Cercado de Trairas FC

Um blog de futebol pra quem não engole papo de dirigente nem discurso bonito de coletiva, aqui é bola, dinheiro e verdade sem filtro, sem firula e com opinião de arquibancada, escrito por Murilo Marcelli, um torcedor que fala o que o povo pensa e não tem medo de cutucar cartola, clube ou federação.

  • O Vasco entrou no Brasileirão de 2025 prometendo competitividade, investimento e uma reconstrução definitiva dentro de campo mas, ao fim da campanha, o que se viu foi exatamente o oposto: 19 derrotas, um número que marcou a temporada como uma das mais difíceis da história recente do clube.

    Foram derrotas de todos os tipos algumas por méritos dos adversários, outras por falhas individuais gritantes, e várias por pura desconexão entre as ideias do treinador e o que o time conseguia executar, o torcedor vascaíno sofreu em jogos fora de casa, mas também em São Januário, onde a equipe deixou escapar pontos que mudariam completamente o rumo da tabela.

    O principal problema foi a inconsistência, em momentos raros o Vasco mostrou organização na maior parte da competição, porém, encontrou dificuldade até para criar jogadas simples, a defesa falhou repetidamente, o meio-campo não conseguia controlar o ritmo das partidas e o ataque viveu de lampejos individuais, o resultado? 19 reveses que machucaram o torcedor e acabaram colocando o clube na luta contra a parte de baixo da tabela durante praticamente todo o torneio.

    As derrotas também evidenciaram a necessidade de uma reformulação profunda elenco curto, escolhas equivocadas, e principalmente, a falta de um projeto contínuo.

    O Brasileirão de 2025 serviu de alerta máximo para que a diretoria repense prioridades e devolva ao torcedor aquilo que ele exige e merece, competitividade, respeito e um time que honre a tradição cruz-maltina.

    Agora, com a temporada virando a página, resta ao Vasco aprender com cada uma dessas 19 quedas. Porque um gigante pode até cair, mas não pode permanecer no chão.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • A Copa do Mundo de 2026 será histórica, pela primeira vez reunirá 48 seleções, essas equipes foram divididas em 12 grupos (de A a L), cada grupo com 4 seleções.
    Na fase de grupos, cada seleção joga três partidas uma contra cada adversário da chave.
    Avançam para a fase eliminatória os dois primeiros de cada grupo, além dos oito melhores terceiros colocados, totalizando 32 seleções na próxima fase.


    🗂️ Como ficaram alguns grupos destaques da fase de grupos

    Aqui vão algumas das chaves já definidas e o que elas prometem de interessante:

    • Grupo A: México, África do Sul, Coreia do Sul e o vencedor do playoff D (entre seleções europeias) um grupo equilibrado e com seleção-sede.
    • Grupo B: Canadá, Suíça, Catar e o vencedor do playoff A, outro grupo com desequilíbrios interessantes para times que buscam surpreender.
    • Grupo C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia, chave de grande visibilidade e com potencial de confrontos duríssimos.
    • Grupo D: Estados Unidos (sede), Paraguai, Austrália e o vencedor do playoff C, equilibrado, e com presença de seleções de diferentes continentes.
    • Grupo E: Alemanha, Equador, Costa do Marfim e Curaçao, um misto de tradição e desafios continentais.
    • Grupo L: Inglaterra, Croácia, Panamá e Gana, chave considerada forte e com histórico de surpresas.

    Esses exemplos mostram a diversidade de estilos e continentes, o que promete uma fase de grupos bastante imprevisível e competitiva.


    🔎 O que muda com o novo formato e por que vale atenção

    • Com 48 seleções, teremos seleções “menores” ganhando visibilidade, competições como a Copa costumavam reunir 32 times, então agora há mais espaço para surpresas.
    • A ampliação para 104 partidas no total do torneio torna o Mundial mais longo e intenso.
    • O caminho até a final exige oito jogos para quem chegar até lá, um a mais do que nas edições anteriores.
    • A presença dos 8 melhores terceiros colocados deixa o torneio mais aberto nem sempre será preciso terminar em 1º ou 2º do grupo para avançar, o que dá mais chances de “zebras”.

