Cercado de Trairas FC

Um blog de futebol pra quem não engole papo de dirigente nem discurso bonito de coletiva, aqui é bola, dinheiro e verdade sem filtro, sem firula e com opinião de arquibancada, escrito por Murilo Marcelli, um torcedor que fala o que o povo pensa e não tem medo de cutucar cartola, clube ou federação.

  • Ontem à noite, no Maracanã, o Fluminense viveu mais um capítulo dramático e apaixonante no Campeonato Brasileiro. Em partida válida pela 28ª rodada, o Tricolor venceu o Juventude por 1 a 0, com um golaço salvador de Thiago Silva nos acréscimos, garantindo três pontos de ouro para a equipe carioca.


    Primeiro tempo: equilíbrio e poucas emoções

    O duelo começou truncado, com ambas as equipes cautelosas, buscando não se expor demais. O Juventude não deu moleza, fechando espaços, enquanto o Flu tentava impor ofensividade, mas sem encontrar fluidez nos últimos metros. As melhores chances foram raras, e o placar permaneceu zerado até o intervalo.


    Segundo tempo: tensão, alternativas e fé até o fim

    Com o passar dos minutos, o Fluminense intensificou as substituições, tentando dar mais fôlego ofensivo e criar desequilíbrios. O técnico Luis Zubeldía apostou em nomes como John Kennedy, Riquelme, Felipe e Soteldo, buscando variações que trouxessem a inspiração que faltava. Terra

    Mesmo não rendendo seu melhor, o Flu persistiu — pressionando, insistindo, empurrado pela torcida. No momento em que muitos já esperavam o empate, a “lei do futebol” brilhou. Nos acréscimos, o capitão tricolor apareceu como herói: Thiago Silva pegou a bola na área adversária e, com precisão, decretou o triunfo. 

    Herói do Maracanã: Thiago Silva pede paciência, mas confirma liderança

    Depois da explosão de alegria no estádio, Thiago Silva fez questão de pedir calma para a torcida: reconheceu que o trabalho de adaptação sob o comando de Zubeldía ainda está em curso, e que haverá erros pelo caminho, mas defendeu que a entrega de todos até o último segundo faz a diferença.

    Com o gol decisivo, o zagueiro acalmou vaias que começavam a se formar no Maracanã, mostrando que, quando o time mais precisa, seus líderes aparecem.


    Importância da vitória para o Flu

    • Regulação da moral: vencer nos minutos finais traz um frescor mental e emocional que vale tanto quanto os três pontos. Zubeldia admitiu que o time não esteve bem, mas destacou que triunfar “no fim” tem outro sabor.
    • Luta por espaço no G-6: a vitória reacende as ambições do Fluminense de se aproximar da zona de classificação para torneios internacionais.
    • Prova de resiliência: mesmo em uma partida abaixo da idealidade, o time manteve a entrega até o minuto final — e foi recompensado.

    Com o apito final, o Fluminense saiu de campo aliviado e vibrando com o herói da noite. O “Monstro” Thiago Silva mostrou que, mesmo aos 40 anos, ainda é decisivo e carrega a alma tricolor no peito. Foi a vitória da raça, da paciência e da fé até o último lance — exatamente como a torcida gosta.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Vasco voltou para casa com três pontos importantes do Ceará. Em partida válida pela 28ª rodada do Brasileirão, o time cruzmaltino venceu o Fortaleza por 2 a 0, atuando parte do jogo com um jogador a menosESPN.com+3ge+3ESPN.com+3

    Como foi o jogo

    • O Fortaleza começou a partida tentando impor seu ritmo em casa, mas esbarrou na forte marcação vascaína e no goleiro Léo Jardim, que fez defesas determinantes. ESPN.com
    • Aos 38 minutos do primeiro tempo, o Vasco ficou com um homem a menos: Hugo Moura foi expulso após cometer falta dura na panturrilha de Guzmán. Mesmo em desvantagem numérica, o Vasco não se entrega. ESPN.com
    • Pouco depois da expulsão adversária, o Vasco aproveitou um contra-ataque eficiente: Rayan partiu com velocidade, bateu na saída do goleiro Brenno e abriu o placar. ESPN.com
    • No segundo tempo, o Fortaleza pressionou, mas não conseguiu furar a defesa vascaína nem vencer Léo Jardim. Já nos acréscimos, David fechou o placar, aproveitando uma sobra após cobrança de bola aérea e selando a vitória. ESPN.com
    • Ainda nos acréscimos, o jogo ficou quente: Bareiro, do Fortaleza, também foi expulso, deixando o Leão com dez em campo — o mesmo que já acontecia com o Vasco. Houve confusão geral depois do apito final, com expulsões por reclamação. ESPN.com

