Cercado de Trairas FC

Um blog de futebol pra quem não engole papo de dirigente nem discurso bonito de coletiva, aqui é bola, dinheiro e verdade sem filtro, sem firula e com opinião de arquibancada, escrito por Murilo Marcelli, um torcedor que fala o que o povo pensa e não tem medo de cutucar cartola, clube ou federação.

  • O calendário virou, o coração segue batendo forte e a paixão pelo futebol carioca continua intacta. Que o novo ano traga mais emoções, títulos, clássicos históricos e, claro, muita resenha boa para a arquibancada e para o nosso blog.

    🔴 Flamengo

    O Flamengo segue como protagonista dentro e fora de campo. Entre renovações, planejamento de elenco e decisões fortes nos bastidores, o clube mostra mais uma vez que ninguém é maior que o Flamengo. A expectativa é de um ano competitivo, com elenco forte e cobrança máxima por títulos como manda a tradição rubro-negra.

    ⚪⚫ Vasco

    O Vasco entra no novo ano com a palavra reconstrução bem definida. Após altos e baixos, o clube busca estabilidade, organização e um time mais competitivo. A torcida segue empurrando, acreditando que dias melhores virão e que o Gigante da Colina pode voltar a brigar em outro patamar.

    🟢⚪ Fluminense

    O Fluminense começa o ano sustentado por um trabalho que valoriza elenco, identidade e continuidade. Com foco em manter o nível competitivo e ajustar peças, o Tricolor quer seguir firme nas grandes competições e provar que não foi protagonista por acaso nos últimos tempos.

    ⚫⚪ Botafogo

    O Botafogo vive um momento de expectativas altas. Com planejamento, investimento e ambição, o clube inicia o ano pressionado por resultados, mas também respaldado por uma torcida que voltou a sonhar grande. O desafio agora é transformar promessas em conquistas.


    Que 2026 seja um ano de menos polêmica vazia e mais bola na rede, menos sofrimento desnecessário e mais alegria para quem vive o futebol todos os dias.

    🥂 Feliz Ano Novo!
    Que venham os clássicos, os gols, as provocações saudáveis e, acima de tudo, o amor eterno pelo futebol carioca.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Depois de semanas de incerteza, tensões e negociações intensas que pararam o mercado rubro-negro, acabou a novela que mobilizou a torcida, diretoria e até os jogadores: Filipe Luís assinou a tão esperada renovação com o Flamengo e seguirá no comando técnico do clube até o fim de 2027ge

    A história parecia caminhar para um impasse. O contrato de Filipe Luís estava expirando neste fim de ano e as conversas se arrastaram por meses, com pontos espinhosos, especialmente ligados à remuneração tanto dele quanto da sua comissão técnica. Houve momentos em que a permanência parecia improvável, tanto que o Flamengo chegou a trabalhar com alternativas no mercado. ge

    Mas o desfecho foi feliz para a Nação Rubro-Negra. As partes finalmente chegaram a um consenso, e o treinador aceitou a última proposta da diretoria, que passou por ajustes importantes incluindo questões salariais e cláusulas contratuais de comissão e bônus para atender às exigências de Filipe e promover um acordo equilibrado. ge

    A renovação representa mais que uma simples extensão de contrato: é a continuidade de um projeto de sucesso. Filipe Luís, desde que assumiu o time principal em outubro de 2024, conquistou títulos importantes e ganhou a confiança do elenco e da torcida, construindo um trabalho que já rendeu taças e um estilo envolvente de jogo.

    A sequência de sucesso e estabilidade agora está garantida por mais dois anos, um alívio para o planejamento da temporada 2026 e um sinal claro de que o Flamengo aposta na continuidade de um trabalho que já provou valor em campo.

    Agora é oficial: Filipe Luís ficará no Flamengo até dezembro de 2027  fim de uma novela que mexeu com o coração da torcida e início de uma nova fase de ambições rubro-negras. 

    Com a novela encerrada, o Flamengo vira a página e olha para frente. A renovação de Filipe Luís representa estabilidade, continuidade e a aposta em um projeto que já mostrou resultados dentro de campo. Agora é trabalhar, cobrar e competir no mais alto nível porque no Flamengo a régua é sempre lá em cima. Ninguém é maior que o Flamengo.

    Por Cercado de Traíras FC a voz da arquibancada.

  • A renovação de contrato de Filipe Luís, ídolo recente e hoje peça importante dentro do Flamengo, virou um problema que o clube não precisava enfrentar, tudo por conta de uma decisão equivocada: a contratação de um agente, que agora exige 10% de comissão sobre o novo vínculo e quem deve pagar, não é quem contrata e sim, o clube.