    📝 Conclusão: por que 2026 promete ser especial

    A Copa de 2026 chega com promessa de renovação, emoção e imprevisibilidade, com 48 seleções, grupos variados e o sistema de classificação ampliado, torcedores de todo o mundo têm chance de ver seleções fora do “top tradicional” brilharem, para grandes potências, o desafio está em lidar com chaves equilibradas e a pressão extra de ter que manter consistência em mais jogos.

    Seja você fã de seleções tradicionais ou de underdogs a expectativa para essa edição nunca foi tão alta, e o melhor, qualquer chave pode virar história.

    🌎 Grupo A

    México, Coreia do Sul, África do Sul e vencedor da repescagem europeia

    O México, dono da casa (ao lado dos EUA e Canadá), é favorito, mas Coreia e África do Sul têm potencial para incomodar, a repescagem ainda pode trazer um europeu competitivo para apimentar a disputa.


    🇨🇦 Grupo B

    Canadá, Suíça, Catar e vencedor da repescagem europeia

    Um grupo equilibrado, com um Canadá renovado, uma Suíça sempre competitiva e um Catar buscando evolução após sediar a Copa anterior, a repescagem pode mudar completamente o cenário.


    🇧🇷 Grupo C

    Brasil, Marrocos, Escócia e Haiti

    O Brasil chega com favoritismo, mas Marrocos vem de campanhas históricas, Escócia pode ser uma pedra no sapato, enquanto o Haiti é a zebra da chave, a tendência é de jogos duros e emocionantes.


    🇺🇸 Grupo D

    Estados Unidos, Paraguai, Austrália e vencedor da repescagem europeia

    Os EUA querem brilhar em casa, mas o Paraguai é tradicionalmente competitivo, a Austrália corre por fora, o europeu que entrar pode colocar tudo em risco.


    🇩🇪 Grupo E

    Alemanha, Equador, Costa do Marfim e Curaçao

    A Alemanha é ampla favorita, mas Equador e Costa do Marfim têm força física e técnica para buscar vaga, Curaçao chega como franco-atirador.


    🇳🇱 Grupo F

    Holanda, Japão, Tunísia e vencedor da repescagem europeia

    Holanda e Japão despontam como favoritos, a Tunísia pode surpreender em jogos fechados, enquanto o representante da repescagem pode equilibrar ainda mais a chave.


    🇧🇪 Grupo G

    Bélgica, Irã, Egito e Nova Zelândia

    Bélgica inicia como favorita, mas Egito e Irã têm elencos fortes e experientes, Nova Zelândia tenta aproveitar o novo formato para sonhar em avançar.


    🇪🇸 Grupo H

    Espanha, Uruguai, Arábia Saudita e Cabo Verde

    Uma das chaves mais interessantes: Espanha e Uruguai dividem favoritismo, mas Arábia Saudita já provou que pode fazer história, e Cabo Verde representa uma nova força africana emergente.


    🇫🇷 Grupo I

    França, Senegal, Noruega e vaga pendente

    Um grupo fortíssimo: França e Senegal brigam lá em cima; Noruega, com Haaland, tenta surpreender, a quarta vaga ainda pode reconfigurar completamente a disputa.


    🇦🇷 Grupo J

    Argentina, Áustria, Argélia e vaga pendente

    Argentina favorita, mas Áustria é sólida e Argélia tem tradição, a vaga restante pode trazer um adversário perigoso.


    🇵🇹 Grupo K

    Portugal, Colômbia, Uzbequistão e vencedor da repescagem intercontinental

    Portugal e Colômbia devem dominar, mas o Uzbequistão vem crescendo no futebol asiático, o time da repescagem pode complicar a vida de qualquer um.