    Significado da vitória

    Essa vitória é um respiro para o Vasco. Mesmo jogando com desvantagem numérica por boa parte do confronto, o time soube administrar e assegurar os três pontos longe de São Januário. O triunfo leva o clube à primeira metade da tabela e ajuda a distanciar-se da zona de rebaixamento. ESPN.com

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  • Flamengo deu show no Nilton Santos e venceu o Botafogo por 3 a 0, na noite de ontem, em mais um clássico eletrizante pelo Campeonato Brasileiro. Com uma atuação segura, intensa e envolvente, o Rubro-Negro mostrou que está vivo na disputa pelo título e deixou o rival completamente perdido em campo.

    Logo no primeiro tempo, Pedro abriu o placar com um belo gol, aproveitando uma excelente jogada de Arascaeta. O Botafogo até tentou reagir, mas esbarrou na boa marcação flamenguista e na atuação sólida da defesa. Na etapa final, o Flamengo ampliou com Luiz Araújo, que recebeu um passe de Pedro e só teve o trabalho de empurrar para o gol, e Plata, que fechou o placar com uma cabeçada depois de uma saída errada da defesa do Botafogo, coroando a grande exibição do time comandado por Felipe Luiz.

    A vitória teve sabor especial: foi fora de casa, no estádio do rival, e com domínio total das ações. O Flamengo controlou o meio-campo, criou as principais chances e mostrou maturidade para administrar o resultado.

    Já o Botafogo vive momento delicado. O time não conseguiu repetir o bom desempenho de outras rodadas, errou muito na saída de bola e viu a torcida deixar o Nilton Santos frustrada com mais uma derrota em clássico.

    Com o resultado, o Flamengo segue na cola do Palmeiras que goleou o Bragantino por 5 x 1 e é o próximo adversário do Mengão.

  • Flamengo e Botafogo voltam a se enfrentar em mais um capítulo de um dos maiores clássicos do futebol carioca — o Clássico da Rivalidade, que há mais de 100 anos movimenta paixões, provocações e histórias inesquecíveis.

    O confronto começou lá atrás, em 1913, e desde então os dois clubes escreveram páginas marcantes no futebol brasileiro. De um lado, o Flamengo com sua torcida imensa, acostumada a decisões e títulos. Do outro, o Botafogo, clube tradicional, formador de craques históricos como Garrincha, Nilton Santos, Jairzinho e Túlio Maravilha.

    Nos anos 1960, o Fogão era praticamente a base da Seleção Brasileira, e o duelo contra o Flamengo era símbolo de técnica e emoção. Já nos anos 2000 em diante, o Rubro-Negro dominou a maioria dos confrontos, com vitórias emblemáticas, viradas históricas e elencos estrelados.

    O equilíbrio, no entanto, é o tempero desse clássico. Mesmo quando um chega embalado e o outro em crise, as forças costumam se igualar em campo — é jogo de nervos, raça e camisa pesada.

    Hoje, mais uma vez, o Nilton Santos será palco dessa rivalidade centenária. A pergunta que não quer calar: quem leva o Clássico da Rivalidade desta vez — o Mengão de tantas glórias ou o Fogão de tantas tradições?

    📊 Retrospecto recente:
    Nos últimos 10 confrontos, o Flamengo venceu 6, o Botafogo levou 3 e houve 1 empate. Mesmo assim, os jogos têm sido equilibrados e cheios de emoção — nada decidido antes da bola rolar.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • A Seleção Brasileira viveu um daqueles dias em que o futebol cobra caro por cada deslize. Em amistoso disputado nesta segunda-feira, 14 de outubro de 2025, no Estádio Ajinomoto, em Tóquio, o Brasil perdeu por 3 a 2 para o Japão — a primeira derrota da história para os japoneses.

    O jogo começou com cara de goleada brasileira. Logo no primeiro tempo, Paulo Henrique e Gabriel Martinellicolocaram o Brasil em vantagem de 2 a 0, com jogadas rápidas e um domínio técnico que lembrava os velhos tempos da Seleção. Mas o que parecia um passeio virou um pesadelo na etapa final.