    O Flamengo, como instituição, não pode ser refém de treinador, atleta, empresário ou quem quer que seja, ainda mais quando se trata de um profissional que sempre se apresentou como alguém alinhado aos valores do clube. É um total “Absurdo” o Flamengo, nesse caso, pagar comissão a um agente, contratado pelo treinador. Pagar comissão em renovação de contrato, ainda mais nesses moldes, abre um precedente perigoso.

    O clube já deixou claro ao longo da sua história recente que não aceita intermediários mandando mais do que a diretoria, e é exatamente por isso que chegou a hora de ser pragmático.

    Se a renovação está travada por causa de comissão, aciona o plano B.

    O Flamengo é maior que qualquer nome, foi assim com jogadores históricos, técnicos campeões e dirigentes. Ídolos passam, gerações mudam, e o clube permanece, não é desmerecer a trajetória do Filipe Luís, mas sim defender a instituição.

    Se houver bom senso, a renovação sai sem ruído.
    Se não houver, o Flamengo segue em frente como sempre fez.

    Porque no Flamengo, ninguém é maior que o clube.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada

  • O Flamengo tentou, conversou, ouviu, ponderou, a diretoria busca a renovação de Filipe Luís, um jogador que construiu história, ganhou títulos importantes e virou referência técnica e de liderança dentro do elenco, o respeito existiu e sempre existirá pelo profissional exemplar que vestiu o Manto.

    Mas negociação é negociação, e nem sempre boa vontade, passado vencedor e identificação são suficientes para fechar um acordo.

    O Flamengo deixou claro que a renovação precisa seguir dentro de um projeto maior: planejamento, equilíbrio e futuro, quando as conversas não avançam nos termos que o clube considera corretos, a decisão precisa ser tomada com frieza, mesmo que doa no coração do torcedor.

    Filipe Luís fez muito pelo Flamengo, isso é indiscutível, mas o clube também fez muito por ele, e é exatamente nesse ponto que mora a linha que não pode ser ultrapassada.

    🔴⚫ No Flamengo, ninguém está acima do escudo.

    Não é soberba, não é ingratidão, é história, é instituição, jogadores passam, dirigentes passam, gerações passam o Flamengo fica, sempre ficou.

    Se a renovação não acontecer, fica o reconhecimento pelo que foi construído e a certeza de que o clube seguirá em frente, como sempre seguiu, porque o Flamengo não depende de nomes, os nomes é que entram para a história do Flamengo.

    E essa história continua.

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  • Corinthians saiu do Maracanã com uma vitória importante sobre o Vasco, em um jogo tenso do início ao fim, de acordo com as informações do GE, a partida foi marcada muito mais pelo controle emocional (ou pela falta dele) do que pela bola rolando.

    O Corinthians soube jogar o jogo que se apresentou, picotou a partida o tempo inteiro, esfriou o ritmo, gastou tempo quando precisou e transformou cada falta, cada atendimento e cada paralisação em parte da sua estratégia, não foi bonito mas foi eficiente, a equipe paulista entendeu rapidamente o cenário e fez o relógio correr a seu favor.

    Do outro lado, o Vasco sentiu, empurrado pela torcida, o time entrou nervoso, errou passes simples, acelerou jogadas sem necessidade e caiu facilmente nas provocações e interrupções do adversário, a ansiedade falou mais alto, e o time acabou jogando exatamente como o Corinthians queria.

    O resultado refletiu esse contraste de posturas: enquanto um lado teve frieza para administrar o jogo, o outro deixou o emocional comandar as decisões, no fim das contas, venceu quem soube competir melhor mesmo longe de um futebol vistoso.

    No Maracanã, ficou a lição: clássico não se ganha só na técnica, mas também na cabeça, e nisso, o Corinthians levou a melhor.

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  • Vasco da Gama está a 90 minutos de um feito enorme, depois de uma campanha marcada por superação, personalidade e muita tensão, o Gigante da Colina chega ao jogo decisivo da final da Copa do Brasil com tudo em aberto e com a sensação de que o título está mais perto do que nunca.

    ⚽ Empate no primeiro jogo: tudo em aberto

    No primeiro jogo da final, disputado na Neo Química Arena, o Vasco mostrou maturidade e inteligência para segurar o Corinthians fora de casa, o empate sem gols manteve a decisão completamente aberta e reforçou a confiança cruz-maltina para o confronto final.

    Mesmo atuando sob pressão, o Vasco foi organizado defensivamente, soube sofrer em alguns momentos e saiu de São Paulo com o resultado que queria: decidir o título diante da sua torcida.

    O GE destacou a postura segura do time, que neutralizou os pontos fortes do adversário e não se deixou levar pelo ambiente hostil.