    🏴 Grupo L

    Inglaterra, Croácia, Panamá e Gana

    Inglaterra e Croácia são potenciais líderes, mas Gana costuma crescer em grandes competições, o Panamá busca repetir a participação histórica.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Quando o assunto é dinheiro no futebol, a disputa não acontece apenas dentro de campo, fora dele, as camisas contam histórias, movimentam milhões e revelam quem realmente manda no mercado global, em 2025, o ranking das camisas mais valiosas do mundo mostra um cenário claro: a Europa domina, mas alguns gigantes sul-americanos começam a aparecer na conversa especialmente o Flamengo.

    🏆 Top 5 – As camisas mais valiosas do planeta (2025)

    (somando patrocínio máster, mangas, costas e contrato de fornecimento de material esportivo)

    1. Real Madrid – € 260 milhões/ano
      A camisa mais lucrativa do mundo, patrocínio máster milionário, acordo astronômico com a Adidas e vendas gigantescas, é o padrão ouro do mercado.
    2. Manchester United – £ 170 milhões/ano
      Apesar de oscilações esportivas, o United segue sendo uma marca global absurda, seu contrato de uniforme é um dos maiores já assinados por um clube de futebol.
    3. Manchester City – £ 150 milhões/ano
      A parceria com a Puma alcançou níveis históricos, o clube domina dentro e fora de campo, e isso se reflete no valor da camisa.
    4. Liverpool – £ 137 milhões/ano
      Mesmo com críticas sobre “subvalorização” recente, o Liverpool segue entre os gigantes do marketing esportivo.
    5. Arsenal – £ 125 milhões/ano
      O renascimento esportivo trouxe ganhos comerciais, a camisa dos Gunners está entre as mais rentáveis do mundo.

    🔥 E o Brasil? Onde entra nessa história?

    Essa é a parte surpreendente.

    Entre todos os clubes fora da Europa, apenas um aparece na disputa com números de impacto global:

    ⭐ Flamengo – R$ 400 milhões/ano (≈ £ 56,5 milhões/ano)

    O rubro-negro não compete financeiramente com a elite europeia, mas entra no top 10 das camisetas mais vendidas do planeta e possui um dos maiores faturamentos em patrocínios das Américas.

    Se o Flamengo jogasse a Premier League, estaria em 8º lugar no ranking de patrocínios, à frente de clubes como Aston Villa, Everton, West Ham e Brighton.


    🌎 Comparação Europa x América do Sul

    🇪🇺 Europa – o império do marketing

    Os clubes europeus têm três vantagens enormes:

    1. Alcance global permanente
      Eles vendem camisas na Ásia, África, EUA e Oriente Médio.
    2. Contratos com gigantes esportivas
      Adidas, Nike e Puma pagam fortunas para estar nas camisas dos principais clubes.
    3. Economias fortes e moedas valorizadas, isso multiplica o poder de negociação
    4. Um contrato de £ 100 milhões vale muito mais em real, peso ou euro.

    Por isso, Real Madrid, Manchester United, City, Liverpool e Bayern possuem camisas que valem mais do que todos os clubes da América do Sul somados.


    🇧🇷🇦🇷 América do Sul – paixão enorme, dinheiro limitado

    Mesmo com torcidas gigantes e estádios cheios, os clubes sul-americanos enfrentam:

    • Mercados menores
    • Moedas fracas
    • Vendas internacionais baixas
    • Limitações estruturais e comerciais

    Ainda assim, alguns clubes começam a ganhar destaque mundial:

    • Flamengo vende mais de 1,6 milhão de camisas por ano, nível que apenas 8 clubes do planeta atingem.
    • Boca Juniors supera 1,9 milhão em vendas e é o clube mais forte comercialmente na América Latina.
    • Palmeiras, Corinthians e São Paulo vendem entre 400 mil e 900 mil camisas/ano, números que os colocariam no meio da tabela se estivessem na Premier League.