    O Japão voltou com outra postura. Mais intenso, mais organizado e, principalmente, mais concentrado. Minaminodiminuiu o placar, Fabrício Bruno acabou marcando contra e, já nos minutos finais, Ueda completou a virada histórica. O 3 a 2 do placar final foi recebido com festa pela torcida japonesa — e com espanto no banco brasileiro.

    Mais do que um simples amistoso, o jogo deixou uma lição: o futebol asiático evoluiu muito, e o Brasil, se não se reinventar, continuará perdendo terreno até mesmo em jogos que antes pareciam meros treinos de luxo.

    O técnico brasileiro admitiu após o jogo que faltou “concentração e equilíbrio emocional” na segunda etapa. E de fato, o Brasil mostrou o mesmo problema que vem se repetindo — um time que começa bem, mas desaba mentalmente quando pressionado.

    O placar entra para a história como o primeiro triunfo japonês sobre o Brasil, e também como um alerta: o nome “Seleção Brasileira” já não assusta como antes.

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  • Quando falamos de “artilheiros esquecidos no mercado”, referimo-nos a jogadores com histórico de faro de gol — que já foram destaque em sua carreira — mas que hoje não recebem a atenção, valorização ou oportunidades compatíveis com seu passado. Seja por idade, lesões, desvalorização midiática, defasagem técnica, mudança de geração ou simplesmente má gestão de carreira, muitos desses atacantes acabam “sumindo” do radar dos grandes clubes.

    Eles podem estar:

    • atuando em divisões menores ou clubes menores,
    • sem contrato ou com contratos modestos,
    • em ligas menos visíveis ou mercados periféricos,
    • ou simplesmente subutilizados, mesmo que com capacidade para contribuir.

    Os porquês do esquecimento

    Para entender esse fenômeno, vale destacar alguns fatores que colaboram para que artilheiros caiam no esquecimento:

    1. Idade e declínio físico
      O futebol exige muito fisicamente — velocidade, explosão, resistência. Atacantes que envelhecem ou sofrem quedas de performance acabam perdendo espaço competitivo, mesmo se mantiverem faro de gol.
    2. Lesões e desgastes
      Problemas recorrentes de lesão podem frear a carreira de um goleador. O tempo parado, reabilitação, perda de ritmo e insegurança física atuam como barreiras.
    3. Fator de marketing / visibilidade
      Muitas vezes, clubes dão preferência a nomes jovens e “vendáveis” (imagem, projeção futura). Atletas maiores ou com trajetória estão mais sujeitos a serem ofuscados.
    4. Maus contratos / má gestão
      Escolhas ruins de clubes, agentes, negociações precipitadas ou falta de suporte técnico podem condenar um bom atacante a fases apagadas.
    5. Mudança de perfil tático / exigências modernas
      Com o futebol moderno, muitos times querem atacantes versáteis que marcam, ajudam na recomposição, tenham mobilidade e participação no jogo geral — o que nem todos os artilheiros tradicionais oferecem.

    Exemplos históricos de artilheiros esquecidos

    Para ilustrar, alguns nomes no Brasil que chegaram a ser artilheiros em edições de campeonatos, mas que hoje são menos lembrados:

    • Josiel, que marcou 20 gols em 2008 pelo Paraná e foi artilheiro do Brasileirão naquela edição. iG Esportes
    • Dimba, que fez 31 gols em 2003 pelo Goiás — um número impressionante, mas pouco lembrado nas discussões atuais. iG Esportes
    • Rodrigo Fabri, que dividiu a artilharia em 2002 com Luis Fabiano, com 19 gols. iG Esportes
    • Dill, outro nome que brilhou em determinada temporada, mas perdeu musculatura simbólica no cenário nacional. iG Esportes
    • Magno Alves: embora não seja exatamente “esquecido”, após carreira longa e exitosa, o Magnata muitas vezes não é lembrado no topo da fala de grandes artilheiros daquela geração, mas foi prolifico e mantido relevância até idades avançadas. Wikipedia
    • Waldo Machado — ídolo do Fluminense e um dos maiores goleadores do clube — também é menos lembrado pelas gerações mais novas no mercado do futebol atual. Wikipedia

    Esses casos mostram que marcar muitos gols em uma ou mais temporadas não é garantia de permanecer no topo da lembrança ou no radar de grandes equipes.