    🧤 Léo Jardim e a força coletiva

    Mais uma vez, Léo Jardim foi decisivo quando exigido, passando segurança ao sistema defensivo. Mas o grande mérito esteve no coletivo: linhas compactas, entrega física e concentração total até o apito final, foi um jogo de final de verdade travado, tenso e decidido nos detalhes.

    🏟️ Agora é decisão

    Com o empate no primeiro jogo, quem vencer o segundo levanta a taça, em caso de novo empate, a decisão vai para os pênaltis e é aí que cresce ainda mais a confiança vascaína: o time já mostrou nesta Copa do Brasil que sabe decidir sob pressão.

    O Maracanã promete clima de decisão, arquibancadas pulsando e um Vasco empurrado pela torcida para buscar um título que não vem desde 2011.

    🏆 Chegou a hora

    Depois de tanto sofrimento nos últimos anos, o torcedor vascaíno volta a sonhar alto, o empate no primeiro jogo não foi apenas um resultado foi um recado claro: o Vasco está vivo, forte e pronto para lutar até o último minuto.

    Agora, é final.
    Agora, é tudo ou nada.
    Agora, o Vascão está com a mão na taça.


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  • A final da Copa Intercontinental, disputada ontem, confirmou um roteiro que o futebol sul-americano conhece bem nos últimos anos., o Flamengo competiu, jogou de igual para igual durante todo o tempo regulamentar e a prorrogação, mas acabou derrotado na decisão por pênaltis, vendo o título ficar novamente com um clube europeu.

    O jogo em si foi equilibrado, o Flamengo não se acovardou, não se limitou a se defender e tampouco foi engolido pelo adversário, pelo contrário, disputou posse, pressionou em momentos chave e mostrou organização coletiva, não houve aquele abismo técnico que muitas vezes tentam vender quando colocam sul-americanos contra europeus.

    O problema é que finais desse tamanho não se ganham apenas com competitividade, elas se decidem nos detalhes, e é justamente aí que o futebol europeu tem levado vantagem ano após ano. Elenco mais profundo, banco decisivo e, principalmente, frieza nos momentos finais.

    A disputa por pênaltis escancarou isso, não se pode perder quatro pênaltis, não é só técnica: é preparo mental, repetição, rotina de decisão, para clubes europeus, esse tipo de jogo virou protocolo, para os sul-americanos, segue sendo exceção e exceções cobram preço alto.

    Ainda assim, é importante separar o resultado da análise rasa, o Flamengo não foi inferiornão foi atropelado e não passou vergonha, como alguns gostam de resumir derrotas internacionais, sai de cabeça erguida, mas com a constatação dura: hoje, para vencer a Europa, é preciso fazer o jogo perfeito e torcer para que os detalhes também joguem a favor.

    A Copa Intercontinental segue viva justamente por isso, porque mesmo quando o troféu não vem, o confronto expõe verdades incômodas e mantém acesa a discussão sobre o futebol mundial, ontem, mais uma vez, ficou claro: o jogo ainda existe. O problema é o depois do jogo.


    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Copa Intercontinental da FIFA é a principal competição anual de clubes organizada pela FIFA, reunindo os campeões das seis confederações continentais, Europa, América do Sul, Ásia, África, Oceania e América do Norte/ Central/Caribe para decidir o clube campeão mundial de clubes.

    Desde a sua reformulação em 2024, o torneio substituiu o antigo formato de Mundial de Clubes e passou a ser disputado por equipes de todos os continentes, com confrontos eliminatórios culminando em uma grande final que decide o título global.

    final da Copa Intercontinental da FIFA de 2025 foi marcada para amanhã, 17 de dezembro de 2025, no Ahmad bin Ali Stadium, em Al Rayyan, Catar.

    Os finalistas

    • Paris Saint-Germain (PSG), campeão da UEFA Champions League 2024-25, representante europeu e um dos clubes mais fortes da atualidade.
    • Flamengo, campeão da Copa Libertadores 2025, representando a CONMEBOL após vencer a fase de play-offs conhecida como «FIFA Challenger Cup».

    Esses dois gigantes do futebol mundial se enfrentaram no jogo decisivo, em uma partida que promete emoção, técnica e a consagração de um verdadeiro campeão intercontinental.

    O significado da final

    A final da Copa Intercontinental da FIFA vai além de um simples jogo: é a culminação de um longo caminho de clubes campeões, cada um saindo vitorioso em sua respectiva competição continental trazendo para o palco mundial o melhor do futebol de clubes.

    Ser campeão intercontinental significa inscrever seu nome na história do futebol, reunindo forças de diferentes culturas futebolísticas e estilos de jogo em busca do título máximo do cenário global.

    Chegou a hora de quebrar a hegemonia europeia

    Desde 2012, o futebol mundial assiste a uma sequência incômoda e quase automática de títulos levantados por clubes europeus no Mundial.