    📌 Conclusão

    A camisa mais valiosa do mundo pertence ao Real Madrid, disparado.
    A Europa reina soberana no mercado global de patrocínios e camisas.

    Mas a América do Sul, impulsionada por gigantes como Flamengo e Boca Juniors, mostra que paixão, torcida e identidade também geram força comercial.

    A diferença é grande, muito grande, mas a distância está diminuindo.

    E, se continuar nesse ritmo, não será surpresa ver em poucos anos um clube sul-americano brigando pelo top 5 mundial de faturamento de camisa.


    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • 🔎 Contexto e projeções para 2025

    • Em 2024, o Flamengo já havia batido a marca de aproximadamente R$ 1,3 bilhão em receitas totais o maior faturamento individual do país naquele ano. ge+2Wikipedia+2
    • Para 2025, a diretoria inicialmente projetava algo em torno de R$ 1,5 bilhão
    • Conforme o ano avançou e com novas conquistas e receitas extras, essa estimativa foi revisada para R$ 1,85 bilhão.
    • Com a recente conquista da Copa Libertadores da América em 2025 que rendeu ao clube premiações que, somadas às demais fontes de renda, podem ultrapassar a marca de R$ 2 bilhões o clube se aproxima de concretizar essa meta histórica. 

    🧮 De onde vêm essas receitas

    O montante de receita do Flamengo em 2025 deriva de diferentes fontes combinadas:

    • Premiações por títulos e competições internacionais a Libertadores rendeu uma bolada importante, aumentando substancialmente a receita.
    • Direitos de transmissão, patrocínios e contratos comerciais por ser o clube com a maior torcida do Brasil e de grande visibilidade, consegue bons acordos de patrocínio, licenciamento e mídia.
    • Venda de atletas movimentações no mercado de transferências também geram receita.
    • Bilheteria, sócios, merchandising e outras receitas operacionais o volume de jogos, torcida e engajamento comercial ajudam a compor o resultado. 

    📊 O que significa “R$ 2 bilhões” no contexto do futebol brasileiro

    • Se de fato o Flamengo atingir ou ultrapassar os R$ 2 bilhões em 2025, será a primeira vez que um clube brasileiro alcança esse patamar em receita anualTerra+2IstoÉ Dinheiro+2
    • Esse marco reforça o status do Flamengo como a principal potência econômica do futebol nacional algo que se traduz não só em resultados esportivos, mas em estrutura, marketing, gestão e capacidade de investimento.
    • Atingir R$ 2 bi sinaliza um “novo teto” para o futebol brasileiro: se um clube consegue esse volume com modelo doméstico + internacional + marketing + vendas, outros clubes podem buscar estratégias semelhantes para se aproximar desse patamar.

    ⚠️ Limites e desafios

    Mas alcançar esse número não significa que o clube está “sem problemas”:

    • Mesmo com alto faturamento, os clubes têm custos altíssimos contratações, salários, manutenção, dívidas, no balanço de 2024, apesar do faturamento de R$ 1,3 bilhão, o clube fechou com déficit e viu sua dívida crescer substancialmente.
    • A sustentabilidade desse sucesso depende de manter resultados esportivos, mas também de boa gestão: patrocínios, balanços, renovações não dá para depender só de uma temporada extraordinária.
    • A concorrência e as oscilações (transferências, desistências de patrocínios, desempenho em campo) podem tornar volátil esse tipo de receita ano a ano.