    Potenciais “esquecidos” atuais que merecem atenção

    Além dos casos do passado, há alguns nomes mais recentes ou que vivem fase discreta, mas que ainda podem surpreender:

    • No mercado de 2025, alguns jogadores conhecidos já estão sem clube ou com negociações em aberto — como o atacante Diego Costage
    • Atacantes com passagem por times grandes mas hoje outsourcing de mercado ou com contratos modestos podem ser “resgatados” por clubes inteligentes que busquem boa relação custo/desempenho.

    Essas apostas quase sempre envolvem risco (físico, adaptação), mas podem gerar bons retornos se o clube calibrar expectativas e estrutura de suporte (preparação física, reabilitação, adaptação tática).


    Por que vale redescobrir esses artilheiros

    1. Custo-benefício
      Jogadores menos valorizados muitas vezes podem ser contratados por valores ou salários moderados — com risco menor comparado a astro caro.
    2. Experiência e faro de gol comprovado
      Mesmo em fases menos brilhantes, histórico de gols demonstra instinto. Com boa preparação, alguns ainda entregam.
    3. Motivação e redenção
      Muitos desses atletas buscam “reinvenção” ou uma chance de provar que ainda têm valor — podem demonstrar empenho elevado.
    4. Boa alternativa para mediações de times de meio de tabela ou times ambiciosos no nacional
      Equipes que não podem pagar craques absolutos podem apostar em “nomes esquecidos” como diferencial.

    Cuidados ao apostar em um artilheiro “esquecido”
    • Avaliar físico e histórico de lesões com profundidade.
    • Verificar adaptação ao estilo de jogo do clube.
    • Cautela com expectativas: não esperar que retorne ao ápice imediatamente.
    • Investir em preparação, reabilitação e acompanhamento próximo.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • O Palmeiras confirmou mais uma vez por que é o grande favorito ao título do Campeonato Brasileiro. Jogando com autoridade e intensidade, o Verdão não tomou conhecimento do adversário e aplicou uma goleada que deixa o time ainda mais confortável na ponta da tabela.

    A equipe comandada por Abel Ferreira mostrou o costumeiro equilíbrio entre defesa sólida e ataque letal. Com um meio-campo dominante e um ataque que aproveitou quase todas as chances criadas, o Palmeiras deu mais um passo firme rumo a mais uma conquista nacional.

    A torcida, empolgada, já começa a fazer as contas e sonhar com a volta olímpica, o Verdão mostra que sabe decidir e mantém o foco total na reta final do campeonato. Se continuar nesse ritmo, será difícil alguém tirar a taça do time alviverde.

    Desde os primeiros minutos, o Verdão impôs o ritmo. Aos 12 do 1º tempo, foi marcado pênalti a favor, mas o árbitro anulou após consulta ao VAR. futebolpaulista.com.br+2Terra+2

    O primeiro gol saiu aos 26 minutos: Felipe Anderson arriscou, o chute foi bloqueado, e Raphael Veiga aproveitou o rebote para abrir o placar. CNN Brasil+2Terra+2

    Já nos acréscimos da etapa inicial, Bruno Rodrigues apareceu para marcar o segundo, num lance em que o goleiro falhou no combate aéreo. Nosso Palestra+3futebolpaulista.com.br+3Terra+3

    No segundo tempo, o Palmeiras continuou dominando:

    Apesar da reação tímida, o time gaúcho não teve forças para assustar e o Palmeiras controlou até o apito final. 

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • A pergunta pode parecer chocante para quem acompanha futebol há anos: como uma das seleções mais tradicionais da história pode correr risco de ficar de fora de mais uma Copa do Mundo? Mas, olhando para os resultados recentes e o cenário das eliminatórias para 2026, a possibilidade não apenas existe — ela é real.

    Contexto histórico e recente

    A Itália já falhou na classificação para as Copas de 2018 e 2022 — algo impensável até algumas décadas atrás. Mesmo vencedora de quatro Copas (1934, 1938, 1982 e 2006), a seleção vive uma crise de resultados nas últimas edições de campeonatos importantes.
    Agora, nas eliminatórias para 2026, os Azzurri estão no Grupo I, ao lado de Noruega, Israel, Estônia e Moldávia. O campeão do grupo se classifica diretamente; o segundo lugar vai para os playoffs.