    Bayern, Real Madrid, Liverpool, Chelsea, Manchester City… elencos milionários, estruturas gigantescas e um favoritismo que, jogo após jogo, virou regra.

    Mas futebol não é planilha de Excel, não se decide campeão apenas por orçamento, ranking ou previsões frias, decide-se em campo, no detalhe, na pressão, no peso da camisa e na capacidade de competir quando tudo parece desenhado para dar errado.

    Já passou da hora de quebrar essa escrita, de lembrar ao mundo que o futebol sul-americano não vive só de memória, mas de identidade, talento e alma competitiva, a final intercontinental não é apenas um jogo é o momento de confrontar narrativas, desafiar a lógica do “inevitável” e mostrar que hegemonia também se rompe.

    Toda sequência existe para ser interrompida, e toda final é o cenário perfeito para isso.

    Agora é bola rolando. O resto… é história sendo escrita.

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  • O Maracanã recebeu mais uma noite de clássico decisivo, estádio lotado e clima de tensão do início ao fim, o Fluminense venceu o Vasco no tempo normal, fez o que precisava para levar a semifinal para os pênaltis, mas parou aí, na hora que a Copa do Brasil realmente se decide, quem avançou foi o Vasco.

    Como destacou o GE, o Fluminense conseguiu controlar boa parte da partida, foi mais presente no campo ofensivo e empurrou o Vasco para trás em vários momentos, o resultado nos 90 minutos recolocou o confronto em aberto e aumentou a pressão, só que semifinal não se resume a desempenho: se resolve no detalhe e principalmente no psicológico.

    Na disputa por pênaltis, o roteiro mudou completamente, o Vasco mostrou frieza, organização e maturidade, cobrou melhor, contou com atuação decisiva do goleiro Leo Jardim e transformou a vantagem construída no confronto em vaga na final, o Fluminense, apesar da vitória no jogo, saiu eliminado no objetivo maior.

    O resumo da noite é simples e direto, como costuma ser em mata-mata:
    o Fluminense venceu o jogo mas o Vasco venceu a semifinal.

    Na Copa do Brasil, não existe justiça poética nem posse de bola que valha mais que a classificação.

    O Vasco suportou a pressão, aceitou o sofrimento e decidiu quando a bola parou de rolar.

    O Maracanã viu tudo e no fim, viu o Fluminense deixar o campo vencedor no placar e derrotado na competição.

    O Vasco está na final da Copa do Brasil, o resto entra para a estatística.


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  • Em uma tarde de festa para a Nação Rubro-Negra, o Flamengo conquistou uma vitória consistente por 2 a 0 sobre o Pyramids FC, do Egito, e garantiu sua vaga na grande final da Copa Intercontinental da FIFA 2025, que será disputada contra o poderoso Paris Saint-Germain (PSG), atual campeão da Liga dos Campeões da Europa. ge

    O jogo, realizado no Estádio Ahmad bin Ali, em Al Rayyan, no Catar, mostrou um Flamengo consciente de sua força e com uma estratégia bem executada, Léo Pereira abriu o placar de cabeça aos 23 minutos do primeiro tempo, após assistência precisa de Arrascaeta, e Danilo ampliou na segunda etapa, também em um lance aéreo aproveitando outra finalização de bola parada. CNN Brasil

    A classificação representa mais um marco na temporada histórica do clube, que já vinha embalado por títulos importantes incluindo a Copa Libertadores da América e agora terá a chance de disputar o título mundial intercontinental no próximo dia 17 de dezembro, novamente no estádio em Al Rayyan, às 17h (horário de Londres)ge+1

    A repercussão internacional também já começou, o jornal espanhol Marca destacou que “Filipe Luís e seu Flamengo enfrentarão o PSG na final da Copa Intercontinental”, enquanto outros veículos europeus alertaram o time francês sobre o talento e a organização da equipe brasileira um sinal de respeito além-mar para o Rubro-Negro. ge

    Para chegar a essa final, o Flamengo teve um caminho sólido: primeiro venceu o Cruz Azul (México) por 2×1, no chamado Dérbi das Américas, e depois superou o Pyramids na semifinal.

    Agora, o clube carioca se prepara para o duelo que pode coroar um ano espetacular e colocar novamente o futebol brasileiro no topo do cenário intercontinental. 

    O Flamengo está na final, mais uma vez, o Rubro-Negro atravessa o oceano, enfrenta contextos diferentes, rivais de estilos opostos e chega onde poucos chegam.

    Agora é PSG, é a Europa de novo no caminho, é mais uma chance de provar que o futebol brasileiro quando bem jogado segue vivo, forte e competitivo, a final está logo ali, e o Flamengo, como quase sempre, chegou onde precisava chegar.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.