    ✅ Por que 2025 pode ser um ponto de virada

    2025 representa um momento simbólico para o futebol brasileiro e para o Flamengo por algumas razões:

    • Combinação de alto desempenho esportivo + gestão comercial + visibilidade internacional, algo que nem sempre se alinha tão bem.
    • Demonstração de que clubes podem buscar receita de forma diversificada não só bilheteria ou sócios, mas também mercados de mídia, transferências, marketing global.
    • Cria uma referência histórica: alcançar R$ 2 bilhões mostra que o teto de faturamento de clubes brasileiros pode e deve ser repensado.
    • Reforça o poder de mercado do Flamengo o que impacta rivalidades, mercado de jogadores, patrocínios e estrutura de clubes no Brasil.
    • Em 2013, o Flamengo arrecadava R$ 273 milhões.
    • Em 2025, deve fechar perto de R$ 1,85 bilhão.
    • Isso representa um crescimento de +578% em 12 anos.
    • Os maiores saltos aconteceram em:
      • 2016 → 2017 (reestruturação + vendas)
      • 2018 → 2019 (ano mágico das taças)
      • 2024 → 2025 (impacto de títulos + marketing + premiações internacionais)

    📈 O que explica esse crescimento?

    2013–2015: o alicerce

    O clube iniciou um processo de reestruturação pesada, pagando dívidas, renegociando contratos e organizando a casa.

    2016–2017: início da expansão

    Com as finanças estabilizadas, o Flamengo passou a ter poder de investimento e atrair patrocinadores mais fortes.

    2018–2019: a virada esportiva

    Em 2019, o clube viveu um de seus melhores anos em campo no século, com grandes títulos e uma explosão de receitas principalmente bilheteria, premiações e direitos de transmissão.

    2020–2022: resistência em meio à pandemia

    Mesmo com queda natural em 2020, o Flamengo manteve altos níveis de arrecadação, sustentado por sócio-torcedor, TV e vendas de jogadores.

    2023–2025: consolidação como potência sul-americana

    Com campanhas fortes, elenco caro e grande presença internacional, o Flamengo chega ao patamar de clube bilionário de forma consistente. Flamengo deixou de ser apenas um gigante de torcida para se tornar um gigante econômico.
    O clube hoje opera em padrões internacionais e o faturamento de 2025 deixa isso inquestionável.

    Se dentro de campo o Flamengo se acostumou a brigar por todos os títulos, fora dele o clube também se tornou referência de gestão, receita e capacidade de investimento.

    A caminhada rumo aos R$ 2 bilhões não é apenas um número:
    é a prova de que o Flamengo mudou de patamar e dificilmente voltará atrás.


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  • O ditado é antigo, mas nunca fez tanto sentido quanto agora: ninguém morre nos devendo.

    O Flamengo chega à rodada de hoje com a chance única de fechar o ano com uma hegemonia absoluta no futebol brasileiro, depois de meses de pressão, decisões, redenções e grandes atuações, o Rubro-Negro entra em campo podendo concretizar algo que nenhum outro clube do país tem neste momento: a unificação de todos os títulos possíveis do Brasil na mesma temporada.

    E antes de fechar, é importante lembrar o tamanho dessa façanha, se o Flamengo vencer hoje, ele se torna simultaneamente:

    • Campeão Brasileiro 2025
    • Campeão da Copa do Brasil 2024
    • Campeão da Conmebol Libertadores 2025
    • Campeão Carioca 2025
    • Campeão da Supercopa do Brasil (atual campeão da edição de 2025)

    Ou seja, campeão de tudo o que disputou e também atual detentor da taça que coloca frente a frente o campeão do Brasileirão e o campeão da Copa do Brasil, é hegemonia completa, é a prateleira inteira, é a coroa máxima.

    O Brasileirão, sendo a última peça do quebra-cabeça, é o título que amarra a temporada, que consolida a força de um elenco e de um clube que brigo pela liderança quando a pressão apertou, se vencer hoje, o Flamengo não levanta só mais uma taça, ele levanta todas, ele vira, ao mesmo tempo, o campeão atual de tudo que um time brasileiro pode ser.