    Os sinais de alerta

    1. Começo difícil na eliminatória
      A estreia foi um desastre: derrota por 3–0 para a Noruega, o que deixou o time em situação delicada logo de cara.
    2. Vitória dramática contra Israel
      Num jogo que parecia encaminhado para mais um vexame, a Itália venceu por 5–4 com gol nos acréscimos de Sandro Tonali. Alívio? Sim. Mas o desempenho foi preocupante: falhas defensivas e instabilidade do início ao fim.
    3. Mudança de comando técnico
      Luciano Spalletti foi demitido após o fiasco da estreia, e Gennaro Gattuso assumiu o comando tentando resgatar a união e o espírito competitivo da equipe.
    4. Concorrência acirrada
      A Noruega está embalada e pode surpreender. Se a Itália terminar em segundo, terá de encarar os temidos playoffs — onde já foi eliminada antes.

    Fatores decisivos

    • Regularidade nos resultados — não há mais espaço para tropeços.
    • Controle emocional — evitar o pânico nos momentos decisivos.
    • Elenco equilibrado — Gattuso precisa encontrar a melhor formação rapidamente.
    • Ambiente interno saudável — sem união, não há reação possível.

    Conclusão

    Sim, a Itália pode, mais uma vez, correr o risco de assistir à Copa pela TV.
    Mas também é verdade que, com ajustes pontuais e um pouco de sorte, ainda dá tempo de virar o jogo. O talento existe — o que falta é confiança e estabilidade.

    Será que os Azzurri vão renascer a tempo? Ou veremos mais um vexame histórico?

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • A Seleção Brasileira fez uma exibição imponente e goleou a Coreia do Sul por 5 a 0 em amistoso realizado hoje, no Seoul World Cup Stadium, em Seul.

    ⚽ Gols e destaques

    • Estêvão abriu o placar aos 13 minutos do 1º tempo, após linda assistência de Bruno Guimarães.
    • Rodrygo ampliou aos 40’ do primeiro tempo, com um golaço depois de drible curto e finalização certeira.
    • No início do segundo tempo, logo aos 2’, Estêvão marcou seu segundo gol da partida.
    • Pouco depois, aos 4’, Rodrygo fez o quarto do Brasil em lance de contra-ataque.
    • Já aos 32’ da segunda etapa, Vinícius Júnior fechou a fatura: aproveitou passe de Matheus Cunha e venceu o goleiro adversário.

    🧩 Análise tática e coletiva

    O Brasil dominou praticamente todo o confronto, com boa movimentação ofensiva e imposição física. Carlo Ancelotti definiu o desempenho como “jogo completo”, destacando a solidez coletiva.

    No primeiro tempo, a equipe mostrou paciência para construir jogadas e soube explorar os espaços na defesa coreana. Já na segunda etapa, o time “matou” o jogo rapidamente com dois gols em sequência — o que permitiu ao técnico fazer testes e rodar o elenco. Entraram Paulo Henrique, Caio Henrique, Lucas Paquetá, Igor Jesus, André e Richarlison.

    📌 Considerações finais e expectativa

    Essa goleada por 5 a 0 é a vitória mais elástica do Brasil sob o comando de Ancelotti até agora. O técnico valorizou o compromisso coletivo e a sintonia entre defesa e ataque.

    O próximo amistoso será contra o Japão, no dia 14 de outubro, também como parte da preparação da Seleção rumo à Copa do Mundo de 2026.


    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Brasil volta a campo na Data FIFA, mas torcedor segue sem ver evolução nenhuma

    Mais uma Data FIFA e mais um amistoso que não acrescenta absolutamente nada para a Seleção Brasileira. O jogo contra a Coreia do Sul, em Seul, pode até render belas imagens e propaganda da camisa amarela na Ásia, mas, na prática, é um evento vazio de propósito.

    Enquanto os clubes brasileiros perdem jogadores importantes e o calendário doméstico é interrompido, a CBF insiste em marcar compromissos de “observação” que não observam nada. Nenhum teste tático novo, nenhuma revolução na escalação — apenas a repetição de nomes e ideias cansadas.

    O torcedor, que ainda tenta se empolgar com a Seleção, vê um time sem identidade, sem brilho e sem objetivo claro. Um amistoso desses, com fuso horário de madrugada e adversário previsível, serve mais como vitrine comercial do que como preparação de verdade.

    No fim, o Brasil pode até ganhar de goleada, mas continua sem saber aonde quer chegar.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.