesmo diante da pressão.
    • A experiência em decisões: quem já perdeu ou ganhou finais tende a administrar melhor.
    • A preparação física e logística: viagem para Lima, adaptação, desgaste dos campeonatos nacionais — tudo isso pesa.
    • Elementos individuais: jogadores-chave que atuem bem ou façam a diferença nos momentos decisivos.

    Reta final do Campeonato Brasileiro: o que esperar

    Além da Libertadores, os dois clubes estão igualmente engajados no Brasileirão — o que torna a reta final duplamente exigente.

    Desafios comuns

    • Gerenciamento de elenco: jogar Libertadores + Brasileirão exige rodagem de jogadores, evitar lesões, desgaste.
    • Pressão de torcida: perder pontos nacionalmente pode minar o moral para a final continental; e ao contrário também, uma derrota continental pode afetar o desempenho no Brasileirão.
    • Foco dividido: qual o clube dará prioridade ou como vai equilibrar os dois campeonatos?
    • Calendário apertado: competições, viagens, deslocamentos — cansaço físico e mental entram.

    Cenário provável

    • Palmeiras, por estar na liderança, pode se dar ao luxo de “acompanhar” um pouco, mas não muito — porque existe a concorrência.
    • Flamengo, por estar atrás, pode adotar uma postura mais agressiva no nacional para compensar — ou se preocupar em poupar atletas pensando na Libertadores.
    • Ambos vão ter que decidir: priorizar continental ou nacional? Ou buscar os dois, o que exige altíssimo nível de entrega.

    Conclusão: o que esperar

    Para os torcedores — preparem-se para emoções fortes. Esta final será um marco.

    • Palmeiras tem os índices, a consistência, o momento.
    • Flamengo tem a tradição, a torcida, a capacidade de “decidir” em grandes jogos.
    • No nacional, a briga permanece acesa: quem vacilar, perde.
    • Em termos estratégicos: quem equilibrar melhor Libertadores + Brasileirão vai sair vencedor de forma mais “completa”.

    Se eu tivesse que arriscar um palpite: a final da Libertadores pode pender para aquele time que controlar menos os erros e impor seu ritmo desde o início — porque em um jogo único final tudo pesa: início, meio e fim.


    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.