    O Flamengo sela um capítulo que nenhum outro clube escreve neste momento, um capítulo que ecoa por todos os cantos:
    ninguém morre nos devendo e o Flamengo, definitivamente, não deve nada a ninguém.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • A reta final do Brasileirão virou uma panela de pressão para boa parte da tabela enquanto alguns clubes lutam por título e vaga na Libertadores, outros simplesmente tentam sobreviver mais uma semana fora do Z-4 e segundo as projeções matemáticas utilizadas pelo GE, a briga contra o rebaixamento está cada vez mais definida e cada vez mais cruel.

    No momento, dois clubes já não têm mais para onde correr Sport e Juventude atingiram o temido patamar dos 100% de probabilidade de queda, campanhas frágeis, desempenho irregular e pouca competitividade ao longo da temporada empurraram os dois para um rebaixamento inevitável agora, resta apenas planejar 2026 na Série B e torcer por uma reconstrução rápida.

    Logo acima, mas ainda no olho do furacão, estão dois gigantes que vivem dias tensos: Fortaleza e Santos, o Leão amarga cerca de 70% de probabilidade de queda, enquanto o Peixe aparece com algo perto de 51% ambos dependem de combinação de resultados e, principalmente, de uma guinada técnica que nunca chegou um vacilo, um empate mal administrado, um gol sofrido no fim… qualquer detalhe pode selar o destino.

    Um pouco mais acima, mas ainda sem dormir tranquilo, aparecem Internacional e Vitória, as chances de queda giram em torno de 40% para o Colorado e 30% para o Rubro-Negro baiano, dois clubes grandes, de torcida vibrante, vivendo uma temporada que misturou expectativa, instabilidade e aquela sensação eterna de que “faltou um pouco mais”.

    Fechando a lista dos ameaçados, o Ceará ainda aparece com risco baixo, na casa dos 7%, mas nada está garantido, para quem já flertou com a Série B recentemente, todo cuidado é pouco.

    A matemática do rebaixamento é simples: chegou perto demais da zona, o campeonato te engole e como sempre, os 45 a 47 pontos continuam sendo o porto seguro quem alcança essa faixa respira, quem não alcança vira estatística e entra na fila da segundona.

    Faltam poucas rodadas, cada jogo virou uma final, cada escanteio é um drama, a Série B de 2026 já está chamando… e alguns clubes estão ouvindo a voz bem de perto.


    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Nesta 29 de novembro de 2025, no Estádio Monumental de Lima, o Flamengo superou o Palmeiras por 1 a 0 e conquistou sua quarta Libertadores, somando os títulos de 1981, 2019, 2022 e agora 2025.

    Foi um jogo de tensão e decisão e o Rubro-Negro teve a frieza de campeão na hora certa, um lance de bola parada originado por assistência precisa acabou em cabeçada certeira de Danilo, que fez o gol da vitória.

    Com essa conquista, o Flamengo não só amplia seu histórico continental, mas também se torna o primeiro time brasileiro a alcançar quatro títulos da Libertadores, superando rivais nacionais.

    A vitória serve como coroação de um ciclo vitorioso recente colecionando títulos importantes e mostrando que, mesmo em finais duras, o clube carioca mantém sua força e tradição.
    Flamengo, tetracampeão da América — e agora, definitivamente, o clube brasileiro com mais Libertadores conquistadas.

    Mas a festa rubro-negra pode ficar ainda maior.

    Segundo o Globo Esporte, com os resultados recentes do Brasileirão, o Flamengo já pode ser campeão brasileiro na quarta-feira, dependendo apenas de uma combinação simples: vencer seu jogo e torcer para um tropeço direto do concorrente na rodada. O clube chega ao meio da semana vivendo um cenário raríssimo podendo conquistar dois títulos gigantes em menos de cinco dias.

    A torcida, que já fez Lima parecer o Maracanã, agora vira o foco para o Brasileirão, sonhando com uma semana que pode entrar definitivamente para a história.

    Flamengo, tetracampeão da América e com chance real de fechar a quarta-feira como campeão brasileiro.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Chegou o dia que paralisa um continente inteiro, depois de meses de batalhas intensas, viagens impossíveis, viradas épicas e noites insones para seus torcedores, Flamengo e Palmeiras entram em campo hoje para decidir a maior glória da América.

    É a final que todo mundo queria ver e também a que muitos temiam, dois gigantes, duas filosofias, dois elencos pesados, duas torcidas que respiram futebol.

    De um lado, o Flamengo, acostumado a finais, acostumado a pressão, acostumado a se reinventar, o time chega com sede de marcar mais uma vez seu nome na história, com jogadores experientes, decisivos e um elenco que sabe o peso de vestir a camisa rubro-negra em uma noite como essa.

    Do outro lado, o Palmeiras, dono de uma era, consistente, disciplinado, competitivo até o último segundo, um time que nunca desiste, que joga com frieza cirúrgica e que transformou finais em terreno familiar, um clube que quer, mais uma vez, levantar o troféu mais desejado do continente.

    Hoje não é apenas uma final.
    Hoje é A Hora da Verdade.

    Onde cada dividida vale um capítulo na história, onde cada detalhe pode decidir um título, onde ídolos nascem, mitos se eternizam e corações são testados até o limite.

    Que os 90 minutos ou mais sejam um espetáculo à altura.
    Que a América veja o que estes dois colossos do futebol brasileiro têm de melhor.

    E, como sempre…

    que vença o melhor.

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • Na noite de sexta-feira, o Vasco da Gama aplicou uma vitória histórica sobre o Internacional em São Januário 5 a 1 no placar, a maior goleada da história do clube contra o rival gaúcho.

    Os gols foram marcados por Andrés Gómez, Rayan (duas vezes), Cauan Barros e Nuno Moreira enquanto Ricardo Mathias descontou para o Internacional.

    A vitória não trouxe apenas festa, quebrou uma sequência negativa de cinco derrotas consecutivas do Vasco no Brasileirão, afastou de vez a ameaça de rebaixamento, com a equipe abrindo seis pontos de vantagem sobre o Z-4 e reacendeu a esperança na reta final da temporada.

    Além disso, a postura apresentada dentro de campo com garra, presença ofensiva consistente e um segundo tempo dominante foi enaltecida pela torcida e, mesmo diante de adversidade (chuva intensa e paralisações), o time reagiu com autoridade.

    Para quem acompanha o Vasco com paixão este resultado reacende a mística cruz-maltina, um lembrete de que, na pressão, o time de São Januário ainda sabe escrever capítulos memoráveis.

    Será que o Presidente Pedrinho vai mandar abrir as portas do CT para a cobrança da torcida???

    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.

  • O Fluminense não apenas venceu, atropelou, engoliu, amassou o São Paulo no Maracanã,
    a goleada por 6 a 0, não foi um simples resultado de campeonato foi um aviso, um recado direto para quem ousa duvidar da força tricolor na temporada.

    O time entrou em campo com fome, intensidade alta e um futebol que lembrou os melhores momentos desse elenco, pressão na saída, troca rápida de passes, amplitude e uma precisão cirúrgica nas finalizações, cada ataque parecia gol, cada jogada parecia ensaiada e cada finalização tinha um destino certo, o gol.

    E agora? agora é a vez do Grêmio depois o Bahia e ai pensar na semi da Copa do Brasil contra o Vasco da Gama.

    O clássico, por si só, já carrega história, tensão e rivalidade, mas depois desse 6 a 0, o Fluminense vai chegando com moral elevada, confiança lá em cima e a torcida acreditando que é possível sonhar grande. O Vasco ainda tem Internacional, Mirassol e Atlético Mineiro pelo Brasileirão e ainda correndo risco.

    A pergunta que fica no ar e que ecoa nas arquibancadas é simples:

    Tá com medo do Fluminense? Então dorme de luz acesa, porque, do jeito que o time jogou, se bobear o fantasma tricolor te visita até de madrugada.

    Se cuida Vascão, o Fluzão está voando.


    Por Cercado de Traíras FC — a voz da arquibancada.